segunda-feira, 27 de julho de 2015

Nele estava a vida: (João 1.4)


Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.'

Jesus declarou que além de possuir "a vida em si mesmo" (Jo 5.25).
Ele era a "ressurreie a vida" (Jo 11.25; 5.25). No Antigo Testamento o Pai é identificado como fonte e manancial de vida.

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gn. 2.7)


Amando ao Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e achegando-te a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; para que fiques na terra que o Senhor jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar (Dt 30.20)

 Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz. (Sl 36.9). 

Era um título  que pertencia unica e exclusivamente ao Criador de toda vida

Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre. (Sl. 133.3)

Jesus Cristo entretanto atribuiu  a si mesmo eata designaçâo divina "Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer". "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo" (Jo 5.21, 26)

Jesus Cristo como tal, foi reconhecido como sendo aquele que tem a vida em si mesmo E omo sendo aqule que é  a luz dos homens, Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. (João 1.4) ...e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela... (1João 1.1b,2a).
Assim podemos ter a certeza de que nele estava a vida, seja através  de seus ensinos (Jo. 5.32-35; 11.25), ou seja por meio de seus atos milagrosos (Jo. 11.42-45; Mt. 9.18,19, 23-25), o que podemos afirmar com isso e que todo aquele que não reconhece a Jesus Cristo como Senhor e Salvador (falo daqueles que não querem mesmo, que rejeitam o evangelho), E não quereis vir a mim para terdes vida (João 5
5.40), Aqueles que fazem isso, assim o fazem, por que amam as trevas.

E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. (João 3.19,20)

A vida  em Cristo é  Eterna. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória (Cl 3.4). Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna. (2Tm 1.10), sendo uma vida que provem de Deus e está  cheia de gozo, paz e alegria.

O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida
vida. (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada) (1João 1.2,3).

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3.16-18)


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Construção do Terceiro Templo avança em Israel




O Instituto do Templo tem mostrado com regularidade os avanços na preparação para o restabelecimento dos cultos no Templo, segundo o modelo do Antigo Testamento. Eles se dedicam a isso há 27 anos.

Depois de vários dias anunciando que fariam uma grande revelação, neste domingo (12) veio a notícia que depois de quase dois mil anos, Israel voltará a criar novilhas vermelhas, de acordo com o mandamento bíblico de Números 19.

Em parceria com um experiente criador de gado de Israel, cujo nome não foi revelado, o Instituto explica que os animais serão gerados em condições específicas e num ambiente controlado. Embora existam várias espécies de gado desse tipo sendo criados pelo mundo, até hoje não se encontrou um que se encaixe na descrição bíblica.

De acordo com o Israel National News, os embriões congelados da raça Red Angus foram levados para Israel e em breve devem ser fecundadas as primeiras matrizes.

A novilha precisa ser perfeita e com o pelo totalmente vermelho. Ela é fundamental para o trabalho dos sacerdotes do Templo na realização dos sacrifícios. Segundo o livro de Números, suas cinzas são usadas ​​para a purificação ritual.

Essa é a penúltima peça para a restauração plena do trabalho sacerdotal em Jerusalém.  A última será, sem dúvida, a Arca da Aliança.

Vários especialistas em profecias estão comentando o anúncio do Instituto do Templo. A opinião quase unânime é que daqui a três anos os animais estariam prontos para serem abatidos e usados no serviço do templo segundo os requisitos bíblicos (Gn 15:9).

Considerando que o Estado de Israel completará 70 anos em 2018, essa data é vista como o cumprimento de um tempo profético, pois marcaria o fim de uma geração. Ou seja, se tudo estiver pronto em três anos, Israel poderá retomar os sacrifícios rituais na mesma época em que se espera o fechamento de um ciclo profético.

Chama atenção o fato de o anúncio ser feito nas vésperas do período anual de três semanas, quando os judeus de todo o mundo lamentam a destruição do Templo de Salomão e do Segundo Templo (ou Templo de Herodes).

As preparações para o Terceiro Templo

O Instituto do Templo já anunciou que produziu mais de 70 objetos sagrados, com destaque para as vestes do sumo-sacerdote, incluindo o peitoral incrustado de pedras preciosas.

Somente o peitoral custou quase 500 mil reais. Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. O candelabro (menorá) feito com 90 kg de ouro e pesando 1,5 tonelada está exibido ao público perto do muro das lamentações. Seu custo aproximado foi 3,2 milhões de reais.

Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. O Instituto afirma que já gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento.

Os sacerdotes e levitas estão sendo treinados para os sacrifícios segundo a revelação de Moisés e o novo véu que separa o santo dos santos já está pronto.

O líder e fundador do Instituto, rabino Chaim Richman, em outras ocasiões confirmou que sabe exatamente onde está a Arca, desaparecida desde a tomada de Jerusalém pelos babilônicos. Questionado novamente sobre o assunto, reiterou hoje que eles mantiveram uma tradição há séculos e afirma que ela estaria num túnel cavado no tempo de Salomão. Quando chegar a hora, irá mostra-la ao mundo.

No mês passado, ele anunciou que teria condições de financiar a construção do Terceiro Templo assim que o governo os autorizar. Uma campanha on-line já tem arrecadado dinheiro para isso desde o ano passado.

O único empecilho para isso é que o local hoje é ocupado por duas mesquitas muçulmanas, num local que embora esteja no centro de Jerusalém não está sequer sob o controle do governo israelense.

Para os judeus que estudam as profecias sobre o final dos tempos, a restauração dos sacrifícios rituais em Jerusalém é o início do processo de aparecimento do Messias esperado por eles.  Para a maioria dos cristãos que estudam escatologia, o surgimento do Anticristo depende da restauração do templo e dos sacrifícios, segundo a interpretação de Daniel 9:27.

Existe uma divisão de opiniões sobre o Terceiro Templo. Uma corrente teológica defende que ele só será construído durante a Grande Tribulação. Outros acreditam que ele só estará de pé novamente durante o reino milenar de Cristo na Terra

Fonte: Gospel Prime.

domingo, 12 de julho de 2015

 O evangelho dos evangélicos é um simulacro



O evangelho dos evangélicos é um simulacro. Simulacro é a fotografia mais bonita que o sanduíche. Não me iludo, o evangelho dos evangélicos é mais bonito na televisão do que na vida. As promessas dos líderes espirituais são mais garantidas pela sua prepotência do que pela sua fé. Temos muitos profetas na igreja evangélica, mas acredito que tenhamos muito mais falsos-profetas.

Os testemunhos dos abençoados são mais espetaculares do que a realidade dos cristãos comuns. De vez em quando (isso faz parte da dimensão masoquista da minha personalidade) fico assistindo estes programas, e penso que é jogada de marketing, testemunho falso. Mas o fato é que podem ser testemunhos por amostragem. Isto é, entre os muitos que faliram, há sempre dois ou três que deram certo. O testemunho é vendido como regra, mas na verdade é apenas exceção.

A aparência de integridade dos líderes espirituais é mais convincente na TV e no rádio do que na realidade de suas negociatas. A igreja evangélica esta envolvida nos boatos com tráficos de armas, lavagem de dinheiro, acordos políticos, vendas de igrejas e rebanhos, imoralidade sexual, falsificação de testemunho, inadimplência, calotes, corrupção, venda de votos.

A integridade do palco é mais atraente do que a integridade na vida. A fé expressa no palco, e nas celebrações coletivas é mais triunfante, do que a fé vivida no dia a dia. Os ideais éticos, e os princípios de vida são mais vivos nos nossos guias de estudos bíblicos e sermões do que nas experiências cotidianas dos nossos fiéis. Os gabinetes pastorais que o digam: no ambiente reservado do aconselhamento espiritual a verdade mostra sua cara.


Ed René Kivitz

Crescimento demográfico dos Evangélicos no Brasil.






Pespectiva da quantidade de evangelicos no Brasil até 2020.




RANKING DAS 10 MAIORES IGREJAS EVANGÉLICAS DO BRASIL



1



Heleno "TRAJANO" às 9:45 AM

domingo, 5 de julho de 2015



Por Thiago Azevedo

Tendo em vista que Adão fora nosso primeiro representante na terra e que sua representação deixou a desejar (evidentemente que tudo dentro dos decretos divinos), o evangelho atual não possui bons representantes. Este legado adâmico se torna uma realidade quando observamos a postura de alguns homens ditos representantes evangélicos atuais. Em função disso, pretende-se com este texto elencar apenas dez motivos pelos quais um verdadeiro cristão, aquele que se pauta pelas Escrituras Sagradas, não deve ter os líderes evangélicos atuais como seus representantes.

PRIMEIRA RAZÃO – A primeira razão deve ser aquela que não pode sair da mente de qualquer cristão, aquela mais importante: Todo e qualquer cristão que se preze deve ter a pessoa de Cristo como seu representante maior. Isso não isenta a possibilidade do cristão ter líderes terrenos. Porém, se faz necessário à construção de um padrão para tal liderança, e este padrão está na pessoa de Jesus. Logo, se o referido líder não apresenta uma conformidade com a vida de Jesus Cristo, reavalie a situação. Paulo deixou este princípio muito claro aos cristãos de Corinto (1 Coríntios 3:10-11) quando tudo que deve ser feito no reino de Deus deve necessariamente ser edificado sobre o fundamento principal – Cristo. Este ponto tem sido esquecido por muitos, que mesmo possuindo líderes que não condizem com o que Cristo foi se portam de forma aceitável para com tal líder. Isso ilustra a situação crítica do evangelho atual onde homens demonstram que outros homens são mais importantes que a própria pessoa de Cristo – situação muito semelhante à igreja de Corinto – partidarismo (1 Coríntios 3:4). Jesus Cristo é e deve ser toda e qualquer referência para todo verdadeiro cristão, e não homens fabricantes de heresias e possuidores de desejos megalômanos-midiáticos-financeiros.

SEGUNDA RAZÃO – A segunda razão está sob a égide do testemunho. A verdade é que há uma incompatibilidade gritante entre o falar e o agir, entre o discurso e a realidade, entre o dizer e o fazer dos líderes evangélicos atuais. Talvez a grande crise em que o evangelho se encontre remonte a isso, a saber, o testemunho não condizente com as palavras que se profere. Na atualidade, os cristãos possuem um desejo desenfreado de demonstrar espiritualidade em ambientes litúrgicos e restritos. Eles pregam um “espírito santo” trôpego que não se reflete na vida prática, no testemunho em si. Pessoas que atestam ter o Espírito Santo em suas vidas, mas estas pessoas compram e não pagam, adulteram, agridem, difamam, sonegam impostos, não falam com os pais, abandonam parentes, deturpam o que a Bíblia diz etc. Pode ser qualquer espírito que os usem, menos o de Deus. Pois, como o próprio nome já diz, Ele é Santo.

TERCEIRA RAZÃO – A terceira razão recai em outra incompatibilidade, a saber, a vida dos ditos líderes evangélicos atuais em relação às Escrituras Sagradas. Comumente temos visto pastores, cantores, etc., gravando vídeos de incitação ao ódio contra pessoas diversas. A Bíblia que deve ser regra de fé e prática de todo e qualquer cristão não é mais lembrada e nem citada nestas ocasiões, e quando é, é de forma errada para acoplar possíveis ações errôneas ao contexto bíblico. A Bíblia nos diz que a palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira (Provérbios 15:1). A Bíblia manda amar nossos inimigos (Mateus 5:43-48). A Bíblia nos mostra que uma discussão é como um soltar das águas, assim, antes que sejas envolvido, afasta-te da questão (Provérbios 17:14). A Bíblia nos ensina ainda que honroso é para o homem desviar-se de questões, mas todo tolo é intrometido (Provérbios 20:3). O tolo revela todo seu pensamento, mas o sábio o guarda até o fim (Provérbios 29:11). Poderíamos passar todo o restante do dia citando textos bíblicos que pregam justamente o contrário do que muitos líderes evangélicos atuais vivem em seus cotidianos. Na Escritura, até quando há discussão, o nome de Deus é glorificado (Atos 15:36-41). Logo, surge uma dúvida em nossa mente: Ou estes homens não leem a Bíblia, ou rasgaram de suas Bíblias essas partes do texto? A grande maioria dos lideres evangélicos atuais possuem uma incompatibilidade imensa entre o que a Palavra ensina e suas respectivas vidas.

QUARTA RAZÃO – A quarta razão gira em torno da incapacidade que a maioria dos líderes evangélicos atuais possui de filtrar as coisas. Todo e qualquer cristão deve ter um filtro dentro de si para reter o que for bom e desprezar o que for ruim e incompatível com a Bíblia. Logo, todo e qualquer cristão deve se inteirar, ler e pesquisar o máximo de informações possíveis. Deve também conhecer o máximo de ideias possíveis aplicando sempre a regra do filtro. Jesus, por exemplo, conviveu com grupos religiosos extremos em seus dias: Essênios, Zelotes, Fariseus, Saduceus, Samaritanos e Herodianos. Jesus era perito em lidar com estes grupos e conhecia muito bem a linha de pensamento de cada um. Esta compreensão e  entendimento por parte de Cristo deve ser uma realidade externada por parte dos verdadeiros cristãos atuais.

Convivemos na atualidade com diversas cosmovisões que desembocam em grupos diversos. Sabemos, por exemplo, que os direitos humanos dos dias atuais trata-se de um segmento que está permeado de princípios humanísticos e marxistas, porém isso não significa dizer ou afirmar que os humanos – pessoas – não tenham direitos. Os líderes evangélicos da atualidade possuem tanto ódio, amargura e tédio embutidos nas suas falas que demonstram esquecimento relacionado a esta verdade. Para não ficar apenas nas minhas palavras, confira no link disponível a seguir as palavras daquele que era o presidente da comissão dos direitos humanos e minorias na Câmara dos Deputados em Brasília (clique aqui). Na realidade essas palavras não são dignas de um verdadeiro servo de Deus, de um cristão de verdade. Perceba que no momento exato que o líder evangélico diz que John Lennon fora alvejado com três tiros no peito, pessoas glorificam a Deus! Como pode uma pessoa desta estirpe intelectual me representar como cristão? Jamais! O próprio Jesus enumera alguns direitos dos homens em seu tempo que se estende até nós, um bom exemplo encontramos em Mateus 25:34-46. O ser humano possui direitos sim, independente de credo, cor e sexo, independentemente de quem seja, o grande problema são as ideologias que se alojam por de trás desta verdade, além do extremismo funesto-religioso que alguns líderes evangélicos atuais tratam a questão. Nessas horas o filtro de todo cristão deve reter o que for bom e expelir as impurezas, mesmo quando o que se tem a reter seja pouquíssimo (I Tessalonicenses 5:21).

QUINTA RAZÃO – Não vivemos mais na idade média, mas vivemos uma idade mídia. A mídia domina e impõe seus ideais à massa. O evangelho vem sendo adaptado a esta funesta realidade. O evangelho se transformou numa simples e mera mercadoria manipulada por meio da mídia. Os líderes do evangelho atual são peritos neste assunto – comercializar a fé midiaticamente. Homens que enriqueceram com o evangelho, são jatos, carros, fazendas, gado etc., tudo com a exposição midiática. Qual personagem mesmo da Bíblia enriqueceu com a pregação do evangelho? Nós vemos homens que já possuíam riquezas, mas não ganharam estas com a fé dos outros. Quando Moisés recebeu de Deus a ordem de construir o tabernáculo, houve um momento que as ofertas eram tantas que Moisés ordenou que estas cessassem (Êxodo 36:6-7). Nesta nova e podre teologia da prosperidade as árvores – líderes religiosos – aplicam uma lógica jamais vista em tempo nenhum. Ou seja, comem de seus próprios frutos e não alimentam ninguém. Toda árvore alimenta pessoas com seus frutos, menos as que são plantadas no solo impróprio da teologia da prosperidade.

SEXTA RAZÃO – A sexta razão fica por conta do baixar o nível do evangelho. Os líderes evangélicos da atualidade baixam constantemente o nível do evangelho para que ele aparente ser mais acessível, numa espécie de evangelho à moda do freguês, self service gospel. Joshua Harris em seu livro - Eu disse adeus ao namoro - menciona uma ilustração muito interessante: Um jogador de basquete que não alcança a cesta para encestar a bola e que baixa o nível da altura da cesta de basquete sem que ninguém perceba. Logo, o jogador de basquete começa a encestar a bola em sucessivos lançamentos e enterradas constantes. Consequentemente, quem observa de longe olha admirado acreditando ser aquele um excelente jogador, mas na realidade não é, é só aparência. Isso é o que tem sido feito com o evangelho atualmente, baixaram o nível e muitos não conseguem perceber e ainda elogiam quem o rebaixou como um grande jogador, um grande e intocável líder evangélico. Mas na realidade não passa de um impostor religioso. Na atualidade este nível foi tão rebaixado que qualquer um, com um pouco de atenção, nota.

SÉTIMA RAZÃO – A sétima razão fica por conta da “Síndrome de satanás” que a maioria dos líderes evangélicos atuais possuem – a necessidade de independência. Além disso, eles não aceitam que ninguém os monitorem, não aceitam a prestar satisfações, não aceitam a repreensão e nem se submeter às possíveis punições. Geralmente fazem uma ginástica estatutária e burocrática dentro das igrejas para converter as regras e posicionamentos institucionais ao seu bel prazer. Acima deste só Deus, e olhe lá! Pois como o Reverendo Renato Vargens destaca em seu livro - Reforma Agora - certa mulher ao ouvir seu filho criticar seu líder evangélico teceu a seguinte frase em defesa do líder: “Fale de Deus, mas não fale de meu líder”. Noutra ocasião, no mesmo livro, o autor nos conta que um certo líder evangélico da atualidade disse que teve uma experiência de arrebatamento e foi levado ao céu. Lá, no ambiente celeste, Deus ao receber conversou com ele por muito tempo e eis que de repente Jesus adentra no ambiente onde a conversa estava acontecendo. Jesus intenta dar uma opinião dentro do assunto conversado, prontamente Deus olha para Jesus e tece as seguintes palavras: “Filho! tenha educação, não vê que estou falando com o líder tal? Não atrapalhe!”.

Este pensamento é nutrido pela maioria dos próprios líderes evangélicos atuais, eles gostam de holofotes em cima deles. O próprio Cristo quando esteve na terra sempre se remeteu ao pai como sendo partícipe de uma harmonia, não podendo haver tirania ou autoritarismo por parte de Um ou de Outro. Todos estes sintomas apresentados por tais líderes evangélicos e pessoas que participam desta rotina são caracteres de uma Síndrome na qual intitulo como a “Síndrome de satanás”– aquela que o indivíduo quer ser Deus, isso no sentido de não ter ninguém acima de sua autoridade, aquele desejo de se assentar no trono dos tronos da autoridade – ser igual a Deus – justamente a proposta da Serpente feita a Eva no Éden.

OITAVA RAZÃO – Esta razão é a mais perigosa, trata-se daqueles líderes evangélicos que possuem o seguinte axioma: “Eu não aceito o 'não sei' como respostas, eu procuro respostas convincentes para todos os mistérios que há na Bíblia”. Sabemos que este é o principal ingrediente para o surgimento de heresias no seio da igreja. O desejo de ser original na interpretação da Palavra distinguindo de tudo aquilo que a tradição cristã preservou como a sã doutrina é um risco eminente para o surgimento das heresias. Se a Bíblia se cala acerca de algum assunto, o verdadeiro cristão faz o mesmo. Os líderes evangélicos atuais excedem este limite, tentam ultrapassá-lo com frequência e ainda se gabam de suas posturas. Resultado: heresias em série. É por essas e outras que eles estão distante de ser representantes dos cristãos verdadeiros.

NONA RAZÃO – Para esta razão iremos nos debruçar sobre um conselho de um sábio da antiguidade, seu nome é Salomão. No livro de Provérbios a sabedoria deste homem flui. Provérbios 27:2 nos dá uma recomendação básica e nos ensina uma grande verdade: “Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca; outras pessoas, não os seus próprios lábios”. Esta recomendação não é vista nos líderes evangélicos atuais, e aqui, para sermos sinceros, esta recomendação é vista em poucos do meio cristão. Vemos e ouvimos justamente o oposto. Vivemos numa época de autoelogios onde cada vez mais a própria pessoa concede informações positivas acerca de si mesmo.

A recomendação de Salomão é básica pelo fato de alguém que fala de si mesmo muito provavelmente não irá relatar seus defeitos e limitações, mas quem está de fora os percebem muito bem. Portanto, a melhor avaliação de alguém é aquela que é feita por quem está de fora e não pela própria pessoa. O mesmo princípio é visto em Apocalipse 2:9 e em Apocalipse 3:17. Respectivamente falando, a igreja de Esmirna é de fato paupérrima e sabe disso, mas Deus a vê como rica, enquanto a igreja de Laodicéia é de fato riquíssima, mas Deus a vê como pobre, cega, miserável e nua. Logo, podemos deduzir que o princípio da auto avaliação não importa muito, mas sim a avaliação de Deus, de outrem. Quando você vir alguém se auto elogiando com frequência, assim como os líderes evangélicos atuais, cuidado! Pode não ser o que aparenta.

DÉCIMA RAZÃO – A décima razão pela qual os líderes evangélicos do momento não me representam é pelo fato de cada um possuir uma carapuça no seu molde. É por isso que sempre que alguém tece uma crítica ao pífio sistema religioso da modernidade, mesmo que de forma universal, sempre um se dói e sai em sua própria defesa causando estardalhaços nas redes sociais e em emissoras de TV diversas. Por isso fica a orientação: os líderes evangélicos em notoriedade no cenário midiático brasileiro não representam o cristianismo genuíno, não representam os verdadeiros cristãos que se pautam pelas Escrituras Sagradas e que comungam da sã doutrina. Não se iludam, por mais que eles próprios se intitulem representantes dos cristãos, eles não são. Trata-se apenas de um grupo à parte com seus interesses próprios e bem definidos.