quinta-feira, 27 de março de 2014

O Modo Que Vemos As Coisas.


Em Mateus 6. 22; Jesus disse que: 

A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!”; Dando-nos o seguinte ensinamento:

· Se você olhar para tudo que você já passou, e imaginar que você até hoje só teve lutas após luta e sofrimento após sofrimento, “...os teus olhos [são] maus, o teu corpo será tenebroso...”.
São muitos os sofrimentos e as angustias passadas por aqueles que só tem uma ótica má de todas as coisas, não ver nada de maneira positiva, não entendem que todas as coisas cooperam para  bem daqueles que são chamados por Deus.
O convívio com esse tipo de pessoa também é horrível  pessoas assim não conseguem construir relacionamento, ela esta sempre se queixando, é pessimista em tudo, para ela nada vai dar certo, tudo esta ruim e vai piorar, e com isso as pessoas acabam se afastando. 

· Mas Se olharem para tudo que vocês já passaram até aqui e enxergar que na verdade o que você teve foi uma vida de vitória e crescimento, por isso vocês chegaram aonde cestão, vivos e salvos, por isso vocês são quem são em Cristo Jesus, e que pessoas melhores do que vocês, mais santas, mais honestas etc. não passaram um terço que vocês já passaram e sucumbiram "os teus olhos [são] bons, todo o teu corpo terá luz."

"O que temos que não havemos recebidos", e do que nós somos merecedores?  Deus tem alguma obrigação para conosco? O que Deus realmente prometeu [de acordo com a sua palavra], que Ele não tenha cumprido? A vida é melhor sem Ele? É melhor recebemos as coisas no nosso tempo ou no tempo dEle? A vontade dEle é igual é pior do que a nossa, é igual a nossa ou é melhor do que a nossa?
Uma pessoas que tem uma boa ótica da vida sem ignorar a realidade, é uma pessoas iluminada e iluminadora, é pacificadora, sempre tem uma palavra de incentivo, não se sente rendido, prostrado diante das circunstancia no entanto se contenta com o que tem, as pessoas desejam está perto dessas pessoas, ele é uma pessoas que tem uma boa saúde física e mental, por isso é luz.

Como ter uma boa ótica da vida, ou seja como ter os olhos bom. Jesus disse como isso seria possível.

Mt 6:19-21 Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.

A palavra não simplesmente motivacional, mas sim teológica, não tem como uma pessoa ser iluminada se ela estiver focada nas coisas terrenas e temporárias, mas nas coisas celestiais e eterna.
Tudo que Jesus disse foi para que nEle nós tivéssemos paz, o homem só terá o seu corpo todo luminoso se ele encontrar plena satisfação em Cristo e nas coisa de seu Reino, e o desejo primordial, enorme de chegar ao céu para está pra sempre com o Senhor e enquanto essa hora não chega viva nesse presente século sem ansiedade alguma, sabendo que o Senhor é sustentador de todas as
coisas.

Mt 6:25-34 Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? ( Porque todas essas coisas os gentios procuram. ) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.



A Mídia Televisiva.


A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. 

Talvez nenhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. 

Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual, além de fazer uma catequização mental em seus telespectadores com o embelezamento dado a religiões ocultistas, o propósito primordial de, e a televisão brasileira ter abraçado a causa homossexual, é simplesmente de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homo-afetiva, que é sem duvida nenhuma a opção sexual da maioria de seus produtores e diretores. 

Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa a aceitação e a essa prática. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).

E o que falar do modo que eles agora estão tratando os evangélicos, seria algo imensurável se os cristão tomassem vergonha na cara e não assistissem mais as novelas dessas emissoras e estrangeira, não como forma de protesto e sim como uma forma ideológica, assistimos conscientemente aquilo que as escrituras condenam, e o que é pior muitas vezes ao lado de nossos filhos. Que Deus tenha misericórdia de todos nós


Indo Após Jesus.


Em (Mt. 4.18-20) e em (Mc 1:17).  Jesus disse:
"vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens"



“Vinde após mim...”– Está em Jesus é condição essencial para realizara sua vontade.
·       Muitos entendem que neste momento Jesus fez um convite, porém é usado aqui quando Jesus disse “vinde”, no original grego o termo deute que é uma forma imperativa de mandar alguém vir, ou ir.
1) venha até aqui, venha aqui, venha ou venham
2) interjeição, vem!, venha agora! (exclamativo).
·      Após mim, é uma coisa que se deve fazer depois que se aprender com quem lhe ordenou o que e como se deve fazer, após aqui é “atrás de mim”, “por trás de mim”

Obs. O que aprendemos com isso. Que Jesus deu uma ordem para aqueles homens para fazerem algo que ele queria que fosse feito do jeito que ele queria que fosse feito. O mais interessante é que aqueles homens ainda não eram salvos.

Vejamos o caso de Abrão, por exemplo, O senhor não lhe fez um convite, mas lhe deu uma ordem “sai da tua terra...”, isso não foi um convite mais uma ordem.

Lembremos o que disse Jesus na parábola dos trabalhadores da vinha (Mat. 20.1-17), em que o senhor dono sai algumas vezes indignado por que não tem ninguém trabalhando em sua vinha (v.1), o encontra alguém os manda irem trabalhar (v.2), saindo novamente percebeu uns desocupados e mandou-os irem para a sua vinha (v. 3,4), e fez isso mais duas vezes (v.4). Saindo uma ultima vez encontrou, descobriu outros desocupados, e indignado, perguntou por que eles estavam desocupados e mandou-os irem para vinha (v.5)

Obs. O que entendemos com isso também, que o nosso chamado esta associado a nossa salvação, ou seja Deus só salva quem tem um chamado e só dar um chamado pra quem é salvo. Foi o que Paulo disse de se mesmo em (Rm. 1.1-6)
Volto ao começo, se Deus nos chamou para a salvação por que Ele nos mantém aqui?

Ef 2:8-10 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

“...eu vos farei...”- O Senhor que nos coloca para fazer o que Ele quer (Jo 15:5), o homem nada pode receber sem que do céu seja dado (Jo3:27).
Do grego “poieo”, aparentemente forma prolongada
de  uma palavra fazer, produzir, construir, formar, modelar, etc. ser os autores de, a causa




“...pescadores de homem”- Ganhar alma é o maior objetivo do Cristão.


Obs. O Reino de Deus não é “PESCA e CIA”, aqui os peixes devem permanecer no barco.

segunda-feira, 17 de março de 2014

A Bíblia é necessária para o conhecimento exato da vontade de Deus


Qualquer pessoa quando nasce tem algum conhecimento da vontade de Deus através de sua consciência. Mas este conhecimento é muitas vezes indistinto e só pode lhe dar certeza da existencia de Deus emuito pouco e fragmentado da sua  vontade. Na verdade, se não houvesse palavra de Deus escrita, não poderíamos estar certos quanto à vontade de Deus por outros meios, tais como a consciência, o conselho dos outros, o testemunho interior do Espírito Santo, as circunstâncias em mudança, e o uso de raciocínio santificado e do senso comum.Tudo isso pode nos dar uma aproximação com a vontade de Deus de maneira mais ou menos confiável, mas esses meios só não pode atingir qualquer certeza quanto à vontade de Deus, pelo menos em um mundo decaído pelo pecado, onde distorce a nossa percepção do bem e do mal, insira raciocínio defeituoso no nosso processo de pensamento, e fazer-nos de vez em quando para suprimir o testemunho da nossa consciência ( [Cf.Jer 17:9, Romanos 2:14-15, 1 Coríntios 8:10, Hb 5:14, 10:22; também 1 Tm 4:2, Tito 1:15)].

Na Bíblia, ainda temos demonstrações claras e definitivas sobre a vontade de Deus. Deus não revelou todas as coisas, mas tem revelado suficiente para conhecer a sua vontade: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós ea nossos filhos para sempre, obedecer a todos palavras desta lei "(Deuteronômio 29:29).Como era no tempo de Moisés, eo mesmo com a gente agora, Deus revelou suas palavras para nós obedecer às suas leis e, portanto, fazer a sua vontade. Aqueles que são "irrepreensíveis" diante de Deus são "aqueles que andam de acordo com a lei do Senhor" (Salmo 119:1). O homem "feliz" não é seguir a vontade dos ímpios (Sl 1:1), mas se deleita "na lei do Senhor" e medita sobre a lei de Deus "dia e noite" (Salmo 1: 2). Amor de Deus (e, portanto, agir de uma maneira que agrada a ele) é "manter os seus mandamentos" (1 João 5:3). Para ter um certo conhecimento da vontade de Deus, então, devemos tentar fazê-lo através do estudo da Bíblia.

Na verdade, em certo sentido, podemos dizer que a Bíblia é necessária para o verdadeiro conhecimento de nada. O filósofo poderia argumentar da seguinte maneira: O fato de que não sabemos tudo o que não requerem segurança quanto à pretensão de saber tudo. Isso é porque todos os dados até então desconhecidos para nós poderia emergir e provar que o que pensávamos era verdadeiro é realmente falso. Por exemplo, nós pensamos que sabemos que a nossa data de nascimento, nosso nome, nossa idade, e assim por diante. Mas devemos reconhecer que é possível que algum dia podemos descobrir que nossos pais nos deram informações falsas e nosso conhecimento do "certo" é incorreto. Em relação aos eventos que eu, pessoalmente, tenho experiência, todos nós percebemos como é possível que "lembrar" as palavras ou eventos incorretamente e mais tarde vemos corrigidos para informações mais precisas. Nós normalmente temos mais certeza sobre os eventos da nossa experiência presente, enquanto ela continua presente (mas mesmo que se poderia argumentar, poderia ser um sonho, e descobrir que só quando acordamos!). Em qualquer caso, é difícil responder à pergunta do filósofo: Se você não tem todas as informações sobre o universo, passado, presente e futuro, como podemos ter certeza de que temos a informação correta sobre alguma informação?

Em última análise, só há duas soluções possíveis para este problema: (1) deve adquirir todos os dados do universo para ter certeza de que os dados não poderiam ser descobertos posteriormente mostra presente que as nossas ideias são falsas, ou (2) alguém que de fato tem todos os fatos do universo, e que nunca se encontra, poderia oferecer alguns dados reais para que possamos ter certeza de que nunca vai ser contrariada.

Esta segunda solução é, de fato, o que temos nas palavras de Deus na Bíblia. Deus sabe todos os dados que sempre existiram e que existem, e este Deus que é onisciente (sabe tudo) tem conhecimento absoluto, não pode haver quaisquer dados que ele já não conhece, e, portanto, nunca pode ser qualquer coisa mostrando que algo está errado Deus pensa. É este conhecimento espera infinita certeza do que Deus, que nunca mente, ele falou na Bíblia, em que temos dito muitas verdades sobre si mesmo, sobre nós mesmos e sobre o universo que ele fez. Não há dados pode nunca parecem contradizer a verdade eu disse isso onisciente Ser.

Há, portanto, que temos mais certeza quanto às verdades da Bíblia que lemos sobre qualquer outro conhecimento que temos.Se estamos a falar de graus de certeza de nosso conhecimento, o conhecimento que adquirimos da Bíblia teria o maior grau de certeza, se 'certo' a palavra pode ser aplicada a qualquer tipo de conhecimento humano, podemos aplicar esse conhecimento.

Este conceito de certeza do conhecimento que começa a partir da Bíblia, em seguida, dá-nos uma base razoável para afirmar a correção de grande parte do resto do nosso conhecimento. Lemos a Bíblia e achar que seu mundo ao nosso redor, a natureza humana e nos aproxima da informação que temos obtido a partir de nossas próprias experiências sensoriais do mundo ao nosso redor. Então, somos encorajados a confiar em nossas experiências sensoriais do mundo ao nosso redor, nossas observações corresponde à verdade absoluta da Bíblia, portanto, as nossas observações são verdadeiras e geralmente confiável. Essa confiança na fiabilidade global das observações feitas com nossos olhos e ouvidos é ainda confirmada pelo fato de que é Deus quem fez esses poderes e que a Bíblia nos incentiva a usá-los com freqüência (compare Provérbios 20:12: "Os ouvidos para ouvir e olhos para ver: casal bonito que o Senhor fez-los ").

Assim, o crente que toma a Bíblia como a Palavra de Deus escapa de ceticismo filosófico sobre a possibilidade do conhecimento verdadeiro com nossas mentes finitas. Neste sentido, então, é correto dizer que, para pessoas que não são oniscientes, a Bíblia é necessário ter certo conhecimento de nada.

Isso é importante para a discussão que se segue, onde dizemos que os incrédulos podem saber algo sobre Deus da revelação geral visto no mundo em torno deles.Embora isto seja verdade, devemos reconhecer que em um mundo caído o conhecimento adquirido pela observação do mundo é sempre

imperfeito e sempre sujeito a erro ou má interpretação. Portanto, o conhecimento de Deus e da criação que vem da Bíblia a ser usado para interpretar corretamente a criação que nos rodeia. Usando termos teológicos Vamos definir a seguir, podemos dizer que precisamos de uma revelação especial de interpretar corretamente a revelação geral.


Autor desconhecido


sexta-feira, 14 de março de 2014

A Procura de Uma Igreja.


Procura-se uma igreja que use a Bíblia sagrada do jeito que era usada no passado não muito distante. Que use a Bíblia como revelação de Deus. Aliás, uma boa bíblia tradicional e fiel, e não as publicações "a lá carte" (bíblia para idosos, para jovens, para gays, para empresários, etc.). Não importa que tenha capa preta e letras de tipos antigos. Não importa que uma ou outra palavra precise ser consultada no dicionário. Afinal, a Bíblia deve servir também para aprimorar os conhecimentos de seus leitores. Que use a Bíblia acreditando nela. Confiando em seus escritos, linha por linha, letra por letra. Que creia em sua inerrância e em sua total confiabilidade. Que a use no púlpito, não por pretexto para eventos sociais, políticos ou comerciais, mas como Palavra de Deus, revelação divina para todos os povos.

Procura-se uma igreja que… tenha púlpito. Sim, porque o tablado das igrejas tem abrigado toda sorte de coisas, menos um púlpito. Lá encontram-se baterias, guitarras, pandeiros, atabaques, porta-microfones, câmeras, luzes, castiçais de Israel, óleos de Jerusalém, cartazes comerciais, “links” ao vivo para a tv e internet, mas dificilmente se encontra um púlpito. Para aqueles que não estão familiarizados, púlpito é aquele móvel que os pastores antigamente usavam para colocar as suas bíblias e pregar a Palavra de Deus. Usualmente era colocado no centro da plataforma, numa disposição que alcançasse a todos os presentes, ou mesmo em um dos lados, no alto. O lugar era mais ou menos aquele onde estão os “levitas” ou os animadores do “auditório gospel”. Encontram-se muitos desses móveis antigos nos “museus eclesiásticos”.

Procura-se uma igreja com templo. Não precisa ser um grande templo, nem um pequenino templo. Não precisa ter torre, relógio e cruz, nem tampouco ter um órgão de tubo e um vestíbulo. Apenas um templo, um lugar reservado para adoração a Deus, um lugar onde as pessoas se consagrem para a oração, a meditação, o respeito e a dedicação a Deus. Geralmente encontram-se ex-templos onde hoje estão casas lotéricas, açougues, mercados ou agências bancárias, porque as igrejas que os usavam acabaram por alugar grandes auditórios, cinemas, fábricas, pizzarias ou ginásios esportivos. O templo tornou-se tão obsoleto quanto a adoração tradicional bíblica. O templo não era adequado para a atual “aeróbica cristã”, que faz com que os participantes suem tanto quanto uma boa aula de ginastica.

Procura-se uma igreja que tenha um templo, seja de tijolos, de barro ou de bambus, mas que seja “Casa de Oração”, lugar de adoração, de reverência, de alegria espiritual, de encontro com Deus. Se for grande, muito bom. Se for pequeno, bom também. Se tiver ar condicionado, ótimo. Caso contrário, não haverá problema, desde que o povo tenha consciência de que “a minha casa será chamada CASA DE ORAÇÃO”. (citação das palavras de Jesus em Mateus 21.13).

Procura-se uma igreja que cante hinos. Uma igreja que ainda ouse usar um “Cantor Cristão”, um “”Hinário para o Culto Cristão”, um “Hinário Evangélico,” uma “Harpa Cristã”, um “Melodias de Vitória”, um “Salmos e Hinos” ou outro hinário que contenha as preciosidades da hinódia evangélica. Uma igreja que ouse cantar coisas que vão de encontro à música chamada “do momento”, e ao encontro do coração de Deus, em adoração firmada em verdades da Palavra do Senhor, e não em palhas e restolhos de emoção fútil. Uma igreja que ainda use os hinos publicados em forma de ivrinho, não apenas um retroprojetor com transparências, que priva as pessoas de levarem a letra para casa e estudá-la, decorá-la, entoá-la em sua devocional particular. Uma igreja que cante “Rocha Eterna”, “Fala, Deus”, “Bendita a Hora de Oração”, “Vamos à Igreja”, “Já Refulge a Glória Eterna”, “A Doce Voz do Senhor”, “Tu és Fiel”, “O Rei Está Voltando”, “Grande é Jeová”, etc. Uma igreja que embase o que canta na Palavra de Deus, rejeitando cânticos que não têm razão de ser, como os que dizem que Deus está “passeando” (estaria Ele de férias?) “Agarre as penas das asas dos anjos” (seriam eles galinhas despenando?) , “Dá-me a mão e meu irmão serás” (é tão simples assim? Nem de Cristo se precisa?). Uma igreja que não tenha um “hit parade”, ou um índice das “10 mais de hoje”, mas cante coisas de ontem, de hoje e de sempre, concretas, profundas e ermanentes.

Procura-se uma igreja de gente renascida. Não reencarnada, pois reencarnação não existe (cf Hebreus 9.27). Mas uma igreja de gente que foi regenerada pelo novo nascimento, através de sua conversão à Cristo (Cf. João cap. 3 e II Co 5.17). Uma igreja que abre as portas para o povo do mundo, mas coloca um aviso: “o pecador é bem-vindo; o pecado não!”. Uma igreja que tenha gente que leve a sério o que aprende, que pratique o que ouve ser pregado, que procure ser “luz do mundo” e “sal da terra”, que manifeste as “virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. Uma igreja de gente que não fume. Gente que não beba álcool. Gente que não use drogas. Gente que não fale palavrões. Gente que não seja escravizada pelo entretenimento, que não toma a forma do mundo, mas que renova dia a dia o seu entendimento pela Palavra da Verdade. Uma igreja que não tenha receio de firmar posturas indigestas à maioria das outras igrejas, como exigir de seus membros uma vestimenta decente, um namoro moralmente aceitável, um casamento que possua “leito sem mácula”, uma fraternidade construtiva, cidadãos cumpridores de seus compromissos, crentes honestos em suas transações. Uma igreja que pregue o que é certo e viva o que pregue.

Procura-se uma igreja que tenha amor não fingido. Uma igreja que não faça acepção de pessoas. Que não faça uma entrada “só para automóveis”, para evitar que crentes pobres ou sem condução congreguem ali. Uma igreja que não coloque os crentes bem sucedidos nos bancos da frente, e reserve os últimos assentos para os pobres e os inexpressivos socialmente. Uma igreja que não dê assistência apenas para os que têm polpudos salários, desprezando os que contribuem apenas com três míseras moedas de centavos. Uma igreja que não trate seus membros pelo grau de instrução, dignificando o douto e desprezando o inculto, uma igreja que use de amor, misericórdia e atenção para com todos. Uma igreja que não tenha duas leis, dois pesos e duas medidas, disciplinando severamente os que não fazem diferença no orçamento mensal, e encobrindo os adultérios, as desonestidades, as falcatruas, as maledicências e os muitos pecados dos mais ricos. Uma igreja que não coloque um político no púlpito e uma pobre velhinha malcheirosa no canto, junto à porta de saída.

Procura-se uma igreja que tenha pastor. Mas não um pastor do tipo “profissional da área religiosa”, mas “profissional da área celestial”. De preferência um pastor que não tenha especialização em vendas, “tele-marketing” , venda de consórcios ou carnês do baú. Também não precisa ser especialista em análise de mercados e doutor em planos mirabolantes de crescimento de igreja. Procura-se uma igreja cujo pastor esteja mais interessado em pastorear cada um como um filho, que contar cada um como um número. Esse pastor poderia ser até de origem humilde, sem o grau de “latus census” ou “restritus census”. Que tenha apenas “bom census” de levar a sério o seu chamado de “ganhador de almas, amigo do rebanho, pregador da Palavra, intercessor em oração pela sua comunidade, porta-voz da sã doutrina, líder respeitado, manso e cordato”, porém, peremptório em suas afirmações. Um pastor que tenha cara de pastor, coração de pastor, postura de pastor, vida de pastor. Que use a bíblia, não o “manual de igrejas do sucesso” ou “plano de restauração do propósito do discipulado dos grupos da unção” , ou quaisquer outras inovações evangélicas que estejam em alta BMIF – Bolsa de Mercadorias de Igrejas com Futuro. Procura-se um pastor que esteja de joelhos diante do Pai, pois é a única forma de não cair; um pastor que sorria com os que sorriem, chore com os que choram, que visite o pobre, e também o rico; que ame o bonito, e acolha também o feio; que se importe com a dor de um idoso e com a alegria de um jovem. Um pastor que diga a verdade, pela bíblia, doa a quem doer, sem, contudo, jamais perder a ternura. Um pastor que não busque a glória dos homens, mas a glória de Deus; que não esteja de olho nas recompensas terrenas, mas nas celestiais. Um pastor que saiba ser homenageado, rendendo glórias a Deus, e saiba também resignar-se quando for esquecido. Um pastor segundo o coração de Deus.

Procura-se essa igreja.

Aos que souberem o seu paradeiro, favor ligarem para os crentes de bom senso, notificando o achado. Talvez não restem muitas dessas por aí. 

Fonte: Bereanos

A VIDA DIÁRIA DE UM APÓSTOLO DE VERDADE

As cartas que Paulo escreveu à igreja de Corinto são as de maior cunho pessoal e que mais revelam como era a vida daquele que é considerado o maior apóstolo do Cristianismo, data vênia Pedro e os papistas.

Como era a vida diária de Paulo, um apóstolo de Cristo?

- evitava batizar muita gente, para que não se formasse um fã clube em torno do seu nome (1Co 1:14-17);

- evitava a ostentação de linguagem na pregação pelo mesmo motivo e pregava somente a Cristo e este crucificado (1Co 2:1-5).

- a razão é que ele queria evitar que pessoas se agregassem à igreja impressionadas por seus talentos e carismas e não pela fé em Jesus Cristo (1Co 2:5).

- ficava lembrando seu rebanho de que ele era um mero servo, junto com outros, e que seu sucesso em ganhar pessoas para Cristo se devia tão somente à graça de Deus e não a méritos próprios (1Co 3:5-9).

- insistia que Deus requeria dos apóstolos somente que fossem fiéis, e não que fossem bem sucedidos, diante da tentação de muitos de compararem os ministérios dele, de Apolo e de Pedro (1Co 4:1-3).

- era constantemente considerado – inclusive por pessoas que faziam parte das próprias igrejas que havia fundado – como condenado a morte, espetáculo ao mundo e aos anjos, louco, fraco e desprezível (1Co 4:9-10).

- em diversas ocasiões passou fome, sede e nudez; foi esbofeteado e não tinha moradia certa ou casa própria (1Co 4:11)

- trabalhava até cansar com as próprias mãos para garantir o seu sustento (1Co 4:12).

- era perseguido, injuriado, caluniado e considerado o lixo do mundo, mas não respondia nem revidava a nenhuma destas provocações (1Co 4:13).

- muitos achavam que ele não tinha o direito de receber sustento da igreja e nem de se fazer acompanhar de uma esposa nos trabalhos missionários intensos e cansativos. Por isto, ele trabalhava para se sustentar e se recusava a receber salário, ofertas, dízimos e contribuições das igrejas, quando fazer isto pudesse lançar dúvida sobre suas intenções (1Co 9:1-12).

- pregava e evangelizava nas igrejas de graça, sem nada pedir e nada receber, para não colocar empecilho ao Evangelho de Cristo (1Co 9:15-18), pois seu alvo era ganhar o maior número possível de pessoas.

- preocupava-se em ser irrepreensível, em controlar-se e manter suas paixões e desejos debaixo de controle, para poder ter autoridade para pregar (1Co 9:25-27).

- enfrentou a morte várias vezes no trabalho missionário, e em algumas delas considerou que sua hora de morrer tinha finalmente chegado (2Co 1:8-9).

- passava por constantes sofrimentos e angústias de coração por causa das igrejas e dos crentes a quem amava e por quem se preocupava individualmente (2Co 2:4).

- perdoava e pedia o perdão dos outros para aqueles que o haviam ofendido e prejudicado o seu trabalho (2Co 2:7-8).

- quando era necessário mostrar as suas credenciais de apóstolo, apontava para as multidões convertidas pelo Evangelho da cruz que pregava com simplicidade e no poder do Espírito (2Co 3:1-4).

- tomava o maior cuidado para não adulterar a mensagem do Evangelho, não andava com astúcia e nem procurava enganar seus ouvintes para tirar proveito financeiro deles (2Co 4:1-2).

- vivia como um condenado à morte, levando em seu corpo o morrer de Jesus na forma de privações, perseguições, sofrimentos, calúnias e injúrias, como meio da vida de Cristo se manifestar através dele (2Co 4:7-15).

- sua esperança e expectativa não estavam aqui, nas riquezas, propriedades e bens, mas o tempo todo ele faz menção da glória celestial, das coisas invisíveis e eternas que ele aguardava como recompensa de seus sofrimentos e trabalho (2Co 4:16-18).

- quando precisava se recomendar aos ouvintes como ministro de Cristo incluía em seu currículo as muitas aflições, angústias, privações, açoites, prisões, tumultos, vigílias e jejuns no trabalho do Senhor (2Co 6:4-10).

- ainda nesta lista incluía os 39 açoites recebidos dos judeus pelo menos 5 vezes, ser fustigado com varas 3 vezes, 3 naufrágios, apedrejamentos, perigos de salteadores e assassinos, além do peso constante da responsabilidade das igrejas que pesava sobre seus ombros (2Co 11:29).

- passou privações e teve de trabalhar arduamente para não ser pesado às igrejas onde receber oferta seria dar motivo para a acusação de mercenário (2Co 11:7-9).

- apresentava como motivo de gloria o fato de que uma vez teve que fugir de uma cidade escondido em um cesto e descido pelos irmãos pela muralha, para poder escapar com vida (2Co 11:30-33).

- lutava diariamente com um doloroso espinho na carne, que o abatia e fazia sofrer e clamar a Deus, mas sem resposta a não ser a provisão da graça para poder suportá-lo (2Co 12:7-10).

Muitos hoje se consideram apóstolos de Cristo tanto quanto Paulo e os Doze. É só comparar...


Por: Augustus Nicodemus

Existem Espíritos de Adultério, Prostituição, Embriaguez e Vícios?


Uma crença que foi amplamente difundida pelo movimento de batalha espiritual americano a partir da década de 60, e que se tornou muito popular no meio evangélico pentecostal e neopentecostal são os famosos "espíritos do adultério, de prostituição, da embriaguez e dos vícios". É muito comum vermos pastores e cristãos pentecostais e neopentecostais com o hábito de orar no seu dia a dia caso se deparem com alguma situação que seja necessário a “repreensão ou a amarração” destes “espíritos maligno”. Vemos também nos “cultos de libertação”, “orações de guerra”em forma de  “chavões ou jargões”, do tipo: espírito do adultério, de prostituição, da embriaguez e dos vícios - saia desta vida para nunca mais voltar! 

Quem nunca presenciou, viu e ouviu alguém fazer uma “oração” desse tipo? Acredito que todos nós! Todavia, se estudarmos as Escrituras, especialmente o Novo Testamento diligentemente e meticulosamente, iremos perceber que  não existe um texto sequer que aponte que adultério, prostituição, embriaguez e vícios de todo o tipo sejam espíritos malignos. Em contrapartida, os mesmos são classificados por Paulo em Gálatas 5.19-21 como “obras da carne”, isto é, pecados oriundos da nossa própria natureza pecaminosa, e não espíritos malignos (para inveja, que também é um pecado, e não um espírito maligno, veja 1Pe 2.1).

Augustus Nicodemus Lopes corrobora que os demônios denominados pela batalha espiritual como sendo demônios da lascívia, do ódio, da vingança, da embriaguez, da inveja e assim por diante, não aparecem no Novo Testamento. Essas coisas são, na verdade, as obras da carne mencionadas por Paulo em Gálatas 5.19-21. A solução para esses pecados não é expulsar demônios que supostamente os produzem, mas arrependimento, confissão e santificação.

Senão vejamos o que Tiago diz acerca deste assunto.
 
"Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça [e não por demônios primariamente, porém estes podem influenciar na tentação em segundo plano] sendo por esta arrastado e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte." - Tiago 1.14-15 (NVI)

Paulo, por sua vez, escreve:

"Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva à morte, ou da obediência que leva à justiça?" Romanos 6.16 (NVI)

Vejamos ainda outro exemplo descrito por Paulo que irá elucidar melhor a nossa compreensão.
 
"Por toda parte se ouve que há imoralidade entre vocês, imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de alguém de vocês possuir a mulher de seu pai. E vocês estão orgulhosos! Não deviam, porém, estar cheios de tristeza e expulsar da comunhão aquele que fez isso? Apesar-de eu não estar presente fisicamente, estou com vocês em espírito. E já condenei aquele que fez isso, como se estivesse presente. Quando vocês estiverem reunidos em nome de nosso Senhor Jesus, estando eu com vocês em espírito, estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo, entreguem esse homem a Satanás, para que o corpo seja destruído, e seu espírito seja salvo no dia do Senhor." 1 Coríntios 5.1-5 (NVI)

Vemos que, não somente nas cartas de Paulo, mas em todo o Novo Testamento, os escritores bíblicos enfatizam muito mais a questão de pecados da carne ao invés de espíritos malignos ou possessão, haja vista que existem casos de possessão e de espíritos malignos atuando na vida de uma pessoa. Conforme é dito no texto, um jovem que fazia parte da igreja de Corinto estava mantendo relações sexuais com a mulher de seu pai, isto é, a sua madrasta, diz Paulo.

Apesar deste pecado, o apóstolo não disse que este jovem estava possuído ou influenciado pelo espírito da imoralidade, e, tampouco, ordenou que fizessem uma oração de libertação com imposição de mãos neste jovem, mas que o entregassem a Satanás; ou seja, que ele fosse expulso da comunhão da igreja para ser disciplinado por Deus através de Satanás, se arrependesse do seu pecado e retornasse a fé. A imoralidade ou a fornicação, contudo, é um pecado grave contra o nosso corpo, que é o templo do Espírito Santo (veja 1 Cor 6.18-20).

Entretanto, apesar do adultério, prostituição ou fornicação, embriaguez, vícios e inveja serem pecados da carne, contudo, a pessoa que prática estes pecados pode vir dar ocasião aos espíritos malignos para atuarem em sua vida, uma vez que eles [os espíritos malignos] podem, depois que a pessoa cedeu a sua vontade pecaminosa a estes pecados, influenciá-la e escravizá-la nestes e em outros pecados.

"'Quando vocês ficarem irados, não pequem'. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha, e não deem lugar ao diabo." Efésios 4.26-27 (NVI)

Concluímos, então, que, as supostas “orações de libertação” que muitos pastores e cristãos fazem expulsando os espíritos do adultério, prostituição, embriaguez e dos vícios, e o também famoso espírito da depressão [que é um transtorno ou uma doença mental, e não um espírito maligno] é antibíblico e, portanto, uma prática que deve ser diametralmente rejeitada.

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Nota:  
1. Augustus Nicodemus Lopes. O que vocêprecisa saber sobre Batalha Espiritual, pág 69.

Por Leonardo Dâmaso
Fonte: Bereianos

quinta-feira, 13 de março de 2014

O que é invocar o nome do Senhor?


Gn 4:25,26 E tornou Adão a conhecer a sua mulher; e
ela teve um filho e chamou o seu nome Sete; porque, disse ela, Deus me deu
outra semente em lugar de Abel; porquanto Caim o matou.
E a Sete mesmo também
nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então, se começou a invocar o nome
do SENHOR.

Adão teve um filho chamado Sete e um neto chamado Enos, então se começou a invocar o nome do Senhor, uma coisa que não se fazia antes, pelo menos da maneira que é destacado aqui, provavelmente por não haver necessidade, ou por ignorância, ou então ambas as coisas juntas, mas uma coisa é certa e perceptível aos que leem essa parte das escrituras, o homem estava afastado de Deus necessitando de
salvação, por isso o nome de Deus foi invocado, quem precisa invocar o nome do Senhor são aqueles que estão afastados de Deus, perdidos necessitando de salvação.
Em Romanos 10:13
Paulo diz: Pois 
"todo aquele que invocar o Senhor será salvo." 

Agora, algumas perguntas devem ser feitas:
1)  Por que a palavra de Deus diz que Enos quem começou a invocar o nome do Senhor?
2) Por que o nome do Senhor não foi invocado antes?
3) Caim e Abel não invocou o nome do Senhor quando ofereceu sacrifícios a Deus?
4) O que esse texto quer dizer com invocar o nome do Senhor? O que eles invocavam?

É o que tentaremos responder a seguir:


)

segunda-feira, 10 de março de 2014

A Bem Aventurada Esperança do Crente


São muitas as coisas que nos perturbam
constantemente, dentre tudo aquilo que passamos constantemente existe da parte do Senhor Jesus uma palavra de consolo, para todos aqueles que nEle crer, como Senhor e Cristo.
Esta palavra de Jesus é um encorajamento  específico para aqueles que assim como seus
discípulos estavam perturbados com as coisas que estavam acontecendo e que em
breve iriam advir, eles estavam perturbados com o anuncio feito por Jesus, com a
deserção de Judas, e a predita negação de Pedro, isso tudo junto coma perseguição
dos principais da sinagoga fez com que todos eles estivessem muito perturbados.
Mas o Senhor disse aos seus discípulos “...Não se turbe o vosso coração”. Ouça o restante da mensagem, será benção para a sua vida.



sábado, 8 de março de 2014

O que Ato Profético e Elementos do A. T. Podem te Levar.


Loucuras dos homens indoutos.

Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.

Tito 1:10-11




A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira,
E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.
E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira;
Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Mas devemos sempre dar graça de Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade;
Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo
Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.

2 Tessalonicenses 2:9-15

Este é um feito de escarnecimento do sacrifício salvífico de nosso Senhor. 
O templo dos Anjos, em Belo Horizonte, ou a comunidade da prosperidade, como também se identificam é o Aceldama do evangelicalismo brasileiro. O campo do sangue. O preço de Judas Iscariotes. 

Na minha modesta opinião, pisar naquele lugar é maldição na vida de qualquer pessoa. É retornar ao vômito. É se abraçar apertado com o diabo. Eu preferia entrar em um meretrício de endemoniadas a passar na vizinhança daquele lugar maldito. Seja anátema!


Em tempo: O uso de um caminhão do Corpo de Bombeiros em uma manifestação de estelionato religioso deveria ser investigado pelo poder público. Rogo aos homens de Deus de Minas Gerais investidos de qualquer recurso nesta seara que entrem com denuncia junto ao ministério público para a apuração deste que perece ser o uso indevido do patrimônio público, um indicio claro de corrupção. É preciso deixar claro que os evangélicos são gente de bem e repudiam este tipo de comportamento.



Danilo Fernandes para o Genizah


Bispo Edir Macedo apóia o aborto. Não se esqueça disso!