sexta-feira, 27 de março de 2015

Revelação Geral e Revelação Especial.

conhecendo o Deus de Jesus Cristo através da revelação geral e
especial.
A Bíblia tem muito a dizer sobre o Deus de Jesus Cristo, digo o Deus de Jesus porque muitas pessoa, na pós-modernidade, estão forjando o seu próprio Deus. E não é por falta petistas que conduzem ao deus verdadeiro. Jamais. O Deus da bíblia é o Deus que se revela, que se faz acessível, que "tira o véu" do ser humano portanto pode conhecê-lo, ama-lo e servi-lo prazerosamente. E o que é revelação?

Os teólogos, não raro, residem Revelação em Geral e Especial, quanto ao tipo específico Revelação Ativa e Revelação Passiva.

Revelação Geral: Termo usado para declarar que Deus revela algo sobre a sua natureza divina na ordem criada. peça auto revelação de deus por meio da criação e dita geral porque proporciona apenas uma informação generalizada ou indireta sobre Deus, apresentando o fato de que ele existe e é poderoso, e que, e por, está disponível a toda humanidade. Esta é uma revelação clara constante sem linguagem articulada universal e majestosa.

Revelação Especial: Revelação Divina que é exteriorizada em especial na história da salvação, a mesma tanto expõe a natureza humana quanto exalta a promessa da salvação dada por Deus através de Jesus Cristo. Outros teólogos ainda acrescento que a revelação especial é, "pessoal, compreensível, progressiva registrada e transmitida". A revelação especial complementa e alicerce o desvendamento da revelação geral. Jesus cristo e as escrituras são a revelação especial de Deus a humanidade. O Verbo é a mais sublime revelação de Deus. O escritor aos Hebreus escreveu.

Hebreus: 1. 1. Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; - Bíblia JFA Offline


Já as Escrituras a respeito Dele testificam (João 5 35). Deus revelou se exclusivamente nas escrituras: O Antigo Testamento o mostra em cada um dos seus livros, O Novo Testamento seguiu o mesmo roteiro: o apóstolo Paulo, atitulo de exemplo, referir-se a Deus de maneira numerosa e surpreendente, citando 548 das 1314 vezes.



Jesus Detalha o Seu Sofrimento.

Esta é a ultima das trés profecias ditas por Jesus acerca de seu
sofrimento, Jesus tenta sem sucesso, não só alertar e prever, como explicar para os seus discípulos o seu destino, para que os mesmo possam segui-Lo sem reservas.

Ora, estavam a caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles, e eles se maravilhavam e o seguiam atemorizados. De novo tomou consigo os doze e começou a contar-lhes as coisas que lhe haviam de sobrevir, dizendo: Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; e eles o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios; e hão de escarnecê-lo e cuspir nele, e açoitá-lo, e matá-lo; e depois de três dias ressurgirá. Marcos: 10. -32-34 - Bíblia JFA Offline

Note o início bastante estranho, lembre-se que a palavra grega traduzida por estrada (holos), também pode ser traduzido pela palavra caminho, mais simbolicamente aberta - eles estão todos no caminho, o um pelo menos deveriam está no caminho para a morte e ressurreição com Cristo

Lembre-se que Marcos já havia ampliado este aviso para todo mundo (a multidão), e não somente para os doze discípulos. "E chamando a si a multidão com os discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me."  Marcos: 8. 34.

Este Tema repete-se aqui sem sutilezas. Jesus esta indo adiante deles e os que seguiam estavam com medo, esta era uma reação apropriada visto que Ele os havia desafiado a segui-lo até o final, ou seja, até a morte e ressurreição.
Quando então Jesus chamou os doze a parte? Marcos enfatiza que eles não são os únicos envolvidos nesta jornada. Além disso esta profecia é a mais detalhada das três (Marcos 8.31,32a; 9.30,31; 10.33,34), na verdade um resumo da execução dele mesmo.

Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas;

Marcos: 14. 10. Então Judas Iscariotes, um dos doze, foi ter com os principais sacerdotes para lhes entregar Jesus. 11. Ouvindo-o eles, alegraram-se, e prometeram dar-lhe dinheiro. E buscava como o entregaria em ocasião oportuna.

...e eles o condenarão à morte,

Marcos: 14.63-64. Então o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que precisamos ainda de testemunhas? Acabais de ouvir a blasfêmia; que vos parece? E todos o condenaram como réu de morte.

...e o entregarão aos gentios;

Marcos: 15. 1. Logo de manhã tiveram conselho os principais sacerdotes com os anciãos, os escribas e todo o sinédrio; e maniatando a Jesus, o levaram e o entregaram a Pilatos.

...e zombarão dele;

Marcos: 15. 20. Depois de o terem assim escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e lhe puseram as vestes. Então o levaram para fora, a fim de o crucificarem.

...e cuspirão nele,

Marcos: 15.19. Davam-lhe com uma cana na cabeça, cuspiam nele e, postos de joelhos, o adoravam.

Marcos: 14.65. E alguns começaram a cuspir nele, e a cobrir-lhe o rosto, e a dar-lhe socos, e a dizer-lhe: Profetiza. E os guardas receberam-no a bofetadas.

...irão açoitá-lo,

Marcos: 15.15. Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás; e tendo mandado açoitar a Jesus, o entregou para ser crucificado.

...e matá-lo;
Marcos: 15.20,24 Depois de o terem assim escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e lhe puseram as vestes. Então o levaram para fora, a fim de o crucificarem. Então o crucificaram, e repartiram entre si as vestes dele, lançando sortes sobre elas para ver o que cada um levaria.

...e depois de três dias ressurgirá.

Marcos: 16. 6. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou; não está aqui; eis o lugar onde o puseram.

Marcos: 16. 9. Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.

Marcos: 16. 12. Depois disso manifestou-se sob outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo,

Marcos: 16.14 Por último, então, apareceu aos onze, estando eles reclinados à mesa, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem dado crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.

Para Marcos essa s trés profecias enfatizam que Jesus tinha total consciência do que estava destinado a lhe acontecer, mas mostra também que Jesus estava convocando os seus seguidores a estarem com Ele até o fim, porém os discípulos não compreenderam que o senhor o estava chamando também para o martírio.

domingo, 22 de março de 2015

Glauber Plaça: Nova Manhã


Um dos meu louvores favoritos part 3


Stenio Marcius: E Se



A Realidade dos Anjos


Os Anjos são Reais: Independente das ideias e fantasias mitológicas das religiões do
mundo, a revelação aceitável no mundo se encontra na Bíblia.

1. Os anjos são reais.

A palavra no hebraico é ma'ak e no grego angellos, que significam a mesma coisa: mensageiro, enviado. O termo anjo aplica-se a todas as ordens de espíritos criados por Deus (Hb. 1.14). Os anjos são seres espirituais feriados especialmente com a mais alta destinção entre todos os seres vivos criados por Deus, e a palavra de Deus destaca a manifestação desses seres (Jó 38.6,7; Hb 2.2; Lc 2.13; Mt 4.11; 28.2; Lc 24.4,5; At. 1.10).

2. Existam anjos bons e anjos maus.

Na criação original dos anjos, não houve essa distinção entre bons e maus. A bíblia declara que os anjos foram criados no mesmo nível de justiça, bondade e santidade (2 Pe 2.4, Jd 6). O que os define entre bons e maus é o fato de que eles foram criados como seres morais com livre-arbítrio, e dai a liberdade de escolha consciente entre bem e o mal. A queda de Lúcifer deve-se a esta condição moral dos anjos (Is. 14. 12-16; Ez. 28. 12-19).
A palavra Deus fala a respeito dos anjos que pecaram contra o Senho e não guardaram a sua santidade (2Pe 2.4; Jd 6; Jo 4.18-21). Aos anjos que não pecaram, Deus o exaltou e os confirmou a sua posição celestial e para sempre estarão a sua presença, contemplando e executando a vbintade do Senhor (1Tm 5.21; MT 18.10).

Conclusão

A quantidade existente de anjos é única e incontável, porque desde que quando foram criados não foram aumentados nem diminuídos. Eles não procriam e foram criados todos de uma vez pelo poder da Palavra de Deus, são mimilhares e milhares, multidão dos exércitos do céu (Ap 5.11; Dn 7.10; Dt. 33.2; Hb 12.22; Lc.2.13

É impossível determinar o numero de anjo, por que é incontável, ou seja o mesmo número desde que foram criados (

segunda-feira, 9 de março de 2015

domingo, 8 de março de 2015

sábado, 7 de março de 2015

Conheça a história das 10 mulheres guerreiras que mudaram História.

o importa se ela é mãe, dona de casa, estudiosa, trabalhadora, um espírito livre
ou todas essas opções ao mesmo tempo, toda mulher tem um pouco de guerreira dentro de si. E por mais sexista que a sociedade e a história tendam a ser, muitas dessas lutadoras conseguiram conquistar espaço e subir acima de todos os homens, mudando completamente o rumo de batalhas e a situação de países inteiros.
Na lista a seguir, você confere quem foram as mais famosas mulheres guerreiras da história, desde o início da era cristã até a Segunda Guerra Mundial. Indo das irmãs que se opuseram às forças esmagadoras do Império Chinês e da responsável pela criação de uma extensa rede de ninjas do sexo feminino até a icônica Joana d’Arc e a melhor atiradora de elite conhecida, conheça os feitos dessas incríveis combatentes.

1 – As irmãs Trung (século I)

Trung Trac e Trung Nhi nasceram durante o período de 1 mil anos em que o Vietnã permaneceu sob ocupação do Império da China, testemunhando desde a infância os abusos e o controle ferrenho sofrido por seus compatriotas. Após sofrerem uma tragédia particularmente pessoal, elas se armaram e conseguiram derrotar uma unidade chinesa local.
O feito inspirou os vietnamitas a seguir sua liderança e, então, as irmãs Trung conseguiram formar um exército com cerca de 80 mil combatentes, delegando as posições mais elevadas de comando a mulheres de sua confiança. As forças da população não somente conseguiram expulsar os chineses no ano 40, mas também elegeram a irmãs como suas rainhas e conseguiram resistir ao retorno dos soldados da China por dois anos.
Eventualmente, os chineses formaram um grande exército para derrotá-las e, segundo a lenda, os soldados inimigos foram nus ao campo de batalha para envergonhas as mulheres. Diante de sua derrota iminente, as rainhas Trung se suicidaram por afogamento no rio Hát para preservar sua honra. Hoje, as irmãs são consideradas heroínas nacionais do Vietnã.

2 – Boudicca (século I)

Quando o rei de Norfolk, no norte da Inglaterra, morreu em batalha, ele declarou que seu reino deveria ser governado conjuntamente por sua esposa Boudicca, suas filhas e por Roma, mas os romanos não respeitaram a decisão e tomaram controle total, açoitando a rainha e estuprando suas descendentes. Revoltada, a governante liderou uma rebelião contra as forças de ocupação do Império Romano.
Sob suas ordens, o exército popular obteve diversas vitórias contra Roma e chegou a destruir completamente a cidade de Camulodunum (que hoje se chama Colchester). Relatos de romanos afirmam que as forças britânicas não faziam prisioneiros, executando todas as pessoas que encontravam em seu caminho. Ironicamente, hoje a rebelde anti-imperialista serve como símbolo do Império Britânico e sua estátua vigia a cidade que ela demoliu.

3 – Septima Zenobia (século III)

Responsável pelo governo da Síria do ano 250 até 275, Zenobia liderou seus exércitos montada em um cavalo e usando uma armadura completa para derrotar as legiões romanas sob o reino de Claudio. A vitória dela foi tão decisiva que seus inimigos tiveram que bater retirada de boa parte da Ásia Menor, ao passo que a Arábia, Armênia e Pérsia se tornaram seus aliados quando ela se declarou rainha do Egito por direito de ancestralidade.
O sucessor de Claudio, Aureliano, enviou suas legiões mais experientes para derrubar Zenobia, mas mesmo assim precisou de quatro anos de batalhas e cercos que a cidade capital de Palmyra fosse tomada e sua governante aprisionada. A rainha foi acorrentada e exibida nas ruas de Roma junto a nove outras líderes aliadas antes de ser exilada em Tibur (hoje Tivoli) – suas filhas, no entanto, se casaram com membros de famílias influentes no império romano.

4 – Tomoe Gozen (séculos XII e XIII)

Considerada a samurai feminina mais famosa de todos os tempos, Tomoe contrariou as convenções e insistiu em combater junto a seus companheiros homens da guerra de Genpei, onde seus feitos deram a ela uma posição essencial na defesa da causa japonesa. Sua habilidade com espadas e arcos era considerada lendária e alguns contos chegam a afirmar que ela era capaz até mesmo de montar cavalos indomados enquanto descia de desfiladeiros.

5 – Tamar da Geórgia (séculos XII e XIII)

Filha do rei Giorgi III, Tamar possuía tamanha inteligência que foi reconhecida por seu pai como regente adjunta e herdeira legítima de seu governo. Ao assumir a coroa, ela suprimiu a oposição da aristocracia contra uma mulher no poder e se declarou rei da Geórgia, abandonando o título de rainha por passar uma imagem de menor poder.
Com o passar do tempo, ela derrotou quase todos os Estados islâmicos vizinhos e sua reputação cresceu e ela chegou a ser considerava por seu povo como “Rei dos Reis e Rainha das Rainhas”. Tamar participava ativamente como comandante militar do seu exército e levou seu reino ao ápice de seu poder político, econômico e cultural. Sua vitória final contra a aristocracia foi proteger seus súditos comuns contra os abusos da nobreza.

6 – Joana d’Arc (século XV)

Sofrendo de visões com Deus e seus anjos desde os 13 anos de idade, a jovem Joana d’Arc certo dia foi até o ainda não coroado rei da França, Carlos VII, convencendo-o a deixá-la enfrentar a invasão britânica durante a Guerra dos Cem Anos. Enviada para o cerco dos inimigos contra a cidade de Orléans, ela conseguiu rompê-lo em apenas nove dias e provou seu valor como estrategista e guerreira.
Após liderar diversas outras ágeis vitórias, Joana levou Charles VII ao trono e se tornou a primeira pessoa da história a comandar todo o exército de uma nação com apenas 17 anos de idade. Mesmo depois de sofrer feridas em seu pescoço e cabeça, ela continuou acumulando vitórias para a França até que foi capturada e julgada herege por uma falsa corte católica, que a queimou viva.
Posteriormente, o julgamento da “donzela de Orléans” foi declarado inválido pelo Papa e ela foi canonizada muitos anos depois. Hoje, Joana d’Arc se tornou uma das mulheres guerreiras mais famosas do mundo e é considerada a santa padroeira da França.

7 – Isabel I de Castela (séculos XV e XVI)

Coroada rainha de Castela, na Espanha, após uma árdua guerra de sucessão, Isabel criou a Santa Irmandade com o intuito de diminuir a grande quantidade de bandidos que tomaram as estradas do país após o conflito entre os aspirantes a regentes. Depois, ela passou a acompanhar de perto as campanhas militares de seu marido, Fernando de Castela, e participou diretamente da expulsão dos mouros de seu território.
Anos depois, a rainha deu crédito às ideias de Cristóvão Colombo, mesmo contra os conselhos dos membros da corte e cientistas da época, ajudando a financiar a viagem que resultaria no que ficou conhecido como o descobrimento da América. Por fim, Isabel foi uma das signatárias do famoso Tratado de Tordesilhas, que dividia o “Novo Mundo” entre espanhóis e portugueses.

8 – Mochizuki Chiyome (século XVI)

Esposa do samurai Mochizuki Nobumasa, Chiyome frequentemente ficava aos cuidados do senhor feudal (daimyo, em japonês) Takeda Shingen enquanto seu marido estava liderando forças em batalhas. Quando ficou sabendo que Nobumasa havia morrido em combate e sabendo dos rumores de que sua protegida seria descendente do clã ninja de Koga, o soberano deu uma missão especial para a viúva.
Chiyome ficou responsável pelo recrutamento e treinamento de uma rede secreta de kunoichi (mulheres ninja), que agiriam como agentes secretas. Além de entregarem mensagens codificadas para aliados do daimyo, elas eram responsáveis por obter informações sobre adversários, seduzi-los para se aproximarem deles e, quando necessário, assassiná-los. Pouco tempo depois, acredita-se que a rede oculta chegou a contar com algo entre 200 e 300 ninjas.
Sob as ordens de sua líder, a organização serviu ao senhor feudal até sua misteriosa morte, em 1573. Mochizuki Chiyome ficou tão famosa que se tornou uma espécie de ícone cultural no Japão, aparecendo como personagem de jogos como Red Ninja: End of Honor, Samurai Warriors e Sangoku Heroes, entre outros.

9 – Rani Lakshmibai (século XIX)

Frequentemente considerada a versão indiana de Joana d’Arc, Lakshmibai também veio repentinamente de origens humildes para acabar com a festa dos britânicos. A famosa Companhia das Índias Ocidentais, de origem inglesa, tentou anexar seu território em Jhansi por meio de suborno, mas ao receber a recusa a empresa resolveu que era a hora de usar a força.
O que eles não sabiam era que Lakshmibai havia sido instruída por seu pai a combater usando machados, espadas e até mesmo cavalos treinados para pular sobre fogo. Liderando uma série de rebeliões furiosas, ela defendeu seu território com toda a força até ser morta com pouco mais de 20 anos de idade, tornando-se uma mártir para o movimento de independência da Índia.

10 – Lyudmila Pavlichenko (século XX)

Nascida na Rússia em plena Primeira Guerra Mundial, Lyudmila se mudou com sua família para Kiev aos 14 anos de idade, onde então passou a trabalhar como lixadora em uma fábrica de armamentos e entrou em um clube de tiro de uma organização paramilitar soviética. Seu hobby como atiradora continuou mesmo após ela ter concluído um mestrado em história na Universidade de Kiev.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela continuava estudando quando os alemães começaram sua invasão à União Soviética. Pavlichenko então se apresentou como um dos primeiros voluntários no escritório de recrutamento militar e, recusando a função se enfermeira, tornou-se uma das 2 mil mulheres atiradoras de elite do exército vermelho – das quais somente cerca de 500 sobreviveram à guerra.
Após pouco mais de um ano no conflito, Lyudmila acumulou a contagem de 309 mortes confirmadas, entre as quais estão 39 snipers inimigos. Em junho de 1942, no entanto, ela foi ferida por um tiro de morteiro e foi afastada dos combates. Além de se tornar major, instrutora de atiradores de elite e ser a primeira cidadã soviética a ser recebida por um presidente dos EUA na Casa Branca, Pavlichenko foi condecorada com a Estrela Dourada do Herói da União Soviética.

Menções honrosas

Além das grandes mulheres citadas ao longo desta lista, muitas outras guerreiras também marcaram seus nomes na história do mundo. Confira a seguir algumas delas:
  • Amelia Earhart: a mais famosa aviadora dos Estados Unidos;
  • Anna Yegorova: pilota e heroína da União Soviética na Segunda Guerra Mundial;
  • Agustina de Aragón: a “Joana d’Arc espanhola”, ela impediu que os franceses ocupassem Saragossa durante o período napoleônico;
  • Anne Bonny: a mais infame capitã pirata;
  • Caterina Sforza: tirana da Itália medieval que submetia seus inimigos a torturas cruéis
  • Ching Shih: a pirata que comandou uma frota de navios tão poderosa que derrotou a Marinha Imperial da China;
  • Elizabeth Bathory: condessa da Transilvânia e inspiração para o mito do vampiro Drácula;
  • Flora Sandes: a única mulher britânica a servir em combate na Segunda Guerra Mundial;
  • Genevieve de Galard: o “anjo de Dien Bien Phu”;
  • Grace O’Malley: a “rainha pirata de Connaught”;
  • Hannah Dustom: colona norte-americana que escapou de seus captores matando a todo com um machado;
  • Hawa Abdi: a ginecologista que salvou milhares de vidas e lutou como milícias na Somália por 30 anos;
  • Isabella da França: a rainha britânica que depôs e executou o rei;
  • Jacqueline Cochran: uma das pilotas mais bem sucedidas da história;
  • Jeanne Hachette: a garota adolescente que defendeu sua cidade usando uma machadinha;
  • Jennie Irene Hodges: também conhecida por seu disfarce Albert Cashier, soldado da União na Guerra Civil norte-americana;
  • Jennifer Musa: a rainha irlandesa do Baluchistão;
  • Khawla Bint Al-Azwar: heroína guerreira da expansão islâmica;
  • Lozen: guerreira e líder dos apaches que era habilidosa com armas, remédios e profecias;
  • Lydia Litvyak: a primeira mulher da história a vencer uma batalha aérea sozinha;
  • Marie Colvin: a correspondente de guerra que encarou incontáveis regiões de conflito;
  • Matilda de Canossa: princesa-guerreira italiana que serviu como guarda pessoa do Papa;
  • Milunka Savic: a soldada mais condecorada da história;
  • Nina Onilova: a órfã ucraniana que aterrorizou os nazistas com sua metralhadora;
  • Nzinga Mbande: a rainha-guerreira africana que aterrorizou os portugueses e bebia o sangue de seus inimigos;
  • Princesa Pingyang: uma jovem de 20 anos que liderou um exército de camponeses contra o imperador da China;
  • Rukhsana Kauser: a fazendeira indiana de 18 anos que derrotou seis terroristas armados com metralhadoras;
  • Tomyris: rainha-guerreira dos massegateanos que derrotou o líder de um grande império antigo.
E aí, sabe de mais alguma grande mulher cujos feitos ficaram registrados nos livros de história e mudaram o curso do mundo? Deixe sua contribuição nos comentários.

Para quem foi dirigido o Sermão do Monte?


 E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Mateus 5:1-2

O sermão do monte foi dirigido para aqueles que já  eram seguidores e discípulos de Jesus, que o conheciam e que eram seguidores da lei mosaica e dos ensinos dos escribas e fariseus. Por isso não pode ser exigido o seu 
cumprimento por aqueles que não nasceram de novo, porque as coisas espirituais se discerne espiritualmente.


Observem que Jesus primeiro liberta o povo das trevas ( Mt. 4.12-25).

E, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zebulom e Naftali; Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, que diz: A terra de Zebulom, e a terra de Naftali, Junto ao caminho do mar, além do Jordão, A Galiléia das nações; O povo, que estava assentado em trevas, Viu uma grande luz; aos que estavam assentados na região e sombra da morte,A luz raiou. Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. Mateus 4:13-17 

E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava. E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia, e de além do Jordão. Mateus 4:23-25

Depois Ele lhe ensina os princípios ético de uma vida espiritual autentica, o qual é gerada pelo novo nascimento (Jo. 3).

O que Jesus estava ensinando neste sermão era inédito para os seus seguidores: ao mesmo tempo em que Ele responsabilizava cada um por suas ações, Ela garantia consolo e vitória para os chorosos, humildes, famintos e sedentos por justiça. 

Se o sermão do monte não se aplica a nós hoje as promessas, as benção nelas contidas também não se aplicam

Conclusão:

É bem provável que depois deste momento os ensinos do sermão do monte tenha sido repetidas em diversas outras ocasiões (Mc. 9.49,59; Lc 6.20-30, 37-38, 41-42, 46-49; 11.2-4, 9-13; 34-36; 13.24; 14.334,35; ). Demonstrando que os ensinamentos ali contidos deveria fazer parte da vida daqueles que se denominavam seguidores de Jesus

O Sermão da Montanha era e é a principal doutrina aos seguidores de Jesus, primeiro aos seus discípulos direto agora, a cada um de nós. Ela é a exata expressão do propósito de Deus para o seu povo (1Pe. 1.13-16; Mt. 5.48; Ef. 5.1.).