sexta-feira, 31 de maio de 2013

Estando ligados em Cristo:


Em (Mt. 4.18-20) em (Mc 1:17).  Jesus disse: "vinde a mim e eu vos farei pescadores de homens"

“Vinde a mim....” – Esta em Jesus é condição essencial.

“...eu vos farei...”- O Senhor que nos coloca para fazer o que Ele quer (Jo 15:5), o homem nada pode receber sem que do céu seja dado (Jo3:27).

“...pescadores de homem”- Ganhar alma é o maior objetivo do Cristão.


Obs. O Reino de Deus não é “PESCA e CIA”, aqui os peixes devem permanecer no barco.

Isto é uma ordem dada pelo Senhor:

Disse o Senhor Jesus:

“...Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc. 16.15b).

“...Ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt. 28.1b).

“... Ide vós também para a vinha e recebereis o que for justo”.(Mt.20.7b).

“...Ide, apresentai-vos... dizei ao povo todas as palavras desta vida”. (At.5.20).

Conclusão:

Mas para fazer isso tem que se estar ligado na figueira que é Cristo por que sem Ele nada podemos fazer.

Jesus para os seus discípulos primeiro Ele disse: "vinde a mim..."  A Salvação, a conversão, a regeneração.

Depois O Senhor disse: "Aquele que quiser vir após mim..." O aprendizado, a dependência, o exemplo, acima de tudo a prova do novo nascimento.

E por ultimo Jesus disse: "Ide..." [adiante de mim] O resultado, fazer obra maiores do que a dele, por que Ele foi para o Pai, e nos fez pescadores de alma.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Nossa Família Sob Ataque:


A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa vetusta instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e desconstruir seus valores. Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentâneo.

1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nunhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).

2. A Suprema Corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.

3. O Ministério da Educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, nestes últimos dias, a presidente mandou suspender o referido kit.

4. O Congresso Nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!

Rev. Hernandes Dias lopes

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CUIDADO: Com a Igreja Orgânica

Esta é uma refutação a respeito doa adeptos desse novo modelo de Igreja, Juntarei minha analise ao de Denis Monteiro, para melhor compreensão dos
irmãos.

IGREJA ORGÂNICA: "As igrejas orgânicas se reúnem principalmente nos lares dos seus membros, como fazia a igreja no primeiro século."

RESPOSTA: Temos que entender o motivo do porquê. Não se podia ter igrejas (templos) construídos na época dos apóstolos até o fim de 380 d.C com a oficialização da religião do império. Os primeiros cristãos mudavam as cidades, mexiam com o sistema, eram intelectuais... Podemos dividir esse período em: “Período Apostólico” (30-70 d.C), “Período Sub-apóstólico” (70-135 d.C) e “Período dos Mártires e da Institucionalização da Igreja” (135-313 d.C). O termo “Apóstolo” significa “enviado”, em grego. Missionários itinerantes, que tiveram contato com Jesus de Nazaré. Foram testemunhas oculares. Até o ano 100 d.C os cristãos ainda são bem desconhecidos. Os romanos os confundem com os judeus. Aos poucos, o cristianismo vai mostrando sua existência. Era o início da “Grande Igreja”.

O Cristianismo nasceu e desenvolveu-se dentro do quadro político-cultural do Império Romano. Durante três séculos o Império Romano perseguiu os cristãos (época das perseguições), porque a sua religião era vista como uma ofensa ao Estado representava outro universalismo e proibia os fiéis de prestarem culto religioso ao soberano. Aos poucos se propagou em Roma e pelo império. 

As principais e maiores perseguições foram as do imperador Nero, no século I (morte de Paulo, Pedro), a de Décio no ano 250, a de Valeriano (253-260) e a maior, mais violenta e última a de Diocleciano entre 303 e 304 que tinha por objetivo declarado acabar com o cristianismo e a Igreja. O balanço final desta última perseguição constituiu-se num rotundo fracasso, Diocleciano, após ter renunciado, ainda viveu o bastante para ver os cristãos viverem em liberdade.

No século IV, o Cristianismo começou a ser tolerado pelo Império, para alcançar depois um estatuto de liberdade e converter-se finalmente, no tempo do imperador Teodósio (379-395), em religião oficial do Estado (380). O imperador romano, por esta época, convocou as grandes assembleias dos bispos, a saber, os concílios e a Igreja puderam então dar início à organização de suas estruturas territoriais.
As Catacumbas, as galerias escavadas, que eram usadas como esconderijo ou sepultura, exclusivamente por cristãos... As galerias muitas vezes têm dois ou três metros de altura e, de um a dois metros de largura, porém algumas vezes são menos espaçosas. É o lugar de ajuntamento onde os cristãos primitivos se reuniam para adorarem ao seu Deus e Salvador. (As catacumbas de Roma; Beijamim Scott; CPAD)

Infelizmente, as catacumbas de Roma não servem de inspiração para algumas igrejas, para que realizem seus cultos. Analisemos um texto: "Porque, se entrar na vossa sinagoga algum homem com anel de ouro no dedo e com traje esplêndido, e entrar também algum pobre com traje sórdido." (Tiago 2.2)

Veja que o autor do texto toma o sentido judaico de igreja para aplicar à igreja aonde é direcionada a carta. A palavra "sinagoga" tem como sentido construções onde aquelas assembleias judaicas solenes eram organizadas. Ou seja, percebe-se que antes mesmo das perseguições se concretizarem, possivelmente já havia um lugar de reunião como descreve Tiago, irmão do Senhor. 

IGREJA ORGÂNICA: "...aplicam suas ofertas no cuidado dos necessitados e na plantação de novas igrejas orgânicas, ao invés de aplicá-los em manutenção de templos e em salários de ministros profissionais."

RESPOSTA: A forma que estão aplicando as ofertas é bíblico, (Tg 1.27; 1º Tm 5.16), neste ponto, foi o que Jesus mandou fazer,
 como esta registrado em Mt.25. Mas dizer que as ofertas não são para a manutenção de templos e salários dos ministros, é antibíblico. Vejamos algumas passagens que nos provam ao contrário:

"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja MANTIMENTO na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos," (Malaquias 3.10 - ênfase do autor)

"Os presbíteros que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. 18 Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário."(1ª Timóteo 5.17,18)

Leia mais sobre o assunto. (Fp. 4.14-19; 1 Co. 9.9-14; 2Co. 11.8,9)
Jesus mesmo viveu da obra, Ele tinha mulheres que sustentava o seu ministério (Lc. 8.2,3).

"Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do Evangelho" (1Co. 9.14).


IGREJA ORGÂNICA: "..suas reuniões são participativas-livres - todos participam ativamente (ministram e são ministrados) - não há clérigos; qualquer irmão pode trazer uma palavra, orar, compartilhar um cântico, uma poesia etc. (com base em 1 Cor. 14.26-27)."

RESPOSTA: Bom, como provado no argumento acima, a pessoa responsável por trazer a mensagem e/ou o ensinamento era e é o presbítero (pastor). Não existe base bíblica para que não haja uma hierarquia eclesiástica, pois a Bíblia nos mostra claramente que havia os apóstolos (homens que andaram com Jesus) e diáconos (homens encarregados de servi a mesa (Atos 6). Quanto a oração não há restrição bíblica para que haja na igreja, conquanto que seja com ordem e decência. A onde que os apóstolos ensinaram que temos que ficar recitando poesia dentro da igreja? e ensinadores da palavra. 

Quanto a Efésios 4 o texto é claro quando diz que na Igreja deve haver organização e liderança como pastores, pregadores. E Paulo enviou tanto Timóteo como Tito que erem presbíteros, para eles consagrarem presbíteros e diáconos.

Acerca do modo que eles conduzem o culto, isso é mais uma inovação de mais uma visão, sendo assim anti-bíblica como as demais, visto que um dos motivo do Apóstolo Paulo ter enviado a segunda carta aos Corintios, foi para que houvesse organização no culto a Deus Cap. 11;12;13 e 14 de 2Corintios. A Carta que ele enviou a Timóteo também trata desse assunto (1Tm. 2.9-15).

E isto é uma ordem para todas as Igrejas (1Co. 14.26-40; 1Tm. 2.14,15).
IGREJA ORGÂNICA: "Cristo é o Cabeça das igrejas orgânicas e dirige diretamente as reuniões, por meio do Espírito Santo e não por meio de liturgias fixas."

RESPOSTA: Repetiremos muita coisa já refutada acima.
Sim, cremos que Cristo é o cabeça da Igreja, cremos porque a Bíblia nos diz. Sobre a liturgia, ela é bíblica e os adeptos da igreja orgânica, citando 1º Coríntios 14.26,27, deram um tiro no próprio pé, pois o que Paulo fez é uma ordem litúrgica: "Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja."
Veja que a palavra "outro" define a ordem que se deva seguir ou respeitar, como provado pelo próprio Paulo: "Portanto, façam tudo com decência e ordem.", por intermédio da liturgia, Deus age por seu Espirito. A palavra liturgia significa, segundo o tradicional dicionário, o culto público e oficial instituído por uma igreja; um ritual ou cerimonial religioso. A palavra liturgia tem sua origem primeira no grego leiturgia, que significa serviço, ritual ou de outra natureza; um serviço prestado a alguém em necessidade, executar um serviço (religioso). Os escritores do N.T. adotaram a terminologia em relação à compreensão cristã da responsabilidade perante Deus e da solicitude generosa pelos seres humanos. A palavra substantiva e seus correlatos verbais e nominais aparecem no Novo Testamento cerca de 15 vezes.

IGREJA ORGÂNICA: "...pastores são simples pais de família, maduros na fé e na idade (presbíteros), exemplos para os demais; são voluntários..."

RESPOSTA: Sim, tais pastores têm que ser pais de família (1º Tm 3.1-6), pode até por ocasião agir como um pai, mas nunca deve ser tratado como um

e sim como pastor, Jesus proibiu considerarmos a qualquer líder evangélico como Pai "E a ninguém na terra chamai vosso pai, por que um só é vosso, o qual está nos céus" (Mt. 23.9)

Já sobre o pastor ser "velho", por achar que a idade cria experiência, engano (O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento. Pv 1.7) Timóteo, filho na fé de Paulo, era jovem e pastor (1º Tm 4.12). Ser pastor não é ser voluntário como em uma ONG. Ser pastor é um chamado Divino, um dom dado por Deus. Paulo aos Efésios deixa isso bem claro: "E ele deu uns [para] pastores" (Efésios 4.11).  e por isso uma obrigação daquele "servo" (sig. escravo) executar.

Paulo disse: "Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!" (1Co 9:16 ) 
Samuel disse:  "E quanto a mim, longe de mim esteja o pecar contra o Senhor, deixando de orar por vos; eu vos ensinarei o caminho bom e direito". (1Sm 12:23)

Se a Obra é voluntária por que um dia nós iremos prestar conta daquilo que fazemos e do modo que fazemos para o Senhor e receber a devida recompensa, pelas nossa obras Seja bem ou seja mal.


 "Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal". (2Co 5:10).

Foi o que Jesus deixou claro quando a Parábola dos dois servos (Mt.24.45-51),e a parábola dos Talentos (Mt. 25.14-30).

Recomendo que vocês estudem o significado do termo "servo", como ele aparece nas escrituras. AMEM!!!


"Igreja genuína é toda aquela que proclama a Palavra fielmente e ministra os sacramentos dignamente. abandoná-la constituiu falta mui grave." João Calvino.

Cristo, a Escritura e o Cristão

Introdução: 

A escritura é fonte de prazer (Sl.1.2) e o fundamento do sucesso (Js.1.8) para o cristão que nela medita de dia e de noite e aplica em sua vida os princípios apresentados por Deus em suas páginas (veja mais aqui). A escritura é o depósito da verdade divina que transforma a vida daquele que se dedica a conhecer a Deus através de seus escritos. É nela que Deus se dá a conhecer Sua pessoa e vontade por meio de Cristo. No capítulo 17 do evangelho de João nós encontramos a mais expressiva oração de Cristo. Segundo nos instrui o evangelho, Cristo ora por Si mesmo (v.1-5), por Seus discípulos (v.6-19) e por fim por todos nós (v.20-26). E nessa oração encontramos três características de Cristo, como nosso mediador e revelador do Pai que nos impelem a conhecê-Lo ainda mais profundamente. É portanto, fundamental para o cristão que almeja desfrutar de um relacionamento de intimidade com Deus conhecer a verdade divina através de Jesus Cristo.


1. Cristo manifesta o nome do Pai


Jesus Cristo é a verdade (Jo.14.6) que liberta (8.32) e aquele que pode explicar quem o Pai é (1.18), por que Ele é o único que desfrutou a eternidade com o Pai (1.1), que veio do Pai (16.28), aos homens (1.14) para manifestar a verdade sobre Ele (3.13). Essa verdade é reconhecida pelo próprio Senhor, pois em sua oração ele mesmo afirma: “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo” (v.6; cf. v.25). Jesus Cristo afirma que Ele mesmo deu a conhecer o nome de Deus, Yahweh, que significa “Eu Sou”. Isso provavelmente se refere ao fato de que o próprio Cristo usou esse mesmo nome sobre Si mesmo (8.58) e por diversas vezes o usou em relação à sua identidade como o Pão da vida (6.35), Luz do mundo (8.12), Bom Pastor (10.11) e assim por diante.

Mas, também devemos considerar que o termo “nome” significava muito mais para os judeus do que somente a descrição nominal de um indivíduo; para eles, o “nome” de uma pessoa era também a descrição do caráter ou natureza de um indivíduo. Tiago e João eram chamados de Boanerges, o que significa Filhos do Trovão (Mar.3.17). José, um dos parceiros ministeriais de Paulo, era chamado Barnabé, que significa Filho da exortação (At.4.36). Simão, o discípulo de Cristo, foi chamado de Cefas que significa pedra (Jo.1.42; Mat.4.18; 16.18). Esses nomes foram assim dados por serem a descrição da personalidade ou natureza de cada indivíduo. Portanto, Cristo é Aquele que manifesta o Pai nas suas características e natureza. Não podemos conhecer a Deus a parte de Cristo, nem mesmo à parte do evangelho. Onde encontramos a manifestação do nome do Pai? Nas escrituras sagradas é quem encontramos o que precisamos saber sobre Deus por meio de Cristo Jesus. É por isso que o cristão deve se dedicar a conhecer a Deus por intermédio das escrituras.


2. Cristo transmite a palavra do Pai


Cristo também afirma que Ele mesmo teria se encarregado de transmitir as palavras de Deus aos seus discípulos: “Eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste” (Jo.17.8). Ele é o mediador entre Deus e os homens (2Tm.2.5) autorizado a propagar a mensagem do Pai e que apresenta tudo o que recebeu do Pai aos discípulos (15.15). Em Sua incarnação, Cristo humildemente oferece aos homens somente aquilo que recebeu do Pai (14.10), de tal forma que até mesmo seus discípulos reconhecem que Ele é o único que tem palavras de vida eternal (6.68). É interessante notar, que Cristo não é apenas aquele que ofereceu (no passado) as palavras de Deus, mas Ele ainda o faz hoje (no presente): “Eu lhes tenho dado a tua palavra” (v.14).

Entretanto, a transmissão da palavra do Pai realizada por Cristo foi rejeitada pelos homens que o crucificaram e ainda o é em nossos dias por todos que não O recebem por meio da nossa pregação do evangelho. Contudo, os discípulos de Cristo nos dias de sua encarnação receberam as palavras de Deus transmitidas por Cristo (v.8) e agora crêem que Cristo fora enviado pelo Pai ao mundo. Eles também reconhecem que Seu ensino vem do Pai (v.7) e que esse ensino é a verdade divina. Portanto, se quisermos ser bons seguidores de Cristo, precisaremos seguir o exemplos de Seus discípulos e receber a mensagem de Cristo estampada nas sagradas escrituras e reconhecê-la como a mensagem de Deus. Afinal, é a partir de Cristo que podemos conhecer a Deus verdadeiramente.


3. Cristo transmite a Glória do Pai


Por fim, Cristo também transmite aos Seus discípulos a Glória que recebeu do Pai: “Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado” (v.22). A vida de Cristo teve por objetivo maior o glorificar a Deus (v.4), mesmo que isso significasse passar pela morte (Lc.22.42). Ele foi obediente até a morte de cruz (Fp.2.8) e pela obediência consumada foi aperfeiçoado (Hb.5.8-9). Tudo isso aconteceu em função de que a Glória de Deus estava em primeiro lugar em sua vida.

Isso precisou ser assim por que Cristo trocou a alegria que lhe estava proposto pelo sacrifício que faria por nós em uma cruz (Hb.12.2). Cristo se esvaziou (Fl.2.6) da Glória que tinha com o Pai desde a eternidade (Jo.17.5) para que pudesse transmitir unicamente a glória do Pai aos homens, a mesma glória que o próprio Pai teria dado ao Filho para Seu ministerio entre nós (v.22).

O objetivo de Cristo em assim fazer era que pudéssemos chegar à unidade com o Pai, do mesmo modo que Ele o Pai desfrutam de unidade (v.22): “Eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade” (v.23). Esse relacionamento harmonioso do cristão com Cristo e com o Pai é o fundamento da unidade da comunidade de fiéis. É essa unidade que garante o testemunho da verdade de Cristo ao mundo: para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (v.24). Essa
unidade não é institucional, como se a organização de uma igreja refletisse o caráter de Deus. Essa unidade é espiritual e relacional. A partir da salvação o cristão é convidado para um ambiente de relacionamento de paz com Deus (Rm.5.1), e no desenvolvimento desse relacionamento com Deus é que os cristãos podem encontrar a verdadeira unidade.

Conclusão:



Se é em Cristo que encontramos a verdadeira manifestação da pessoa do Pai, as palavras do Pai e mesmo a glória de Deus, nós cristãos devemos nos empenhar em conhecê-lo profundamente. E claro, não existe melhor livro para conhecê-Lo senão as inspiradas escrituras de Deus. Portanto, a prazerosa meditação diária das escrituras é uma excelente maneira de conhecer a Deus e a Cristo, Seu Filho.

Por Marcelo Berti


4 Característica de Uma Pessoa desviada ou Não Regenerada.

Bem sei que nós meros mortais não podemos sondar o coração do homem, nem tampouco prescrutar seu interior, todavia, também sei que o comportamento dos homens aponta para o fato de que estejam ou não servindo a Deus. Ora, não quero entrar no mérito se o crente pode ou não cair da graça (até porque eu penso que não), entretanto, gostaria de forma prática elencar 04 características de uma pessoa "desviada" dos caminhos do Senhor.

1- Ela vive na prática do pecado.

Um seguidor de Jesus não vive na prática do pecado. É muito comum por exemplo ouvir relatos de moças e rapazes que se dizem cristãos, sem contudo abandonarem uma vida de iniquidades. Ora, se o jovem nasceu de novo, ele tem por característica o amor a Deus, e por amar o seu Salvador fugirá das paixões da mocidade não tendo relacionamento sexual com o namorado (a).  "Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus." (I João 1 3:9) João também afirma que aquele que diz: "Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade." (1 João 2:4)

2- Ela não ora mais.

Uma das principais características de um cristão é a sua vida de oração. Se o "crente" não ora mais e nem tem prazer na oração isso aponta para o fato de que esteja desviado. Outro dia soube de um pastor que de púlpito confessou a igreja que pastoreava que durante um ano inteiro não orou nenhuma vez sequer. Ora, o crente anseia pelo seu Senhor e deseja a todo custo ter comunhão com o seu Redentor, todavia, se não ora mais nem tampouco tem prazer na oração é bem possível que esteja desviado.

3- Ela não lê, nem tampouco obedece as Escrituras.

Uma pessoa que se diz cristã e não dedica tempo a leitura da Bíblia está se enganando. Um discípulo de Jesus não somente medita nas Escrituras, como as obedece. O reformador alemão Martinho Lutero, costumava dizer que ou a Bíblia nos afasta do pecado ou pecado nos afasta da Bíblia.

4- Ela não congrega mais. 

Uma pessoa desviada não mantem comunhão com os irmãos. O Apóstolo João em sua primeira epístola afirmou que se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7) Ora, se o individuo se afasta da comunhão dos Santos, dos sacramentos e da relação com os eleitos de Deus com certeza encontra-se desviado. Se andamos na luz, vivemos comunitariamente servindo a Deus e servindo aos irmãos. O Escritor de Hebreus com propriedade afirmou: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb. 10.25).

Pense nisso!



Fonte: Renato Vargens em seu blog

sábado, 25 de maio de 2013

A Característica do Ministério de Paulo


Paulo de Tarso, também chamado de Apóstolo PauloSaulo de Tarso e São Paulo, foi um dos mais influentes escritores do cristianismo primitivo, cujas obras compõem parte significativa do Novo Testamento. A influência que exerceu no pensamento cristão, chamada de "paulinismo”, foi fundamental por causa do seu papel como proeminente apóstolo do Cristianismo durante a propagação inicial do Evangelho pelo Império Romano.
Conhecido como Saulo antes de sua conversão, ele se dedicava à perseguição dos primeiros discípulos de Jesus na região de Jerusalém. De acordo com o relato na Bíblia, durante uma viagem entre Jerusalém e Damasco, numa missão para que, encontrando fiéis por lá, "os levasse presos a Jerusalém", Saulo teve uma visão de Jesus envolto numa grande luz. Ficou cego, mas recuperou a visão após três dias e começou então a pregar o Cristianismo.
Juntamente com Simão Pedro e Tiago, o Justo, ele foi um dos mais proeminentes líderes do nascente cristianismo. Era também cidadão romano, o que lhe conferia uma situação legal privilegiada.
Treze epístolas no Novo Testamento são atribuídas a Paulo, mas a sua autoria em sete delas é contestada por estudiosos modernos. Agostinho desenvolveu a ideia de Paulo que a salvação é baseada na fé e não nas "obras da Lei" . A interpretação de Martinho Lutero das obras de Paulo influenciou fortemente sua doutrina de "sola fide".

Credenciais do apostolado de Paulo

Autenticado pelo Senhor – II Cor.1.1,21,22; 3.5,6; 4.6.
Pelas obras – II Cor. 12.12.
Pelos perigos e sofrimentos – II Cor.6.4-10; 11.23-27.
Pelas revelações divinas – II Cor.12.1-5.
Paulo se admira de que os coríntios estivessem se deixando levar pela idéia de exigir-lhe credenciais. Eles próprios eram frutos do trabalho de Paulo. "Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações", disse o apóstolo (II Cor.3.2). Eles seriam ainda a glória de seu ministério diante de Deus (II Cor.1.14).

Característica Do ministério de Paulo

  • Sem lucro pessoal. II Cor.11.9.
  • Exercido com grande esforço e sacrifício (6.3-10; 11.23-29).
  • Consolador – 1.4-7.
  • Sofredor – 1.5-9; 4.8-12; 5.4; 6.4-10; 7.5; 11.24-28.
  • Santo, simples, sincero, verdadeiro – 1.12; 2.17; 4.2; 7.2.
  • Constante – 1.17-19; 4.1,16.
  • Interessado pelo bem da igreja, zeloso – 2.3-4; 7.7-8; 11.2-3,7; 12.20-21.
  • Triunfante – 2.14; 4.8-9; 12.10.
  • Abnegado (desprendido) – 4.5,11; 5.13; 11.7,9.
  • Motivado pelo amor de Cristo – 4.5,11; 5.14.
  • Espiritual – 4.18; 5.16; 10.4.
  • Persuasivo – 5.11,20; 6.1; 10.1-2.
  • Reconciliador – 5.19-21.
  • Produtivo – 12.12.
  • Com autoridade – 2.9; 13.2; 10.1-11.
  • Capacitado por Deus – 3.5

Paulo um homem que se Gloriava na Tribulação:

Paulo nos surpreende quando se gloria na tribulação (II Cor.11.30). Isso nos parece estranho, mas tal atitude se dá porque Paulo tem em vista o resultado de um processo, e também considera uma honra sofrer pelo nome de Jesus. Como escreveu aos Romanos, "a tribulação produz perseverança" (Rom.5.3). A tribulação não é inútil. Ela produz alguma coisa. Nisso está o seu valor. Assim como uma cicatriz é um tecido mais resistente do que a pele normal, a tribulação vai produzindo em nós maior resistência, de modo que nos tornamos cada vez mais capazes para enfrentarmos diversas dificuldades futuras.

Paulo até se gabava de ter sofrido mais do que outros que se diziam servos de Deus (11.23-28; 12.10). Aquele que nada sofre, que nenhum risco corre, que nenhum fruto produz, poderá ter o seu ministério desacreditado até por si mesmo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Deleita-se no Senhor

Quando lemos a palavra de Deus confiamos nela e a colocamos e a praticamos, isso faz com que nós vivamos um Tempo de felicidade, de regozijo e deleite é um sentimento de satisfação pessoal (Rm. 14.17).

Deleite é a sensação de prazer e bem-estar, é aquela tranquilidade de que tudo vai bem, de que as coisas estão sobre controle ainda que esteja descendo chuvas, correndo rios e batendo vento. 
Como uma pessoa pode chegar neste este estágio da vida Cristã. Confiando e vivendo segundo a palavra de Deus. O verdadeiro Cristão:

·      Deleita-se na perseguição (Mt. 5.11,12; 1Pe. 4.12,13).
·      Deleita-se por vir a casa de Deus (Sl. 100.4).
·      Deleita-se no Senhor para ter vitória (Sl. 37.4)
·      Deleita-se no senhor para ser forte (2Co. 12.10).
·      Deleita-se na esperança (Rm. 12.12; Sl. 42.5).
·      Deleita-se com alegria do próximo (Rm. 12.15).
·      Deleita-se com o crescimento espiritual do próximo (1Co. 1.4,5).
·      Deleita-se quando for tentado (Tg. 1.2).
·      Deleita-se na Oração (1Tm. 2.1; Fp. 1.3,4).
·      Deleita-se na meditação da palavra (Js. 1.7,8).
·      Deleita-se em fazer a obra de Deus (Sl. 100.2; 1Co. 15.).
·      Deleita-se na sua salvação (Sl. 103.1-5).

·      Deleita-se sempre no Senhor (1Ts. 5.16,18; Fp. 4.4).

Pode parecer difícil mais ninguém esta livre dos percussos da vida, com cristo é possível, ainda que um homem e e uma mulher de Deus, andar pelo vale da sombra da morte não temerá mal algum, por que o Senhor que é a sua luz e a sua salvação estará contigo. Amem!!!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Muitos lares serão destruídos, muitos ministério ruirão

Muitos lares serão destruídos, muitos ministério ruirão, e o que é pior é que as pessoas que passarem por isso, muitas delas não saberão e provavelmente não conseguirão se reerguer, e isso
tudo por que faltou conhecimento.

Mas como eles aprenderão se não há quem ensine, e como ensinarão se cada vez mais não há disposição dos crentes em aprender. para que mudem ideias e conceitos já arraigados em tais consciências.
Não adianta você querer argumentar nas escrituras para que deixem as suas meninices, ensinar com uma gama de versículos contextualizados, para demonstrar que não é ma ideia sua mas das escrituras em que tais atitudes estão erradas. O que vale eles é a experiencia pessoal,  "Deus falou comigo"; "eu sei  que eu senti"; "eu vivi isso com Deus" etc.

Como um Deus imutável, que é o mesmo ontem hoje e será eternamente, pode dizer uma coisa aqui e outra ali totalmente diferente sobre o mesmo assunto. Como o Senhor pode dizer particularmente para uma pessoa aquilo que não está nas escrituras, ou que é pior que contradiz tudo que Ele disse antes, ou que é contrária a seus caráter. Como Deus pode dizer algo que coloca o homem no centro, e no trono, visto que Ele que é Soberano, e a sua Glória O Senhor não dá a outrem. O que vemos sendo apresentado é um deus sem vontade, refém dos desejos humanos. Ele não é Deus, é um simples servo dos  homens desejosos por sentir bem.

O que Deus disse um dia Ele não muda nunca mais. Ainda que um anjo do céu viesse, ou qualquer  espírito dissesse, ainda que a mais louca experiencia supostamente provasse, não tem como Deus se contradizer, ou esse anjo não é de Deus, ou esse espírito não é divino, ou a pessoas é uma louca que não sabe discernir experiência, mas Deus mesmo não se contradiz. O mais triste é que vemos que "esse falar de Deus",  que ignora as escrituras em pouco tempo esvanece, mas as pessoas que vivem dessas experiencias ignoram isso na suas próprias vida, e continuam  de experiencia e em experiencia de revelação e revelação, tendo um aparente cumprimento, e vivendo em decepção em decepção, por que se elas pararem para pensar, muitas delas foram causadas por seguirem os seus instintos, ou sentimento, ou que falaram para elas, ou sei lá o que.

Toda a profecia divinamente falada, deve passar pelo clivo das escrituras que foi antes divinamente inspirada. Se Jesus Cristo contradizer a sua palavra, Ele estará contradizendo não só o que Ele disse, mas a se mesmo, visto que Jesus é a palavra viva.

Muitos casamentos e ministérios estão sendo destruídos, por que seguir o caminho do mandamento do Senhor é muito estreito, mas os outros caminhos são largos e mais fáceis, porém o caminho deles é de morte, mas ideia é essa sabe lá se dar certo.

Na verdade o que falta na maioria dos crentes é o amor real por Deus, por que quem O ama segue os seus mandamentos, foi o Senhor Jesus quem disse, e ainda completou dizendo que aquele que tem os seus mandamentos e os guarda esse é que lhe ama.

Nós devemos aprender uma coisa que amuletos da sorte não surtem efeito, ainda que esse amuleto seja Deus. mas ouvir a palavra de Deus e pratica-la isso sim faz surte efeito, faz com que a nossa casa  e nosso ministério não venham a ruir.

Parar aprender é um sinal de humildade, é confrontar a se mesmo, é esta disposto a mudar, e chegar a conclusão que muitas coisas que você acreditava a vida toda está errado, e para fazer isso tem que ser espiritual.

Que Deus abençoe que o menor número de Irmãos passem por isso através do conhecimento. Amem!!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

CUIDADO: Com a Tendência do Evangelicalismo.


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Um alerta de John MacArthur: Em seu novo livro Escravo (futuro lançamento da Fiel), John MacArthur alerta sobre a tendência do evangelicalismo em relação ao pragmatismo. Confira.


O curso do evangelicalismo predominante é direcionado por preocupações pragmáticas, não por teológicas. Os gurus do movimento de crescimento da igreja se preocupam com o que atrai a multidão, e não com aquilo que a Bíblia diz. Devido ao bem sucedido apelo à carne não redimida, os pregadores da prosperidade fazem do homem o mestre, como se Cristo fosse um tipo de gênio da lâmpada – obrigado a conceder saúde, prosperidade e felicidade àqueles que enviam dinheiro o suficiente. Mesmo em alguns círculos conservadores, métodos mundanos
pragmáticos (incluindo humor crasso e discurso grosseiro), e adaptações quase ilimitadas do que há de pior na música mundana são defendidos calorosamente, contanto que obtenham resultados visíveis. A triste realidade é que a popularidade, não a fidelidade a Cristo e à sua Palavra, tem se tornado o novo padrão de medida e a atual marca da ideologia do não-senhorio.

Como resultado, as Escrituras têm sido sistematicamente substituídas por qualquer outra coisa considerada mais relevante ou interessante. O empreendedorismo do movimento independente da igreja a tem tornado popular, ao ponto de milhares de pretensiosos “cristos” edificarem seus próprios impérios de mídia, rotulando a si mesmos como apóstolos e dando nome de igrejas a suas organizações. 
Mas estes ministérios magnatas não estão interessados em edificar a igreja verdadeira, que
é um fato evidenciado por sua indiferença para com a verdade proposicional, somado à sua ganância em ganhar a simpatia do povo, tanto por minimizarem a Palavra de Deus quanto o senhorio de Cristo. Eles diluem o evangelho, encurtam ainda mais seus ralos sermões e adaptam uma estratégia de marketing para seu ministério. Ao fazerem isto, rebelam-se contra Cristo!

O Senhor expressa seu governo em sua igreja, à medida que a Escritura é pregada, explanada, aplicada e obedecida. Diminuir o papel dominante da Escritura na vida da igreja significa tratar o Senhor da igreja como se sua revelação fosse opcional. É nada menos que um motim. E a gravidade de tal revolta não se pode medir. Um ministério não bíblico, uma pregação não expositiva e um ensino não doutrinal usurpam a autoridade de Cristo como cabeça, silenciando sua voz para com suas ovelhas. Este tipo de abordagem
devastadora afasta do corpo de Cristo a mente de Cristo, produz indiferença para com sua Palavra e extingue a obra do seu Espírito. E, ainda, remove a proteção contra o erro e o pecado, elimina a preeminência e a clareza, desfigura a adoração, semeia a transigência, desvia a honra devida ao verdadeiro cabeça da igreja, e o Senhor não toma com agrado aqueles que roubam a sua glória.

John Macarthur expõe a teologia da prosperidade

terça-feira, 21 de maio de 2013

CUIDADO: Com a Ideia Mística "tudo que ligarmos na terra será ligado no céu".


Os adeptos da confissão positiva, da teologia da prosperidade usam como argumento para as suas discrepâncias teológicas suas campanhas para arrecadarem dinheiro e fazerem promessas para os simples, a passagem dita por Jesus em Mateus 16:19 e/ou Mateus 18:18 para afirmar que as próprias pessoas reunidas em concordância se desejarem algo e pedirem isso a Deus, determinarem acontecerá, ou seja, ligam e desligam nos céus as ações aqui na Terra, quando e como bem quiserem.

Estas passagens são muito utilizadas pelos adeptos da confissão positiva, da teologia da prosperidade, do movimento neo-pentecostal, dos pregadores televisivos, das muitas comunidades evangélicas que são abertas constantemente em nosso país, dos quais reivindicam de Deus exigindo as bênçãos que eles verbalizam como "ligadas nos céus". Esta refutação também serve para este caso. Vejamos as passagens bíblicas:

“Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus.” (Mt 16:19, ARA)

“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus” (Mt 18:18, ARA)

Analisando com atenção, notamos que na verdade não é nós que ligamos algo na terra para então depois ser ligado nos céus. O que acontece é exatamente o contrário! Exegeticamente, os termos “terá sido ligado” e “terá sido desligado” (grego = éstai dedeménon éstai lelyménon) está no tempo futuro perfeito passivo perifrásico, o que indica uma ação ocorrida anteriormente, com reflexos no presente. Ou seja, implica que primeiro foi ligado no céu, para só depois ser ligado na terra, a ação de Deus precede a do homem e não o contrário!

Simplificando a coisa funciona assim: Tudo aquilo que for ligado na Terra que já tiver sido pré-estabelecido no céu desde a Eternidade, como a salvação, será ligado no céu, ou seja, se um grupo de irmãos se reunir em oração, (por que se a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos [Tg. 4.16b], imaginem mais de uma pessoas em oração) pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve (1jo. 5.14). 
Pense só em uma coisa: Uma igreja se reúne e concorda na terra em pedir algo, que não esta na vontade de Deus. Mas como os crentes se reuniram em concordância Deus irá fazer? Claro que não!

Este é o grande problema que vemos neste conceito, pois além de distorcer o verdadeiro significado do texto, torna-se uma afronta a soberania de Deus, colocando-o em condição de mero observador, totalmente passivo às atitudes humanas. Contrário a isto as vezes que a Igreja aparece reunida em oração, é para algo que são de cima e não para aquilo que são dessa terra.
 
O que Cristo “ligou” e sancionou nos céus foi à autoridade dada aos discípulos, pra que eles pudessem, em Seu nome, abrir o reino dos céus para os crentes e fechar para os descrentes através do evangelho.
O desenvolvimento desta verdade está claramente demonstrada em Atos 2:14-40, quando Pedro abriu a “porta do reino” através do evangelho para os judeus diretamente e pata todos que estavam ali, pregando e anunciando a vontade de Deus com a autoridade que o Mestre tinha outorgado. E Depois para os gentios quando esteve na casa de Cornélio (At. 10.1-48).

Pedro e os apóstolos foram os agentes humanos através de quem a entrada no reino de Deus seria negada ou permitida

Conclusão:
        
Que os cristãos se reúnam em nome do Senhor Jesus Cristo, tentando ligar aqui na terra, o que é da vontade de Deus, que é que o Seu nome seja santo, como Jesus disse: “... santificado seja o seu nome...”, e não para pedirem coisas

para gastarem em seus próprios interesses por que desses pedidos o Senhor não se agrada (Tg. 4.3).

Irmãos vejam nas escrituras quais sãos as boas e perfeitas vontade de Deus, e se reúnem em oração para isso, a vontade de Deus é que nenhuma alma se perca, que todos que vem até Cristo sejam lançados fora, a nossa santificação e purificação, o nosso aperfeiçoamento. Que a sua obra seja realizada com zelo, a comunhão de todos os santos etc. é para isso que deveríamos nos reunir em concordância aqui na Terra.