quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Cristão Como pastor e o Cristão como Ovelha

sexta-feira, 25 de abril de 2014

As bênçãos podem fazer um crente se esquecer de Deus?



Depois que nos somos abençoados, temos a tendência de esquecermos daquele que nos abençoou, "Jesus".
A nossa natureza pecaminosa é que nos leva a fazer essae outras coisas piores do que essa mesmo depois de vivermos como o Senhor, por isso devemos ficar atentos quanto a isso.

Outra coisa que comumente acontece conosco é o fato de acabar amando mais as bençãos do que O Abençoador. E mais a “benção recebida” faz com  que nos afastamos de Deus, por que aquilo que supostamente recebemos do Senhor exige daquele que o recebeu uma dedicação completa, uma devoção, levando o crente a abandonar o Senhor. 
Não sei como Deus pode abençoar alguém com algo assim, mas isso infelizmente é uma realidade.

·                      O povo de Israel foi advertido por Moises a não se esquecerem de Deus depois que conquistassem a terra prometida e fosse por Ele lá engrandecidos:

Guarda-te não te esqueças do SENHOR, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus estatutos, que hoje te ordeno; para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres edificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tem, se eleve o teu coração, e te esqueças do SENHOR, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão, (Dt. 8:11-14)

·           Só que infelizmente foi isso que aconteceu muitas vezes com o povo de Israel:

Acaso, se esquece a virgem dos seus adornos ou a noiva do seu cinto? Todavia, o meu povo se esqueceu de mim por dias sem conta. (Jr. 2:32 )

E isso infelizmente é sintomático, ou seja, continua acontecendo com o povo de Deus hoje, nós membros do Corpo de Cristo estamos sujeito e cometendo a mesma coisa. 

Paulo exortou os irmãos da Igreja de Coríntios acerca deste mesmo motivo.

E eu, irmãos, apliquei essas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós, para que, em nós, aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro. Porque quem te diferença? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias como se não o houveras recebido? Já estais fartos! Já estais ricos! Sem nós reinais! E prouvera Deus reinásseis para que também nós reinemos convosco!” (1Co 4:6-8)

A Igreja de Laodicéia tudo indica que ela tenha decorrido no mesmo erro, uma Igreja com a maioria de seus membros eram ricos e com Jesus do lado de fora.

E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Eu sei
as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.  Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta ( e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu ), aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas.  Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.” (Ap. 3.14-20)

O cristão é abençoado para ser uma benção, pense nisso.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O Que É A Pascoa?













Páscoa é um evento religioso judaico/cristão, normalmente
considerado pelas igrejas cristãs como a maior e a mais importante
celebração. Na Páscoa os cristãos relembram e anunciam a Ressurreição de
Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido
durante a celebração da Páscoa dos judeus, em Jerusalém, entre o ano 30 e
33 da Era Comum.


Pablo Massolar
Origem do nome



Os eventos da Páscoa teriam ocorrido primeiramente durante o Pessach
(Passagem em Hebraico), data em que os judeus comemoram o êxodo,
libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito, liderados por
Moisés, para a Terra Prometida.
A palavra Páscoa advém
exatamente do termo Pessach, em hebraico, da festa judaica. Os espanhóis
chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de
Pâques. O sentido de “passagem” vem do julgamento de Deus sobre Faraó e
os egípcios, que oprimiam e escravizavam o povo judeu, até que Deus
anuncia a Moisés que libertará o seu povo da escravidão.
Segundo
a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na
última delas (Êxodo capítulo 12), disse o Senhor a Moisés que todos os
primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da
morte por sobre suas casas), mas os primogênitos de Israel seriam
poupados. Para isso, o povo de Israel deveria sacrificar um cordeiro,
passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o
anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais
primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos
prisioneiros. Isso causou intenso clamor e tristeza entre o povo
egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de
Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A
Bíblia judaica e cristã institui a celebração do Pessach em Êxodo
12.14: "Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa
em honra ao Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma
instituição perpétua".
Páscoa Cristã



A Páscoa cristã celebra a morte sacrificial e a ressurreição de Jesus
Cristo. Nos Evangelhos, Jesus é anunciado como o "cordeiro de Deus que
tira o pecado do mundo", deste modo, toda a simbologia da Páscoa judaica
aponta para Jesus que, através de sua morte e seu sangue, liberta o
homem do poder da morte e do pecado.
A última ceia partilhada
por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é
considerada, geralmente, um “sêder do pessach” – a refeição ritual que
acompanha a festividade judaica – se nos ativermos à cronologia proposta
pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia
mais acurada, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe (do
grego antigo ἑκατόμβη, composto de ἑκατόν "cem" e βοῦς "boi" -
sacrifício coletivo de muitas vítimas) dos cordeiros do Pessach. Assim, a
última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Depois
de morrer na cruz, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde
ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais
importante para os cristãos.
Páscoa é pagã?
Não! E também, atualmente, sim! Muitos costumes modernos
ligados ao período pascal originaram-se, de fato, dos festivais pagãos
da primavera. Hoje existe um sincretismo entre a Páscoa judaico-cristã e
rituais de passagem pagãos, mas nem sempre foi assim.
A festa
moderna utiliza a imagem do coelho e ovos pintados com cores
brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Os antigos
povos pagãos europeus da Idade Média, nesta época do ano, homenageavam
Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou
Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa
um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus
pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova
vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia
romana, é Ceres. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do
renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia
germânica.
Na primavera, lebres e ovos pintados com runas eram
os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não
o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de
prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A
lebre de Eostre poderia ser vista na Lua cheia e, portanto, era
naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus
cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em
alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações atuais.
As
hipóteses mais aceitas relacionam a época do ano com Estremonat, nome
de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica
relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de
Eostremonat, de acordo com o "Venerável Beda", historiador inglês do
século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna
e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas à
fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e
consequentemente a Páscoa moderna (direta e indiretamente), tiveram
notórias influências.
Os antigos povos nórdicos comemoravam o
festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais
antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É
uma deusa anglo-saxã, teutônica, da primavera, da ressurreição e do
renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento
chamado de Ostara.
Conclusão
É comum, hoje, a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os
com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um
costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos
por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia, nem
na Páscoa judaica, nem na Páscoa cristã. Portanto, este costume é uma
alusão a antigos rituais pagãos.
A Páscoa, em suas raízes mais
antigas, é uma festa genuinamente bíblica, que aponta figuradamente
para o sacrifício de Jesus por toda a humanidade. Esta é a oportunidade
que, como cristãos, discípulos de Jesus, temos de anunciar não somente o
sentido cultural da festa mas, principalmente, que ela tem a ver com o
amor de Deus por toda humanidade. Isto inclui todos nós. Deus entregou
seu único filho, como sacrifício pelos nossos pecados e Nele, somente
Nele, temos Vida Eterna, ou seja, "passamos" da morte para a vida. O
evangelho de João, no capítulo 3, resume esta mensagem da seguinte
forma: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que entregou (à morte) o
seu único Filho para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha
a Vida Eterna."
Veja o que o "Coelhinho da Páscoa" tem a dizer sobre a Páscoa

Leia Mais em:
 

 
 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Ricardo Bitum o que os pentecostais fizeram com o evagelho



Ariovaldo Ramos e Ricardo Bitun - A Igreja que não existe mais (Pergunta...



"Rolezinho do sexo" entre adolescente reúne 700 pessoas em parque de São Paulo. O Fundo do Poço.



Para
nossa tristeza e vergonha uma nova modalidade de rolezinho surgiu entre
os adolescentes e jovens: O rolezinho do sexo! (veja o vídeo abaixo)
Isso mesmo: a garotada “mata” aula e vai para o parque fumar maconha,
cheirar cola, e transar. Tudo devidamente combinado pelas redes sociais,
e com o conhecimento das autoridades. Para piorar a sitiuação, agentes
de saúde, vão ao locar distribuir preservativos, como se a pouca
vergonha fosse a coisa mais normal do mundo. 




Caro
leitor, bem sei que existem pessoas que não verão mal algum nesse tipo
de comportamento e que considerarão um absurdo alguém "tolir" a
liberdade dos adolescentes que querem fumar maconha e promover bacanais
em parques públicos.  




Ora, podem
me chamar de retrógrado, fundamentalista, eu todavia, ao contrário de
alguns, repudio veeementemente atitudes desde nipe, que sem sombra de
dúvidas aponta para a definitiva falência da sociedade brasileira. 




Lamentavelmente
nossos adolescentes e jovens vivenciam o mais baixo nível de degradação
moral, levando a cada um de sós a um estado de vergonha e ruborização. 




Pois é,
diante de tempos tão difíceis como os que vivemos torna-se indispensável
que a igreja evangélica se posicione audaciosamente contra a
promiscuidade que nos cerca. Como cristãos é indispensável que
entendamos que temos por missão anunciar aos doentes da alma e da mente a
maravilhosa noticia de que se é possível mudar de vida. Para tanto, é
absolutamente necessário que proclamemos o evangelho da salvação eterna,
o qual é tremendamente eficaz para libertar o ser humano de seus
dramas, dilemas e sofrimentos.  




Tenho plena
convicção de que como seguidores de Cristo, não devemos nos curvar
diante da imoralidade que tem destruído parte da sociedade brasileira.
Como discípulos do Senhor, temos por missão anunciar a esta geração,
Jesus, o qual é único capaz de satisfazer o vazio da alma transformando
gemidos em esperança, escravidão em liberdade, libertinagem e m
liberdade. 
 

Com lágrimas nos olhos! 

Por: Renato Vargens


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Os Nossos Problemas Nos Leva ao Esquecimento.




Quando nós estamos passando por lutas e adversidades, a nossa mente insiste em nos fazer esquecer-se de todos os benefícios que recebemos do Senhor, e nos fazer lembrar de todas as vezes que passamos por um problema parecido com aquele, e conseqüentemente nos faz lembrar de todos os problemas que já passamos e que estamos passando, e o resultado disso é a murmuração. A murmuração é fruto da incredulidade.

·A murmuração é algo que deixa Deus indignado com o seu povo, por que todas as vezes que estamos murmurando é como se nós disséssemos a Deus, que Ele não se preocupa conosco, que Ele é cego e não estar vendo o que estar acontecendo, que Ele não se compadece, que Ele é incapaz, que Ele se atrasa, que ele pe injusto...
A murmuração é um dos piores tipos de pecados, pois é diária e diretamente contra Deus

Em I Coríntios 10 , Paulo relembra alguns pecados cometidos por Israel, no deserto, e as conseqüências da infidelidade, no versículo 10 ele faz a seguinte advertência: “ Nem murmureis , como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador”. Este versículo é uma referencia ao episódio narrado no livro de Números 14, quando os filhos de Israel foram duramente castigados pelo Senhor , por causa da murmuração.

·       O que nós devemos fazer é nos momentos difíceis, trazer a nossa memória coisas boas, pensar nas coisas que são do alto, naquilo que nos dar esperança.

Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. (Fl. 4. 8)

Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;  (Cl. 3:2)

Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. (Lm. 3:21 )  

Obs. Muitos pensam que quando as escritura nos adverte a pensarmos em coisas que nos dar esperança, imaginam algo que receberam do Senhor, no sentido material e temporário, porém a palavra de Deus quer com isso que sempre venhamos trazer a memória aquilo que é a causa de nossa esperança, e o que o Senhor já fez por nós para que isso seja propício, ou seja, que venhamos ter o nossoa olhos e n ossos pensamentos nas coisas que são de cima, isso sbeim é revigorante.

Rm 8:18 Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.

2Co 4:17,18  Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente,  não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

Conclusão:

quando os irmãos estiverem passando uma luta muito grande, bus que pensar e cinversar sobre a tão grande e maravilhosa salvação. Vejam como o apóstolo Paulo termina esse texto.

1Ts 4:16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.
 

Apostasia



 2Ts 2:3 Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,


Apostasia constitui-se no abandono premeditado e consciente da fé cristã; e infelismente esta é uma característica      
marcante dos últimos tempos.

· Existem dois tipos de apostasia: A teológica e a moral. Na primeira observam-se os desvios doutrinários. Na segunda, comportamentos contrários à santidade requerida por Deus em sua palavra (Hb. 12.14; 1 Pe 1.15,16).

Hb 12:14 Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;

1Pe 1:15-16 Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.


·         As duas epistolas de Timóteo e parte das epistolas de Pedro tratam do mesmo tema a “apostasia geral dos últimos tempos”, demonstrando o que acontecerá nesse período que antecede a volta de Jesus.


·         Os falsos mestres e falsos profetas, mencionados nessas epístolas, levam o povo de Deus a fábulas, superstições, misticismos, sincretismos, a profanação e chegam ao ponto de negarem o Pai e o Filho.

domingo, 13 de abril de 2014

Os 10 Maiores Genocidas da História

Augusto Pinochet, Chile

Responsável por mais de 3 mil mortes
Pinochet governou o Chile entre 1973 e 1990. Antes disso, no governo de Salvador Allende, comandou o exército (1970-1973), mas acabou aderindo à conspiração que derrubou o então presidente. Como chefe da Junta Militar, assumiu o poder após o golpe que culminou com o suicídio de Allende.. Segundo números divulgados pela Comissão Nacional pela Verdade e Reconciliação do Chile, o governo Pinochet foi responsável pela morte de 3.172 presos políticos, além aplicar táticas de tortura em quase 30 mil chilenos.

Apesar de o Chile ter elegido um novo presidente em 1990, Pinochet seguiu como comandante do Exército do país até 1998, quando se tornou senador vitalício. Contudo, em outubro daquele ano, dois juízes espanhóis iniciam uma investigação sobre a ligação do ex-ditador com o desaparecimento de cidadãos espanhóis durante o seu regime militar. Ele foi preso em novembro em uma clínica de reabilitação no Reino Unido. Seus problemas de saúde o levam à morte em 10 de dezembro de 2006, antes que pudesse ser condenado pelas mais de 300 acusações pendentes contra ele.

 
Jorge Rafael Videla, Argentina
Responsável por mais de 40 mil mortes
Jorge Rafael Videla Redondo (Mercedes, 21 de agosto de 1925) é um ex-militar argentino que ocupou de fato a presidência de seu país entre 1976 e 1981. Chegou ao poder em um golpe de estado que depôs a presidente María Estela Martínez de Perón, exercendo uma cruel ditadura. Foi o maior e mais selvagem dos ditadores da América do Sul. Apesar de ter sido uma ditadura curta, (1976/1983), é considerada a que matou mais. Os cálculos ficam entre 40 e 50 mil mortos. Seu período esteve marcado por violações aos direitos humanos e por um conflito fronteiriço com Chile, que esteve a ponto de se tornar um conflito armado. A democracia foi restaurada no país em 1983 e, em 22 de novembro de 2010, Videla foi julgado e condenado a prisão perpétua e destituído da patente militar pela morte de apenas 31 cidadãos


Charles Taylor, Libéria
Responsável por 75 mil mortes em duas guerras civis na Libéria
Ex-líder da Frente Nacional Patriótica de Libertação da Libéria (1989-1997) e presidente do país (1997-2003), Taylor comandou os exércitos rebeldes na guerra civil (1989-1997) da Libéria. Contudo, os piores flagelos à humanidade infligidos por ele foram realizados no exterior. Ele está sendo julgado pela Corte Especial para Serra Leoa pela participação na guerra civil desse país entre novembro de 1996 e janeiro de 2002, quando o conflito foi encerrado.Taylor é acusado de liderar os rebeldes da Frente Revolucionária Unida (RUF) em Serra Leoa, abastecendo-os com armas e munições em troca de diamantes.
Taylor foi indiciado por 11 acusações de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e outras sérias violações dos direitos humanos. Ele é acusado de ser responsável pelo assassinato e mutilação de civis, a transformação de mulheres e meninas em escravas sexuais, o sequestro de adultos e crianças para que eles realizassem trabalhos forçados ou lutassem no conflito, com base no seu apoio aos rebeldes da Serra Leoa. Taylor também é responsabilizado pelo envio de tropas da Libéria em ajuda aos guerrilheiros. A Guerra Civil na Serra Leoa (1991-2002) causou 75 mil mortes e obrigou metade da população do país a deixar suas casas.


Slobodan Milosevic, Iugoslávia
Responsável por até 230 mil mortes
Milosevic foi presidente da Sérvia (1989-1997) e depois presidente da Iugoslávia (1997-2000). Durante o período, a Iugoslávia foi marcada por guerras separatistas que culminaram na sua divisão. Os primeiros países a proclamarem independência após a chegada de Milosevic ao poder foram Eslovênia, Croácia e Macedônia, todas em 1991, após confrontos, em especial na Croácia, que deixaram 20 mil mortos
Contudo, foi em 1992, quando a Bósnia-Hezergovina declarou sua independência, que o verdadeiro banho de sangue começou na região. Milosevic apoiou as milícias sérvio-bósnias lideradas pelos generais Radovan Karadzic e Ratko Mladic, que promoveram um conflito ao longo de três anos, e respingou na Croácia, provocando a morte de até 200 mil pessoas – mais de 100 mil apenas nos primeiros meses -, tirou de suas casas 3 milhões de pessoas e deixou dezenas de milhares desaparecidas. Além disso, milhares foram enviados a campos de concentração e campos de estupros, para onde estima-se que mais de 20 mil mulheres muçulmanas foram mandadas.
Três anos após a Guerra da Bósnia, foi a vez do Kosovo buscar sua independência em mais um sangrento conflito iniciado em setembro de 1998 e encerrado apenas em junho do ano seguinte, após Belgrado, capital da Sérvia, ser bombardeada ao longo de 78 dias por tropas da Otan. O conflito deixou cerca de 10 mil mortos e até 740 mil albano-kosovares sem moradia. Milosevic só deixou o poder em outubro de 2000. Ele foi preso em abril de 2001 pelo governo sérvio acusado dos crimes de abuso de poder e de corrupção e extraditado dois meses mais tarde para ser julgado pelo tribunal da ONU em Haia, na Holanda, por crimes de guerra, se tornando o primeiro chefe de estado a ser julgado por essa acusação. Milosevic foi encontrado morto em 11 de março de 2006 após sofrer um ataque cardíaco, antes que o veredicto de seu julgamento pudesse ser pronunciado.


Harry Truman, EUA
Responsável por até 250 mil mortes
Os Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki foram ataques nucleares ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial contra o Império do Japão realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América na ordem do presidente americano Harry S. Truman nos dias 6 de agosto e 9 de agosto de 1945. Após seis meses de intenso bombardeio em 67 outras cidades japonesas, a bomba atômica "Little Boy" caiu sobre Hiroshima numa segunda-feira. Três dias depois, no dia 9, a "Fat Man" caiu sobre Nagasaki. Historicamente, estes são até agora os únicos ataques onde se utilizaram armas nucleares. As estimativas, do primeiro massacre por armas de destruição maciça, sobre uma população civil, apontam para um número total de mortos a variar entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki, sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação. A maioria dos mortos eram inocentes civis.

As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as centenas de milhares de mortos em poucos segundos levaram o Império do Japão à rendição incondicional em 15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da II Guerra Mundial.

O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão, assim como seus efeitos e justificações, foram submetidos a muito debate. Nos EUA, o ponto de vista que prevalece é que os bombardeios terminaram a guerra meses mais cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas que seriam perdidas em ambos os lados se a invasão planejada do Japão tivesse ocorrido. No Japão, o público geral tende a crer que os bombardeios foram desnecessários, uma vez que a preparação para a rendição já estava em progresso em Tóquio.


Benito Mussolini, Itália
Responsável por mais de 440 mil mortes
Mussolini foi ditador durante o regime fascista que vigorou no país entre 1922 e 1943. Sob o comando do “Duce”, a Itália se tornou um regime militar marcado pela repressão e pelo controle do Estado sobre a economia.
Em 1935, ele ordenou a invasão da Abissínia (atual Etiópia), que levaria a execução de mais de 30 mil etíopes. Durante a Guerra Civil Espanhola, Mussolini concedeu apoio militar ao general Franco. Em 1938, seguindo comando de Hitler, o regime fascista aprovou leis antissemitas na Itália que levaram à deportação de 7 mil judeus italianos para campos de concentração na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, dos quais 5.910 foram mortos. A aliança de Mussolini com Hitler e o Terceiro Reich alemão levou à morte aproximadamente 410 mil italianos durante a guerra.
O pacto com a Alemanha resistiu até a invasão aliada da Itália em 1943. Mussolini foi deposto em 24 de julho e preso no dia seguinte. No entanto, uma operação de paraquedistas alemães conseguiu resgatá-lo no dia 12 de setembro. Mussolini foi enfim preso em 27 de abril de 1945, próximo à cidade de Como, e executado um dia depois ao lado de sua mulher, Claretta Petacci. Os corpos do casal foram levados para Milão, onde foram pendurados e expostos para humilhação pública.


Idi Amin Dada, Uganda
Responsável por até 500 mil mortes
Idi Amim foi o presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Apesar de não saber ler nem escrever, ele comandou um brutal regime militar que lhe valeu o apelido de “Açougueiro da África”. Estimativas feitas pela ONG Anistia Internacional apontam que até 500 mil pessoas morreram durante o período por perseguições étnicas, políticas e religiosas.
Entre as suas excentricidades, acredita-se que ele comia os restos mortais de seus inimigos assassinados e que teria se oferecido como parceiro sexual da rainha britânica Elizabeth. Em 1971, ele e o presidente do Zaire Mobutu Sese Seko mudaram os nomes dos lagos Albert e Edward para Lago Mobutu Sese Seko e Lago Idi Amim Dada, respectivamente. Em 1978, ele se proclamou presidente vitalício de Uganda, mas seu regime ruiu após a guerra com a Tanzânia. Ele morreu em 2003, exilado na Arábia Saudita. Idi Amim foi retratado no cinema no filme O Último Rei da Escócia (2006).


Hadji Mohamed Suharto, Indonésia
Responsável por até 750 mil mortes
A 30 de Setembro de 1965, Suharto orquestrou um golpe, apoiado pela CIA, que foi acompanhado pelo massacre de comunistas e democratas indonésios e que resultou num genocídio que fez entre 750 mil, perante a indiferença mundial. Durante as três décadas em que esteve à frente dos destinos da Indonésia, Suharto construiu um governo nacional forte e centralista, forçando a estabilidade no heterogéneo arquipélago indonésio através da supressão dos dissidentes políticos e dos separatismos regionais. As suas políticas levaram a um substancial crescimento económico do país, apesar de muitos dos ganhos no nível de vida tenham sido perdidos com a crise financeira asiática que começou em 1997 e acabou por precipitar a sua queda. Com a prosperidade económica, Suharto enriqueceu pessoalmente, tendo criado um pequeno círculo de privilegiados através da implementação de monopólios estatais, subsídios e outros esquemas menos lícitos.


Theoneste Bagosora, Ruanda
Responsável por até 800 mil mortes
Apelidado de “Coronel Morte” e de “Milosevic de Ruanda”, Bagosora é apontado como o principal responsável pelo genocídio de pessoas da etnia Tutsi em Ruanda, em 1994. Ele assumiu o controle do Ministério da Defesa em 1992 e, apesar de se aposentar no ano seguinte, se manteve à frente do exército até o fim do genocídio.
Ele é acusado de ser responsável pela morte de mais de 500 mil tutsis e de milhares de hutus moderados. O Tribunal Penal Internacional para Ruanda da ONU estima que 800 mil pessoas foram mortas durante o genocídio em Ruanda. O confronto ainda obrigou milhões de pessoas a deixarem o país em direção a nações vizinhas, o que levaria a novos conflitos na região.
Bagosora, que havia fugido após o fim do conflito, foi detido em Camarões em 9 de março de 1996. Em 2008, ele foi condenado à prisão perpétua pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) para Ruanda por genocídios, crimes contra humanidade e crimes de guerra.


Pol Pot, Camboja
Responsável por 1,9 milhões de mortes
Pot foi ditador do Camboja e o líder do Khmer Vermelho, um sangrento regime que vigorou no país entre 1975 e 1979 e levou à morte, segundo estimativas, entre 1,7 milhão e 2 milhões de pessoas – um dos maiores genocídios do século passado. As leis do país no período eram tão assustadoras que previam a condenação por traição de pessoas que chegavam ao trabalho atrasadas.
O governo entrou em colapso em 1979 após o país ser invadido pelo Vietnã. Pot e a cúpula do Khmer Vermelho foram obrigados a fugir para as florestas, de onde seguiram lutando para permanecer no comando do país.
Ele morreu em 1998, após o general Ta Mok, que então governava o país, ameaçar entregá-lo para ser julgado nos EUA. Oficialmente, ele morreu após sofrer uma parada cardíaca, mas há suspeitas de que ele tenha cometido suicídio ou sido envenenado.


Saddam Hussein, Iraque
Responsável por 2 milhões de mortes
Saddam foi o presidente do Iraque entre 1979 e 2003 e acumulou o cargo de primeiro-ministro do país entre 1979 e 1991 e depois entre 1994 e 2003. As maiores vítimas de seus crimes contra a humanidade foram as minorias curdas do norte do país. Estimativas apontam que, entre 1986 e 1989, cerca de 185 mil homens, mulheres e crianças curdas foram assassinados. Somente em Halabja, em 1988, aproximadamente 5 mil pessoas morreram após Saddam autorizar o uso de gás contra a população.
Após a primeira Guerra do Golfo, no início dos anos 90, ele iniciou uma campanha de perseguição aos xiitas marsh, além de aumentar a repressão aos curdos, por eles terem servido de informantes dos Estados Unidos no confronto. Os marsh, uma cultura milenar descendente dos povos mesopotâmios, foram praticamente erradicados do sul do país, seu número caiu de 250 mil para 30 mil, apesar de não existirem informações precisas de quantos morreram de fome e quantos se tornaram refugiados. Em relação aos curdos, especula-se que em alguns momentos soldados de Saddam chegaram a matar cerca de 2 mil por dia e que centenas de milhares morreram tentando cruzar as montanhas entre Irã e Turquia.
Além disso, o regime de Saddam levou à morte mais centenas de milhares de pessoas nos conflitos com o Irã (1980 e 1988) – em que teve o apoio dos EUA –, Kuwait (1990) e nas duas Guerras do Golfo (1990 a 1991 e 2003). Somente no confronto com o Irã, estima-se que morreram até 1 milhão de pessoas, entre iraquianos e iranianos. Além disso, aproximadamente 500 mil crianças iraquianas morreram devido às sanções internacionais implementadas após a primeira Guerra do Golfo. Saddam foi capturado por soldados americanos em 13 de dezembro de 2003, durante a invasão dos EUA ao Iraque. Ele foi enforcado em 30 de dezembro de 2006, após ser condenado pela execução de 148 muçulmanos xiitas na cidade de Dujail, em 1982.


Joseph Stalin, União Soviética
Responsável por mais de 20 milhões de mortes
Stalin assumiu o posto de secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética em 1922 e tornou-se chefe supremo e ditador do país em 1924, após a morte de Vladimir Ilyich Lênin. Apesar de governar com braço de ferro um estado fortemente militar, Stalin durante muito tempo conseguiu omitir do Ocidente as mortes perpetradas pelo seu regime, especialmente devido à decisiva participação soviética para a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial.
Contudo, após a sua morte, em 1953, descobriu-se que pelo menos 1 milhão de pessoas foram executadas sob o seu regime por ofensas políticas e no mínimo outras 9,5 milhões foram deportadas, exiladas ou enviadas para o Arquipélago Gulag – campos de trabalhos forçados –, de onde 5 milhões de pessoas nunca teriam retornado com vida. Outras estimativas apontam que o número de deportados poderia chegar a 28 milhões, incluindo 18 milhões enviadas para os Gulag. Além disso, 14,5 milhões teriam morrido de fome durante o seu regime, sem contar as vítimas do exército vermelho, do qual era o comandante, durante a Segunda Guerra Mundial.


Adolf Hitler, Alemanha
Responsável por mais de 40 milhões de mortes
Hitler foi o líder no Partido Nazista alemão de 1921 até a sua morte, em 1945. As suas ideias inicialmente o levaram à prisão, mas seu partido ganhou força após a crise econômica de 1929 e em 30 de janeiro de 1933 ele foi nomeado chanceler alemão. Em 27 de fevereiro, os nazistas orquestram o incêndio do Reichstag (Parlamento alemão), que levou à suspensão dos direitos civis no país e a um estado de repressão policial. Em agosto de 1934, Hitler assumiu também a presidência do país, o controle total das forças armadas e se tornou o Füher do Terceiro Reich.
Embora existam diversas estimativas sobre o número total de mortos no conflito propagado por Hitler, acredita-se que o líder nazista seja o responsável, direta ou indiretamente, por no mínimo 40 milhões de mortes. Deste total, 6 milhões seriam judeus, perseguidos implacavelmente durante o Holocausto e, na maioria dos casos, mortos em campos de concentração e de trabalhos forçados. O restante das vítimas seria composto, na maioria, por soviéticos, poloneses, chineses, iugoslavos, japoneses, franceses, italianos, ingleses e americanos. Além disso, estima-se que tenham morrido 9 milhões de pessoas do lado nazista.
Hitler cometeu suicídio em 30 de abril de 1945, quando os exércitos soviéticos se preparavam para tomar o bunker em que ele estava escondido. Os corpos dele e de sua mulher Eva Braun, que também cometeu suicídio no mesmo dia, foram queimados de acordo com suas ordens.


Mao Tsé-Tung, China
Responsável por mais de 70 milhões de mortes
Líder do Partido Comunista Chinês desde 1931, Mao foi presidente da República Popular da China de 1949 a 1959 e presidente do Partido até sua morte. Neste período, implantou um regime de terror, com o assassinato de “contra-revolucionários”, proprietários rurais e inimigos políticos, sendo responsabilizado pela execução até mesmo de vários ex-companheiros, militantes comunistas expurgados sob as mais variadas justificativas. A partir de 1950, lançou um programa de reforma agrária e coletivização da agricultura que desorganizou a economia do país e provocou a maior onda de fome já registrada pela História. Pouco depois deste episódio, Mao e seus assessores mais próximos lançaram em meados da década de 1960 a Revolução Cultural, esforço justificado como uma tentativa de mudar a mentalidade da população chinesa e prepará-la para o socialismo. A campanha levou a prisões em massa, fechamento de escolas e perseguições que causaram a morte de mais de 70 milhões de pessoas.