sábado, 26 de setembro de 2015

Você sabia que Jesus não era carpinteiro?


Não interessa se você é evangélico ou faz parte de qualquer outra religião. Não importa se você acredita na existência de Jesus Cristo ou não. Independente de qualquer um desses fatores, uma coisa é verdade: todos nós conhecemos a história do “filho de Deus”, não é mesmo?
Agora responda rápido: qual era a profissão de Jesus? Ah, essa é fácil! Carpinteiro é a resposta certa, não é? Talvez não.

Aonde está escrito que Jesus era carpinteeiro? Os evangelhos falam literalmente que Jesus era um carpinteiro.
Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão... (Mc. 6.3)
Jesus tinha ess profissão por que o seu pai, José, era carpinteiro, como conta Mateus 13,55: 
Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?
Nós sabemos bem pouco sobre Jesus, até quando ele começa o seu ministério público, quando tinha 30 anos. Era normal que uma pessoa da sua idade tivesse o seu trabalho quotidiano. Naquele período, mais do que agora, era natural que o filho seguisse os passos "profissionais" do pai.
Seria interessante também verificar o sentido da palavra grega "tékton", que na maioria das línguas se tornou "carpinteiro". A nossa ideia de "carpinteiro" é muito moderna e limitada ao trabalho com a madeira. Pode ser que a palavra grega usada tivesse um significado mais geral, como por exemplo "construtor".
 De acordo com alguns novos estudos a respeito da tradução da palavra grega “tecton”, citada em Marcos, e escrita “tekton” em Mateus, os termos descreveriam um profissional de serviços gerais.
Esses estudos sugerem que não só Jesus trabalhava como o famoso “faz-tudo” como, ao que tudo indica, serviços envolvendo marcenaria nem faziam parte do seu cotidiano. Contudo, é preciso entender que ele não fazia apenas pequenos afazeres, mas também já foi citado em serviços que envolviam projetos e construções de pontes, templos de pedras e afins – trabalhos que talvez o rendessem, hoje, uma profissão de ajudante de obra, quem sabe um Pedreiro, no máximo um futuro como engenheiro.

Se você quizer tirar dúvida, confira pelas parábola dita pelo Divino Mestre sobre construção e nenhuma sobre carpintaria.

Fonte: Diversas

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Os 7 Pecados Capitais


Quem nunca pecou que atire a primeira pedra. Independente do posicionamento religioso de cada um, todos temos noção do que é considerado pecado, especialmente dentro do universo cristão. Para o cristianismo, pecado é tudo aquilo que afronta os preceitos sagrados de Deus, e entre tudo o que pode ser feito de errado há sete pecados que são considerados mortais. Você já se perguntou por que isso acontece?

O site What Christians Want to Know frequentemente publica conteúdos que visam esclarecer o cristianismo. O colunista Jack Wellman explicou algumas questões a respeito dos pecados capitais segundo o Rei Salomão, e nós resolvemos compartilhá-las com você.

Antes de tudo: Por que sete?

Segundo a Bíblia, Deus criou o mundo em sete dias e descansou no sétimo. No calendário, uma semana tem sete dias. Já para os fieis da Israel antiga, o descanso acontecia durante o sábado – o sétimo dia da semana era tanto para o descanso como para cultos religiosos.

Na raiz hebraica, a palavra “sete” significa “estar completo”, e justamente por isso não precisa que nada seja retirado ou adicionado. É um número considerado perfeito e bem acabado. Seguindo a lógica do pecado, a pessoa que comete os sete pecados mortais nomeados por Rei Salomão acaba desrespeitando Deus diretamente. Conheça esses pecados a seguir:

1 – Um olhar orgulhoso

Para a Bíblia, o orgulho é o pecado que faz as pessoas olharem para as outras com soberba e superioridade. O Livro Sagrado explica, ainda, que o orgulho foi o motivo que provocou a expulsão de Lúcifer do paraíso e, consequentemente, a mudança de seu nome – Lúcifer significa “portador da luz”.

O orgulho por ter sido considerado o maior anjo do paraíso fez com que Lúcifer começasse a planejar formas de roubar o lugar de Deus. Quando foi expulso do paraíso, seu nome passou a ser Satã – no hebraico, significa “adversário” e “acusador”. É por causa do comportamento de Lúcifer que o orgulho é visto pelos cristãos como a raiz de todos os pecados do mundo, e por isso aparece sempre listado em primeiro lugar.

2 – Uma língua mentirosa

O lago de fogo da segunda morte, repleto de anjos que foram expulsos do paraíso, é o destino dos mentirosos, de acordo com a explicação de Wellman. Lá, o tormento eterno está garantido, e, logicamente, o orgulho é tido como o estopim para uma boca mentirosa.

Para o cristianismo, quando mentimos estamos querendo esconder uma situação e exibir uma boa aparência, ainda que ela não seja verdadeira. A mentira também é vista como uma desculpa dada por aqueles que não estão fazendo a coisa certa – tudo isso com a finalidade de fazer com que o mentiroso seja visto de uma forma positiva, mesmo quando não merece.

Na Bíblia, a língua é comparada a uma pequena faísca, capaz de espalhar o fogo por uma floresta inteira. Mesmo sendo uma pequena parte do corpo, é capaz de promover grandes eventos. “De uma mesma boca procede bênção e maldição”, diz um trecho de Tiago (3: 7-10).

3 – Mãos que derramam sangue inocente

Assim como Jesus Cristo foi morto mesmo sendo inocente, qualquer um que fira ou mate um inocente é considerado um grande pecador. Wellman explica que atualmente há mais condutas que se encaixam nesse pecado capital.

Além de matar e machucar, é culpado também aquele que incentiva o consumo de bebidas e drogas, por exemplo, porque está facilitando a ocorrência de alguma tragédia. E adivinha só? O orgulho é novamente visto como a raiz de mais um pecado capital.

4 – Mãos que inventam planos perversos

Não é apenas quem mata que peca. Se o crime foi planejado por outra pessoa, essa pessoa também vai ser condenada. Além dos casos de assassinatos, crimes em geral também são considerados pecados mortais.

A pessoa que rouba alguém ou que planeja qualquer tipo de crime está indo contra os preceitos divinos também. Wellman cita como exemplo casos de estupro, assassinatos, assaltos e outras infrações que são ilegais conforme a justiça dos homens.

5 – Pés que se apressam

O pecado aqui consiste em se prontificar a ajudar alguém a fazer o mal. A lógica é a de que, se os pés estão dispostos a correr em direção ao mal, farão o mal também. Wellman destaca também a ambição dentro desse pecado. São pessoas que não hesitam em fazer algo errado em busca de um bem próprio. Mentem, enganam, agridem, roubam e matam sem pensar na gravidade do que fazem. São as pessoas que tiram vantagens daqueles que estão vulneráveis.

Em tempos atuais, Wellman compara a ação de quem encontra uma bolsa perdida, por exemplo, e resolve ficar com ela, mesmo tendo a possibilidade de devolvê-la para o dono. São as pessoas que têm atitudes erradas sem ao menos refletir sobre elas. Querem o caminho mais fácil, a recompensa maior e acreditam que outros indivíduos são apenas pedras no meio do caminho.

6 – Quem dá falso testemunho

E mais uma vez voltamos ao pecado-raiz que é o orgulho, a motivação que está por trás de quem mente a respeito de outras pessoas. Quem dá um falso testemunho geralmente coloca outras pessoas em situação de julgamento, as fazendo pagar por algo que não fizeram. É o pecado de quem tem o costume de jogar a culpa nos outros com o objetivo de se sair bem de situações complicadas.

Wellman contextualiza esse pecado ao citar como exemplo possíveis desentendimentos em ambientes de trabalho. Quando algo dá errado, sempre tem aquela pessoa que culpa alguém que nem está presente para se defender.

7 – Quem desperta conflitos

Aqui o autor explica que a pessoa que planta intrigas, faz fofocas ou cria conflitos está indo em direção aos pecados que mais ofendem a Deus. De acordo com Wellman, quem provoca conflitos é como aquele que joga material inflamável em um incêndio que outros estão tentando apagar. Além do mais, a pessoa fofoqueira e intrigueira também é cheia de orgulho – quer colocar os outros em maus lençóis para mostrar que é superior.



Por outro lado, o site All About explorou a visão social e literária dos sete pecados capitais – talvez seja a versão com a qual você esteja mais acostumado. Confira:

1 – Luxúria: Ter necessidades e desejos intensos. Segundo a Bíblia, aquele que olha para uma mulher com desejo já está cometendo adultério;

2 – Gula: O excesso de apetite por comida ou bebida;

3 – Cobiça: A ganância excessiva e abusiva de ter alguma coisa ou estar com alguma pessoa;

4 – Preguiça: A falta de energia e vontade para realizar determinadas atividades;

5 – Ira: Indignação forte ou vingativa;

6 – Inveja: Ressentimento pela conquista alheia, seguido do desejo de conseguir a mesma coisa;

7 – Orgulho: Sentir-se orgulhoso e superior aos demais.

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Essas são duas leituras possíveis dos sete pecados capitais. Se você conhece mais alguma, conte para a gente nos comentários!

FONTES What Christians Want to Know/Jack Wellman  All

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Estratégia de Evangelismo. (Uma palavra rápida)

 O meio evangélico tem sido bastante fértil em produzir o seu próprio sincretismo.


Como bem disse o nossos irmãos ...Pedro e os apóstolos, [quando] disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens (At. 5.29). Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus. (At. 4:19)

Como é isso estratégica adulterando os mandamentos bíblicos? A lei de Gerson, em quer os fins justificam os meios? Isso é pragmatismo. Tem mais prazer Deus que se faça sacrifícios do que sejamos fiéis a sua palavra? Bem profetizou Isaías e Jesus disse. ...Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim;
Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens". Marcos 7:6-7. Olhamos para o testemunho que Paulo dar de se mesmo
E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito... 1 Coríntios 4:6a.
Existe uma diferença entre autoridade outorgada e autoridade inerente, sobre isso eu tenho muito o que fala mas o espaço é pouco, mas deixo a palavra do Senhor Jesus somada a do apóstolo Paulo que citei a cima
"...se guardarem a minha palavra, também guardarão a vossa.
João 15:20c.

visto que para muitos, a quantidade de pessoas nos cultos tornou-se o critério para se avaliar o sucesso de um ministério ou de uma igreja.
Aquilo ou aquele que mais atrair o público é tido como bom, sem precisar fazer uma análise crítica. E isso tem levado muitos pastores, líderes e crentes em geral, a abrirem mão dos conceitos e princípios expostos nas Sagradas Escritura, para o uso de novos "métodos" que são supostamente mais "eficazes", ou seja, atraem grandes multidões, e isso é sincretismo, e paganismo dentro da igreja.

A permissão dada oas Irmãos, em Corínto, para que os mesmos comprassem de tudo que se vende no mercado (mesmo o que foram antes sacrificados aos ídolos). E usado como argumento para essas discrepâncias.

1. Os irmãos de Coríntos não tinham nenhum outro lugar para compra carne por que todos os açougues vendiam carne que eram antes sacrificada no templo em culto pagão.
2. O tema abordado por Paulo é paganismo e não sincretismo.
3. Eu tenho a certeza que se a igreja em corinto pegasse a carne que foi sacrificada no templo pagão e fizessem um churrasco na igreja com o intuito de evangelizar como é feito com a festa junina, por exemplo, ele combateria essa prática.

Obs. Na igreja em Corinto havia irmãos participando das festas pagãs e por causa disso estavam escandalizando os irmãos mas fracos, haviam pessoas que não queriam comprar carnes no açougues e nem aceita convite de parentes que não eram convertido,e a abordagem é dentro desse assunto, não tem nada haver com festas culturais abraçada pela igreja com uma roupagem cristã.

Graça e Paz sejam com todos vocês. Amem!