terça-feira, 30 de abril de 2013

Qual Deve Ser a Principal Atitude de Um Cristão?


·      A principal atitude do Cristão deve ser querer ser parecido com o Pai Celestial (Ef. 5.11; Mt. 5.48). E isso é possível quando olhamos para Cristo e o imitamos (1Jo. 2.6;  Cl. 2.6). Por que Cristo é a imagem de Deus (Jo. 14.7-11; 10.30; 5.17,18; Cl. 1.15,19; 2.9)

O apóstolo Paulo entendeu isso, praticou, e nos exortou a fazer o mesmo (1Co. 11.1; 4.16; Fp. 4.9).

Ele está sempre com Cristo:

O cristão sente prazer em estar sempre junto de Cristo, de imitá-lo e de ser agradável a Ele, e isto é possível através da:

·      Palavra: ler a palavra de Deus é o principio para se ouvir Deus falar conosco (Jo. 5.39; Mc. 12.24; Sl. 1.1,2).
O cristão que prioriza as coisas de Deus não é somente ouvinte mais praticante da palavra (Mt. 7.24-27; Ez. 33.32; Tg. 1.22-25).

·      Oração: É princípio para que se possa falar com Deus (Mt. 6.5,6; Sl. 54.17; Fp. 4.6;  Ef. 3.14).

·      Santidade: É sermos separados do mundo (Hb. 12.14; 1Pe. 1.16; Mt. 5.48), e passarmos a estar junto de Deus (2Co. 6.14-18; Tg. 4.7,8).
Para sermos santos temos que ter uma vida transformada (2Co. 5.17; Gl. 6.15).

OBs. Essa transformação é adquirida em certas áreas gradativamente (2Co. 3.8; Pv. 4.18), mas como sabemos sempre continuamente (1Co. 15), sempre dando bom testemunho (1Pe. 2.12; 1Co. 8.21), para que possamos ter uma vida santa e transformada não podemos tomar a forma do mundo, ou seja andar como eles andam (Rm. 2.2a, 21; EF. 4.17; 5.11). 

Conclusão:

Ainda existe duas outras coisa tão importantes quanto essas que mencionamos acima que são Produzir bons frutos, que já falamos especificamente em outa postagem e evangelismos que falaremos sobre esse assunto especificamente.

Não deixe de ter a sua vida devocional, e só praticar o que mencionamos acima, além de ter aproximar de Deus, te fará parecido com Cristo, agradável ao Senhor, e equipado com tão desejada armadura de Deus.


CUIDADO: Com a Enciclopédia de R. N. Champlin - O Místico




Fiquei impressionado com a quantidade de Teólogos, Professores e estudantes das escrituras que adotam R.N. Champlin como base para seus estudos, o que poucos sabem (ou fazem de conta que não sabem) é que este mesmo autor é esotérico, seus escritos estão cheios de conceitos espíritas e misturas ocultistas, diante deste fato e dos que apresentarei logo mais abaixo, pergunto;

1. Como se pode admitir que se divulgue esse tipo de afirmação não-bíblica em uma obra que pretende interpretar a Bíblia?

2. Quem estaria por trás dessa obra que tanto cativa Cristãos em todo o Brasil?

3. Por que a Editora Hagnos não responde as correspondências que questionam os ensinos contidos em tal Obra?

Prepare-se o que você irá ler “por trás da cortina” é apenas a ponta de Iceberg que pretende cauterizar a mente, uma “serpente” que deseja corromper o coração e levar cativas “evas” espalhadas pelo Brasil com bastante astúcia.

Russel Norman Champlin nasceu em 22/12/1933 em Salt Lake City nos EUA, concluiu bacharelado em Literatura Bíblica no Imannuel College; os graus de M.A. e Ph. D. em línguas Clássicas na University of Utah; fez estudos de especialização (em nível de pós graduação) do Novo Testamento na University of Chicago. Em sua carreira como professor universitário e escritor (atuando na UNESP por 30 anos), publicou três grandes projetos, sua magna opera, a Trilogia:

-O Novo Testamento interpretado.
-A Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia.
-O Antigo Testamento Interpretado.

Vamos analisar o comentário de Champlin em Atos 12.15, vejamos: “Eles lhe disseram: Estás louca. Ela, porém, persistia em afirmar que assim era. Então, disseram: É o seu anjo”.

No quarto parágrafo Champlin diz:
“Aqueles primitivos crentes devem ter crido que os mortos podem voltar a fim de se manifestarem aos vivos, através da agência da alma. Observemos que a segunda alternativa, por eles sugerida, sobre como Pedro poderia estar no portão, era que ele teria sido morto e que o seu “anjo” ou “espírito” havia retornado. Portanto, aprendemos que aquilo que é ordinariamente classificado como doutrina “espírita” era crido por alguns membros da igreja cristã de Jerusalém. Isso não significa, naturalmente, que eles pensassem que tal fosse a regra nos casos de morte; porém, aceitaram a possibilidade da comunicação dos espíritos, que a atual igreja evangélica, especialmente em alguns círculos protestantes dogmáticos, nega com tanta veemência.

O famoso escritor evangélico C.S. Lewis apareceu a J.B. Philips tradutor de bem conhecida tradução do Novo Testamento para o inglês, por duas vezes, após a sua morte, e se assentou naturalmente em sua sala de estar, tendo conversado com ele como se nada tivesse acontecido que pudesse ser classificado como falecimento. Porém, por toda parte abundam histórias de fantasmas, e muitos céticos negam tudo. Todavia, há muitos desses fenômenos, sob tão grande variedade, e cruzam todas as fronteiras religiosas, para que se possa duvidar dos mesmos como fatos.

Algumas vezes os mortos voltam, e entram em comunicação com os vivos. Os teólogos judeus aceitavam isso como um fato, havendo entre eles a crença comum de que os “demônios” são espíritos humanos maus, desencarnados. Essa idéia era forte na igreja cristã até o século V D.C., tendo sido apresentada por pais da igreja como Clemente de Alexandria, Justino Mártir e Orígenes, os quais também acreditavam na possibilidade do retorno e até mesmo da reencarnação de alguns espíritos, com o propósito de realizarem ou continuarem suas missões. (Ver esta doutrina em Mat. 16.14). Os essênios, dos quais João Batista parece ter sido membro, também mantinham crenças idênticas. É um equívoco cercarmos as doutrinas de muralhas, supondo em vão que somente nós, da moderna igreja cristã do século XX, temos as corretas interpretações das verdades bíblicas. Ainda temos muito a aprender, sobre muitas questões, e convém que guardemos nossas mentes abertas, pelo menos o suficiente para permitirmos a entrada de uma réstia de luz. Sabemos pouquíssimo sobre o mundo intermediário dos espíritos e supomos que o estado “eterno” já existe, o que todas as evidências mostram não ser ainda assim."
É preciso comentar mais alguma coisa? Prosseguiremos mostrando mais um texto em que Champlin comenta e infiltra com muita “astúcia” seus conceitos espíritas.

Interpretação de R.N. Champlin. Ph. D. de Mateus 14.26: “Os discípulos, porém ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.”
“FANTASMA”. Tradução de AC, AA e IB, que é melhor do que “espírito”, conforme dizem algumas traduções, pois o grego diz “fantasma” e não “pneuma”. Esta última é que se pode traduzir corretamente como “espírito”. A palavra aparece somente aqui e no paralelo em Marc. 6:49, no N.T. É vocábulo comum na literatura grega, e pode significar aparição sem substância real, visão ou aparição de um espírito humano ou sobre-humano. É interessante observar que os discípulos aceitavam a antiga idéia dessas aparições, até mesmo neste caso que envolveu a Jesus. A aparição de “fantasmas” usualmente era reputada como um mau agouro, especialmente entre os marinheiros. Pode ser que os discípulos tivessem pensado que o “fantasma” quisesse destruí-los mediante a violência do mar ou contra as rochas da costa, e, naturalmente, ficaram aterrorizados.

O comentário de Ellicott diz: “Os discípulos, ainda presos às superstições de seus compatriotas, pensavam que fosse um fantasma”. Bruce escreve: “Um toque de superstição dos marinheiros”. Em contraste com isso, Adam Clarke, o principal expositor do metodismo, opina: “Que os espíritos dos mortos podem aparecer, e, de fato aparecem, tem sido doutrina aceita pelos homens mais santos; essa é uma doutrina que os caviladores, os livres-pensadores e outros, que não se dispõem a aceitar idéias direferentes de suas próprias crenças, jamais foram capazes de refutar”. John Gill acha que o terror dos discípulos foi causado pela crença comum entre os judeus de que os demônios geralmente andavam à noite, procurando fazer mal aos homens. Certa citação, extraída da literatura judaica, diz: “É proibido saudar um amigo à noite, porque pensamos que possa tratar-se de um demônio” (T. Bab. Megella, fol 3.1. Sanhedrin, fol 44.1). Outros se referem a um demônio feminino que se chamava Lilith, que andava à noite com rosto humano, procurando especialmente crianças para roubar e matar. Em face dessas idéias sobre “fantasmas” podemos compreender o medo dos discípulos naquela ocasião.

As pesquisas psíquicas demonstram que não somos tão sábios quanto pensamos e afirmamos, e que neste mundo há muitas coisas sem explicação, e que de fato, fantasmas de algum tipo (ou tipos), de alguma origem (ou origens), existem. Portanto, é possível que a idéia de Adam Clarke, conforme citação acima, contenha uma parte da resposta. Precisamos lembrar que essa questão será uma ciência do século XXI, portanto pouco sabemos sobre a verdadeira natureza do imenso universo em que existimos. Pode ser que nossas idéias venham a sofrer grande revolução e que a nossa cosmologia venha a alterar-se extraordinariamente. Uma boa regra é não negarmos aquilo que não compreendemos, ou acerca das quais pouco temos estudado.

A Natureza Humana: As pesquisas científicas no campo da antropologia metafísica demonstram que o homem é uma complexidade de pelo menos três formas de energias distintas. 1 . O corpo, uma energia física. 2. A vitalidade, uma energia semifísica. 3. A alma (espírito), uma energia espiritual, supostamente fora do campo atômico. O fantasma evidentemente é a vitalidade, que anteriormente fez parte do complexo humano. Esta vitalidade é capaz de certos atos que exigem uma baixa inteligência, e de natureza mecânica. Todavia, o texto aqui está falando da suposta manifestação de um espírito desencarnado."
Realmente parece mesmo ser um agente do espíritismo/ocultismo infiltrado em seminários e bibliotecas de lideres cristãos para introduzir fermento de corrupção e heresias demoníacas...

Ninguém comenta, ninguém fala, mas Russel Norman Champlin escreveu há anos um livro chamado “Evidências cientificas provam que existe vida depois da morte”. No livro ele define suas crenças espíritas... Isto mesmo, o autor da muitas vezes recomendada coleção de comentários bíblicos é espírita e a “obra” dele reflete seu pensamento espírita, como se vê no trecho citado acima.

Que tipo de apologética é esta que se pratica no Brasil? que “engole” há décadas este tipo de “obra”, recomenda, indica, não se importa de ver tal “obra” nas livrarias evangélicas.

Quem desejar se aprofundar nos escritos de Champlin (não recomendo) poderá fazê-lo lendo o livro supracitado: “Evidências científicas..” onde ele defende inúmeras idéias espíritas, ele defende o espiritismo sob capa de “comprovação cientifica” defendendo idéias como reencarnação, fotografia kirliana (fotografar almas) viagens fora do corpo, etc..

Em sua enorme obra enciclopédica comentado o NT (eu li todo o comentário dele a Apocalipse e boa parte de 1 Corintios) ele “semeia” idéias gnósticas e principalmente Universalistas-Unitaristas, um grupo cristão forte nos EUA entre acadêmicos. Os Unitaversalistas crêem na futura salvação de todo ser humano (talvez até do próprio diabo) visto que Deus Criador é amor...

Eu simplesmente não consigo acreditar que o Russel Norman Champlin escreveu sozinho aquela gigantesca obra. Ele é praticamente desconhecido no exterior, sua obra surgiu em épocas em que era comum os EUA enviarem “missionários” que na verdade eram agentes e evidentemente uma “obra” ajudava a dar projeção a uma pessoa. Não estou afirmando, apenas conjecturando uma possibilidade.





Ainda recomendo encontrar enciclopédias de melhor origem que as dele.

Sugiro que todos divulguem este artigo em sites, listas, blogs, boletins etc. Que sirva de Admoestação aos irmãos, recomendem que estudantes deixem de consultar esta obra e que institutos e livrarias cristãs a deixem de a oferecer como obra de consulta pelo risco que isto significa em termos de “envenenamento”.
Se não concordam em excluir a obra ao menos concordem em classificá-la adequadamente como obra de motivação e pontos de vistas “espíritas” e heterodoxos.

Paz!

Por Sem. Lindemberg Ferreira

Opinião de um Leitor:

Caro Lindemberg Ferreira,

Comecei hoje a estudar as Obras de R.N.Champlin. Confesso que fiquei atônito com algumas informações extraídas de seu Dicionário. Nem terminei o primeiro capítulo de Gênesis e já mandei o autor se converter. A título de ex: Quando o mesmo cita as supostas civilizações préadamicas ele usa como referencia um livro sobre a história de Atlântida.(RISOS/ocultismo puro) e quando ele descarta que os teólogos não devem cientificar a interpretação da criação do mundo, ele mesmo o faz argumentando em favor da astrologia,astronomia, geologia, antropologia e arqueologia. Ou ele considera que tais ramos do conhecimento não são ciências, ou ele não percebe a contradição exotérica implícita em si.


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http://centralizadosemcristo.blogspot.com.br/p/contribua.html

Acorda Igreja! Estão corrompendo as nossas crianças!


Acabo de assistir a um vídeo extremamente inquietante. Trata-se de uma palestra ministrada pela Dr. Damares Alves, advogada, assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e Secretária Nacional do Movimento Brasil Sem Aborto. A mensagem, cujo tema é "Um Alerta Para as Famílias, Educadores, Diretores e Professores", foi gravada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande/MS. São denúncias muito graves das quais compartilho com todos os leitores deste blog por serem altamente relevantes.

marxismo cultural, no pior estilo gramscistaestá avançando cada vez mais através do governo vermelho, efetivando à destruição das famílias brasileiras com o golpe mais baixo que poderiam usar: atingindo diretamente as nossas crianças com uma enxurrada de imoralidades destrutivas! 



sábado, 27 de abril de 2013

Surpreendidos com Deus:




É muito comum nos testemunhos, vermos quando algo acontece de benéfico, seja ela de um modo simples ou bem complexo, em que a solução vem de uma maneira inesperada, ouvimos muitos crentes, e até mesmo os não crentes, dizerem que isso foi a mão de Deus. Às vezes dizem isso de modo interrogativo: Irmão veja se isso não é a mão de Deus? E ai conta desfecho de um fato.

Como é isso gente, tudo que acontece não é ou está debaixo da mão de Deus? Mesmo que uma pessoa acredita que exista da parte de Deus vontade Soberana e vontade Permissiva, ou ela acredita somente que existe a vontade Soberana. Independente disso não esta tudo em seu controle? Ou alguma coisa ocorre ou foge de Seu controle? Raciocina comigo: Se Deus permitiu, foi Ele quem permitiu, e sabe por que permitiu, e se O Senhor permitiu que algo acontecesse isso aconteceu por que Ele quis, por que se Ele não quisesse que acontecesse com fidúcia que não teria acontecido. 

Então teremos que admitir que acontece coisas que Deus não queria que acontecesse, e se aconteceu como o Senhor não quis que acontecesse, então Ele não tem o controle de tudo, e se Deus não tem o controle de tudo, conclui-se que Deus não é Soberano.
Hora se concluímos que Deus é um Ser pessoal, Soberano, Todo Poderoso e Dominante, atuando em todo tempo como Um Pai, Juiz etc. Como podemos ficar surpresos ao vermos O Senhor Agir, visto que Ele é o Deus do possível e do impossível e não há limites para o Seu operar.

Concluo dizendo.

O que eu observo é que na hora que as pessoas narram o que Deus fez (sejam elas crentes ou não) o modo extraordinário, improvável que O Senhor ocasionou a solução para algo que estavam lhes sobrevinda, ou algum livramento que o Senhor perpetrou, contam isso totalmente surpreendidos. Espantados pelo fato Deus ter feito alguma coisa, por que não sabiam, ou não acreditavam que Deus poderia ou iria fazer algo a seu favor.

Até quando ofenderemos a Deus com a nossa incredulidade, com a nossa falta de esperança, com as nossas murmuraçãoes, por que é sempre isso que essa atitude gera. O que ficou faltando que deus fizesse na história da redenção para que a gente de uma vez por todas creia que se Ele não poupou o seu próprio filho como não nos dará juntamente com Ele todas as coisas.
 O justo vive pela fé e não pelo que recebe de Deus. Amem?

O Sacerdócio Levítico e a Igreja: (Lv. 8.1-6; 22-240)



    Introdução:
    
    A semelhança existente entre o sacerdócio Levítico e a Igreja, é que também fomos constituídos sacerdotes como Eles (Ap. 1.6). Muitos dos detalhes que caracterizavam aquela sacerdócio, são figuras para nós, Igreja (Hb. 9.9), pois eram sombras de bem futuros (Hb. 10.1). Vejamos:


1.                 A chamada:

Deus nos chamou e nos constituiu sacerdotes (1Pe. 2.5,9).

2.                 A Santificação:

Fomos lavados pela palavra (Ef. 5.25,26) e purificados pelo sangue de Jesus (1Pe. 1.18,19).
As exigências físicas daquela época apontavam para a perfeição moral, física e espiritual de Jesus, nosso Sumo Sacerdote, e também a perfeição do sacerdócio espiritual exercido pela a Igreja do Senhor.

3.                 A vestimenta:

A Igreja esta vestida com a vestimenta da salvação (Is. 61.10), e pronta para o arrebatamento (Ap. 19.7)

4.                 A unção:

Os salvos foram ungidos com o poder de Deus (1Jo. 2.20; At. 1.18).

5.                 A consagração:
Todos recebemos a aspersão do sangue de Jesus Cristo:
a)   Na orelha, nos ouvidos: Para ouvirmos a vós de Deus (Jo. 10.3-5; Ap. 2.7).
b)  No polegar da mão: Para realizarmos a obra pura que glorificam a Deus (Jó 17.9; Sl. 24.3,4).
c)    No polegar do pé: Para trilharmos o caminho que agradam a Deus (Sl. 40.2; Gl. 5.25).

Portanto, isto significa a aspersão do sangue de Jesus da cabeça a planta dos pés, para a vitória total.

6.                 O serviço:
O sacerdote devia ocupar-se diariamente co três coisas que estão relacionado com o nosso trabalho diário:
a)   Incenso (Ex. 30.8): Símbolo constante da oração (Sl. 141.2; At. 2.42).
b)  Azeite (Ex. 30.7,8): Representa renovação diária (2Co. 4.16).
c)    Lenha para o fogo (Lv. 6.12,13): Significa o fervor espiritual (Rm. 12.11).
Obs. O sacerdote devia trazer a lenha de casa quando viesse para exercer o serviço e depois da lenha queimada retirar as cinzas. Isso no fala de um consagração constate para que o fogo do espírito queime quando o crente estiver na casa de Deus, e durante o culto devemos ouvir a palavra orar para tirar as impurezas que podem fazer o fervor espiritual apagar, isso esta representado nas cinzas que eram retiradas.
A pessoa passa a semana, ou o dia de qualquer jeito e quer chegar na
Igreja e sentir a presença de Deus, traga lenha pra ver se o fogo do Espírito não pega.

Conclusão: 

Como eles também somo intercessores (1Tm. 2.1-3). no entanto se o sacerdote oferecesse fogo estranho era reprovado pelo Senhor

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Jesus o Principal Remédio para uma Igreja Enferma


Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: Éfeso simboliza a igreja apostólica; Esmirna, a igreja dos mártires; Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; Sardes, a igreja da Reforma; Filadélfia, a igreja das missões modernas e Laodicéia, a igreja contemporânea. 
Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas:

1. Jesus conhece profundamente a sua igreja. Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida.

2. Jesus não se impressiona com aquilo que impressiona a igreja. O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”.

3. Jesus não se contenta com doutrina sem amor nem com amor sem doutrina. Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.

4. Jesus sempre se apresenta como solução para os males da igreja. A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja.

5. Jesus se apresenta à sua igreja para fazer alertas e também promessas. Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu!

Conclusão:

Este negócio que ouvimos de muitos lideres de que cada igreja tem um chamado da parte de Deus, por isso uma difere da outra não tem sequer um único respaldo bíblico para tais afirmações. O que vemos nesta caratas enviadas para essas sete igrejas Que o Senhor Jesus busca uma igualdade entre elas. que todas elas sejam Igrejas amorosas, fervorosas, fiéis, doutrinadoras, ricas para com Deus etc. No entanto todas as setes Igrejas deveriam ser assim, e as cartas enviadas para essas igrejas foram para corrigir os erros que as impediam de serem assim.
A mesma busca vemos sendo feita por Deus através do apóstolo Paulo com as cartas que ele enviou para as Igrejas que estavam sob a sua responsabilidade, compare as cartas uma com as outras e você também terá esta conclusão.


Fonte: Palavra da Verdade

terça-feira, 23 de abril de 2013

Cuidado !!! Com os Livros de Rebecca Brown!!!



O nome dela não era Rebecca Brown, mas, Ruth Irene Baylay, uma ex-médica com diploma cassado por incompetência, uma ex-viciada numa droga hospitalar e com a sanidade mental atualmente sob crivo colegiado de médicos e psiquiatras.
         Muitos dizem que a ilustração da capa de "Vaso para Honra", invertido de ponta cabeça é o desenho de um útero, e que isso seria uma mensagem subliminar.
         Teria Deus aceitado seu pseudônimo, depois de ter escrito na Bíblia: "Pelo teu nome eu te chamei?"
         Rebecca Brown descreve em seu livro “Ele veio para libertar os cativos” uma batalha espiritual que mais parece um daqueles filmes de terror de quinta categoria:
         Uma bruxa é presa dentro de uma parede de tijolos apenas pelo olhar da outra; (Ele veio para libertar os cativos p. 47 Rebecca Brown - 5 ª edição ,w&w editorial)
         Os demônios arremessam crentes contra a parede, e outras coisas tão terríveis, que você só veria em filmes de terror...
         Sua literatura parece ter se baseado no filme Van Helsink...


Há dois estilos de literatura
  • Técnico e culto de uma médica freud-jungiana;
  • Profetismo-místico esotérico, com muitas visões, vozes, e experiências subjetivas que contrariam absurdamente a bíblia.
        Parece ter havido uma mistura das heresias de Watchman Nee e com as do Allan Kardec. 

Livros de Rebecca Brown levam à depressão, afirma pastor:

O pastor Juarez Subirá, de Campinas, especializado em estudos de somatização visual, adverte: os livros de Rebecca Brown são prejudiciais à saúde espiritual e física de muitos crentes.

Subirá afirma que chegou a esta conclusão depois de realizar pesquisa com 33 pessoas que leram os livros da escritora norte americana. “Das 33 pessoas que leram os livros, 31 apresentaram sintomas de depressão e/ou desânimo profundo”. Nas contas de Juarez, que tem experiência de onze anos de trabalho estatístico no mundo secular — foi auditor operacional do grupo Villares em São Paulo — a tendência é irreversível.
A desconfiança de Juarez Subirá a respeito do trabalho de Rebecca Brown aumentou quando uma prima ligou para ele de Foz do Iguaçu para pedir orientação sobre "alguns incidentes extranaturais dentro de sua residência".
Subirá perguntou-lhe o que entrara de novo ou diferente em sua casa naquela semana e a resposta foi: "os livros de Rebecca Brown". Junto com a resposta a prima informou que os livros de Rebecca Brown estariam proibidos em algumas igrejas do Paraguai e do Brasil, como a Igreja Batista da Lagoinha, de Belo Horizonte e com dezessete mil membros.
Até então, o pastor Subirá não tinha lido os livros de Brown. Ao lê-los afirma que encontrou em suas páginas uma super-ênfase ao poder do Diabo. A leitura também o deixou em dúvidas a respeito do conceito de território do inimigo explicado nos livros da autora.
Outra questão que ele está verificando é se há orações de pacto e/ou narrativas de rituais de ocultismo transcritos para o leitor "ler" e quais seriam os seus efeitos no pensamento e na esfera mental.
Há, ainda, uma indagação quanto à ausência de fotos da autora nos livros. Dizer que é "para não cair nas mãos de bruxos" daria super-ênfase ao poder das trevas. O pastor também tem encontrado dúvidas teológicas nos livros.
Um outro ponto de pesquisa diz respeito ao livro "Vasos para Honra" e envolveria somente o público feminino. Diz o pastor que inaugurou uma oração "circunstanciada" de abjuração ou renúncia ao "produto de Rebecca Brown".
A surpresa é que os leitores dela tiveram reações físicas, sendo uma delas a "tontura", ao repetir a oração de renúncia.
Juarez Subirá não vê mais possibilidade de reversão na tendência já definida na amostragem dos casos vistos. Afirma que qualquer pastor evangélico com "espírito bereano" poderá fazê-lo em sua própria igreja local com estas duas perguntas: 
1º) "Quem já leu livros de Rebecca Brown?",
 2º) "Se você foi acometido por depressão, desânimo ou algum tipo de crise circunstancial após a leitura...?" ("manifeste-se agora ou procure-me após o culto").
Os pastores que puderem fazer isto estariam ajudando o corpo de Cristo, afirma Subirá. 

`Esse pastor não leu meus livros´

Rebecca Brown falou ao Jornal Hoje. Tranqüila, garantiu que os leitores são alertados já no início de seus livros que podem vir a sofrer reações e que estas são sintomas de que precisam de libertação; Disse ainda que os desenhos em seus livros são publicados apenas para ensinar ao leitor as formas de se anular seus efeitos e que Juarez Subirá certamente não leu seus livros, ao afirmar que ela estaria dando super-ênfase ao poder do Diabo.

Observação do autor deste blog: 

No começo de minha conversão me deparei com uma irmã também recém-convertida que era uma leitora dos livros de Rebecca Brown, e o que eu tenho a dizer é que não só essa irmã como outras pessoas que conheci que leram os seus livros, se tornavam pessoas perturbadas, com síndromes e sentimento de culpa, perturbada com o fato de que se sentiam obrigadas a pedirem perdão para os seus antepassados, é triste mais devo afirmar que os livros dela dão sim muita ênfase ao diabo, suas ações e aos demônios , e muitos relatos de libertação registrados por ela em  livros é unicamente baseado na experiência pessoal. Como o relatado dito por ela em um de seus livros quando a mesma tentou expulsar um demônio e o demônio não saia da pessoa, ai ela lembrou que faltava o óleo ungido, e não tinha óleo, então ela pegou o óleo de um caminhão ou carro, não me lembro ao certo, orou ungido o óleo e conseguiu expulsar o demônio. Um absurdo!

Conclusão

Prezado amigo, falta-me palavras diante de tantas heresias. Confesso que me preocupa o fato em saber que crentes em Jesus preferem acreditar em fábulas a Palavra de Deus. Inevitávelmente isto me faz lembrar da 2ª carta de Paulo a Timóteo que diz: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” (2 Tim:4.3,4)




sábado, 20 de abril de 2013

Diferença básica entre doutrina e dogma.



"Doutrina" – É a revelação da verdade conforme se encontra nas escrituras.

"Dogma" – São ensinos ou declaração de homens acerca da verdade, quando apresentada em um credo, ou seja, que são oficialmente aceitos pela igreja.

1. Diferença básica entre doutrina e costume.

• Há costumes bons e maus, no entanto as genuínas doutrinas bíblicas conduzem ao bom costume (Tt. 2.6-10; 1Co. 15.33; 2Ts. 3.6).

"Doutrina" – De origem Divina, tem um alcance universal e é imutável, por isso que a palavra de Deus é atemporal e transcultural.

Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado e doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente”. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.


"Costume" – pode se entender como um ensinamento humano, com um alcançar local e temporal. E não pode de modo algum se imposto por alguém, mas deve ser algo comum e voluntário do homem para Deus.

O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada” 
1. O dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa a palavra costume, como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado...”
2. Essas definições mostram que o costume é um hábito repetidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.

2. Formas diferentes de doutrina.

Há pelo menos três formas de doutrina, uma ê sublime e santa, as outras são perniciosas, nocivas, prejudiciais e maléficas.

• Doutrina de Deus – (Dt. 32.1-2; Pv. 4.2; Mt. 7.28; Jo. 7.16; At. 2.42; 13.12; Tt. 1.14).
Doutrina de homens – (Jr. 33.16; Mt. 15.9; 16.12; Cl. 2.22; Tt. 1.14).
Doutrina de demônios (1Tm. 4.1; Mt. 13.19; Tg. 3.15; 1Jo. 4.1; 2Jo. 7).

Conclusão:
 
A distorção da doutrina bíblica vem em grande parte das igrejas neopentecostais e de outros grupos similares. Também vem das seitas falsas, como Ciência Cristã, Igreja Local, Igreja da Unificação, Igreja Messiânica, Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Tabernáculo da Fé, Voz da Verdade, Igreja "Só Jesus" etc.

Grande parte dos falsos ensinos está relacionada às operações, ministérios e manifestações do Espírito Santo. Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo falou sobre os desviados da doutrina (2Tm 2.18; 4.4). 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O Papa: Vigário de Cristo???



É o Papa o vigário (substituto) de Cristo na terra, controlando o poder universal sobre toda a Igreja e sobre as pessoas? Se você acredita no Catecismo, ele é: 

"Com efeito, o Pontífice Romano, em virtude do seu múnus de Vigário de Cristo e de Pastor de toda a Igreja, possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode sempre livremente exercer este seu poder." P. 253, #882
"O Pontífice Romano... como Pastor e Doutor supremo de todos os fiéis." P. 255, #891

1. Igreja Católica eleva o Papa à posição de "supremo pastor"

 Enquanto a Igreja Católica eleva o Papa à posição de "supremo pastor e doutor de todos os fiéis", a Palavra de Deus revela que alguém já ocupa esta posição: 
"Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito." João 14:26
"Quando vier, porém, o Espírito da Verdade, ele vos guiará a toda a verdade." João 16:13

Jesus prometeu que este infalível instrutor habitaria conosco para sempre:
"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco." João 14:16

2. O Papa assumiu que homem algum tem como preencher:

O Papa assumiu claramente uma posição reservada somente ao Santo Espírito de Deus. É uma posição que homem algum pode preencher.
"Porque, qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também as cousas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus." 1 Coríntios 2:11

O apóstolo Paulo reitera que o Santo Espírito de Deus, não o homem, é o infalível mestre de todos os Cristãos:
"Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e, sim, o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente. Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito..." 1 Coríntios 2:12-13

3. A Semelhanças entre cristo e o Papa é notoriamente distintas:

Se o Papa é o substituto de Cristo na terra, deveria haver muitas
similaridades em suas vidas. Vejamos:

  • Enquanto na terra, Jesus jamais controlou grande riqueza. O Papa, porém, controla uma das mais ricas corporações do mundo. Se Jesus estivesse aqui faria isso?
  • Jesus vestia-se como um homem comum. Por outro lado, o Papa nunca é visto senão em trajes reais.
  • Jesus vivia rodeado de simplicidade e de pessoas simples, mas o Papa só vê opulência ao seu redor.
  • Jesus servia as multidões incansavelmente, enquanto o Papa viaja pelo mundo em seu Jato particular, encontrando-se com líderes de todas as nações.
  • Muitas pessoas eventualmente rejeitavam e odiavam Jesus porque ele falava a verdade combatia as questões politicas, sociais e religiosas da época e por isso Ele foi condenado pelos homens. O Papa é venerado e adorado por milhões em todo o mundo.
  • O Papa alegremente recebe o louvor dos homens, mas Jesus mesmo sendo mestre e Senhor dirigia toda adoração ao Pai, e falou de si mesmo:

"Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um só, que é Deus." Marcos 10:18 . Deveria o Papa aceitar a adoração das multidões? Vejamos como o "Papa" Pedro reagiu quando Cornélio tentou adorá-lo: "Aconteceu que indo Pedro a entrar, lhe saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos pés, o adorou: Mas Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem." Atos 10:25-26

4. O Papa: cabeça da Igreja?

O Catecismo afirma que:
"O Papa tem por instituição divina, poder supremo, pleno, imediato e universal na cura das almas." P. 266, #937
De acordo com a Palavra de Deus o Papa não é a cabeça da verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Essa posição é reservada exclusivamente ao Senhor Jesus:
"Porque o marido é o cabeça da mulher; como também Cristo é o cabeça da Igreja..." Efésios 5:23

Quanto ao título de "Santo Padre" (santo pai) usado pelo Papa, o próprio Jesus já nos havia instruído:
"A ninguém, sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está no céu." Mateus 23:9

Também, o Papa não apenas aceita o título de "Pai", mas ainda de "Santo Pai" (Santo Padre), bem assim um título só a Deus esta reservado:

"Quem não temerá e glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo." Apocalipse 15:4

5. Mais questões preocupantes

Mais uma vez a doutrina Católica e as Escrituras discordam e muito. Como resultado, você deve escolher em que lado vai ficar nas seguintes questões: 

  • Por que Deus não nos avisou na Bíblia que iria enviar o Papa como o Vigário de Cristo?
  • Por que a Bíblia insiste em que Jesus ainda é a cabeça da Igreja, se ele não é? Ou o é em conjunto com outro?
  • Por que a Igreja Católica deseja que o Papa seja a autoridade final, em vez de Jesus? visto que os Papas assumem o nome de outros Papas que se identicamente com eles, o único um pouco diferente foi o Papa Francisco que não assumiu o nome de outros Papas porém assumiu o nome de São Francisco de Assis. Seria ele mais humilde que Jesus.
  • Por que a Igreja Católica deseja que o Papa seja seu mestre em vez do Espírito Santo e a palavra de Deus?

 Conclusão

Só você pode responder estas perguntas por você mesmo. E só você pode decidir em quem você acreditará - nas tradições Católicas dos homens... ou na Palavra de Deus?
"Também nele (Jesus) estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo
principado e potestade." Colossenses 2:10
"Ele (Cristo) é a cabeça do corpo, da Igreja…" Colossenses 1:18

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Por que Jesus morreu?



“Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.”
Mateus 16:21


O que precisamos aceitar e entender e que o primeiro anuncio de  vinda  do Messias,  já estava  vinculada com  a  sua morte (Gn. 3.15).
A morte de Cristo é o cumprimento de tudo que foi feito por Deus para a humanidade e registrado nas escrituras sagradas (Lc.  24.26,44-46,  1Co.  15.3). Se Cristo não morresse não  há sentido, em tudo que Deus fez e está escrito na Bíblia para proveito nosso.

1. Jesus  morreu... 

1.1.         Para fazer a vontade  do  Pai.

“Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados.
Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste; Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram.
Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei). Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo.”
Hebreus 10:4-9

1.2.         Para demonstrar o amor de Deus.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.  João 3:16

“Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”
Romanos 5:6-8

1.3.        Para que nos morrêssemos como para o pecado (1Co.  15.3, Gl. 2.20).

“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,”  1 Coríntios 15:3

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.”  Gálatas 2:20

1.4.        Tirar de nós o atestado de condenatório.
                                                               
"Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.” Colossenses 2:14

1.5.               Para que  sejamos reconciliados  com o Pai.
                   
“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação; Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.” 2 Coríntios 5:18-19

Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.  Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.
E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;
Efésios 2:11-19

1.6.        Para aniquilar aquele que tinha o império da morte.

 "E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;” Hebreus 2:14

1.7.        Para  despojar todos  os principados  potestades.

“E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.” Colossenses 2:1

1.8.       Para destruir a própria morte.
“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;”  Romanos 6:3-8

“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. “ 1 Coríntios 15:54

2.    Quanto a sua ressurreição:

A ressurreição de Cristo (é uma demonstração clara da sua Deidade), quando Ele mesmo afirma  que tinha poder para entregar a sua vida  para ser morto  e poder para tornar a vida (Jo. 10.17,18)
Jesus predisse varias vezes  que ressuscitaria (Mt. 16.21, 17.9,22,23, 20.18,19, 26.32), ao afirmar que este  era o  sinal de  que ele era o messias.

2.1.        Qual os efeitos da ressurreição de Cristo.

2.1.1.   A ressurreição de Cristo é  a base da nossa salvação pela fé.

“E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. “ Apocalipse 1:18

“Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Romanos 10:8-9

2.1.2.  A ressurreição de Cristo é a garantia da nossa justificação.

“O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.”  Romanos 4:25

“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”. 1 Coríntios 15:17-22

2.1.3.   A ressurreição de Cristo separa-nos do Pecado.

“Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;”
Romanos 8:2-3

“Ressuscitando Deus a seu Filho Jesus, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, no apartar, a cada um de vós, das vossas maldades.”  Atos 3:26

2.1.4.  A ressurreição de Cristo Nos leva  a uma novidade de vida.

“Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6:9-11

“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” Colossenses 3:1-3

2.1.5.   A ressurreição de Cristo dar-nos-á vitória sobre satanás, a morte e o pecado.

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.”
1 Coríntios 15:55-58

“E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.”  Apocalipse 1:17-18

“Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.”  Apocalipse 3:21

Conclusão:


Esta é a verdade do Cristianismo Jesus que sempre existiu como o Pai, encarnou e viveu entre nós, andou pelo mundo fazendo o bem a todos e livrando todos os oprimidos do diabo, se entregou para se morto pelos nossos pecados e para satisfazer a justiça de Deus, e ao terceiro Dia ressuscitou, dando prova por quarenta dias desse fato.
Enviou os seus discípulos a irem por todo mundo pregando o evangelho a toda criatura batizando em nome do Pai, do Filho e do Espírito santo, ascendeu ao céu, enviou o Espírito Santo, esta a destra de Deus e um Dia vai voltar para buscar a sua Igreja e estabelecer o seu reino.

A ressurreição de  Cristo foi a sua glorificação e exaltação, através dela nós podemos ter a certeza da nossa ressurreição também (1Ts. 4.13-16, 1Co.15.16-19). E garantindo também a  nossa glorificação (1Co.15.50-53, 1Ts.4.16,17), para que sejamos semelhantes a Ele (1Jo.3.2, Fp. 3.20,21, Rm. 8.29).