quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O Crente um observador da Lei Judaica.


A lei que o crente é obrigado a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do Antigo testamento (Mt. 7.12; 22.36-40), bem como os ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (Mt. 28.20; 1Co.7.19; Gl. 6.2). Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus (Mt.5.48; 44,45) e continuam até hoje em vigor. As leis do Antigo testamento destinada diretamente a nação de Israel como leis cerimoniais, sacrificais, sociais e cíveis (Hb. 10.1-4; Lv. 1.2,3; 24.10), já não são obrigatórias por isso não devem ser cumpridas por que foi por Cristo abolida (2Co. 3.14; Gl. 3.1-5; 4.1-8). 


·       O crente não deve considerar a Lei como um sistema de mandamentos legais pelo qual ele alcançara o favor de Deus, o perdão e a salvação (Gl. 2.16,19; Ef. 2.8-10), pelo contrario a lei deve ser vista como  um código moral para aqueles que já alcançaram o favor de Deus, o perdão e a salvação; e estão vivendo um relacionamento com Ele. O cumprir lei é estar tendo um relacionando salvífico com Deus (Rm. 6.15-22) expressando a vida de cristo dentro de si mesmo (2Co.6.17,18; Gl. 4.6; Ef. 4.6).


·       A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da lei, foi mediante a fé nele que Deus se tornou nosso Pai (Jo. 1.12); e é mediante a fé nele que o crente pela graça de Deus (Rm. 5.11), e pala operação do espírito santo que nele habita (Gl. 3.5,14), recebe o impulso interior e o poder de cumprir a lei (Rm. 16. 25,26). O crente que é liberto do pecado esta debaixo da lei de cristo (1Co. 9.21).



Conclusão:

O que precisamos entender é que Cristo relacionou a lei com a vida de fé. Mostrando que as exigências justas revelada no Antigo testamento são necessárias para aqueles que fazem parte do Reino (Mt. 5.17). Foi o que Tiago queria dizer com a tão famosa frase "...A fé sem as obras é morta...".

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sabia que você estar em busca de um Pastor?

Mas não um pastor do tipo “profissional da área religiosa”, mas “profissional da área celestial”. De preferência um pastor que não tenha especialização em vendas, “tele-marketing” , venda de consórcios ou carnês do baú. 

Também não precisa ser especialista em análise de mercados e doutor em planos mirabolantes de crescimento de igreja. Procura-se um pastor que esteja mais interessado em pastorear cada um como um filho, que contar cada um como um número. 

Esse pastor poderia ser até de origem humilde, sem o grau de “latus census” ou “restritus census”. Que tenha apenas “bom census” de levar a sério o seu chamado de “ganhador de almas, amigo do rebanho, pregador da Palavra, intercessor em oração pela sua comunidade, porta-voz da sã doutrina, líder respeitado, manso e cordato”, porém, peremptório em suas afirmações. Um pastor que tenha cara de pastor, coração de pastor, postura de pastor, vida de pastor. 

Que use a bíblia, não o “manual de igrejas do sucesso” ou “plano de restauração do propósito do discipulado dos grupos da unção” , ou quaisquer outras inovações evangélicas que estejam em alta BMIF – Bolsa de Mercadorias de Igrejas com Futuro. 

Procura-se um pastor que esteja de joelhos diante do Pai, pois é a única forma de não cair; um pastor que sorria com os que sorriem, chore com os que choram, que visite o pobre, e também o rico; que ame o bonito, e acolha também o feio; que se importe com a dor de um idoso e com a alegria de um jovem. 

Um pastor que ame de verdade, leia e conheça a bíblia, que diga a verdade, pela bíblia, doa a quem doer, sem, contudo, jamais perder a ternura. Um pastor que não busque a glória dos homens, mas a glória de Deus; que não esteja de olho nas recompensas terrenas, mas nas celestiais. Um pastor que saiba ser homenageado, rendendo glórias a Deus, e saiba também resignar-se quando for esquecido. Um pastor segundo o coração de Deus.

Vai me dizer que você não está procurando um pastor assim?

Fonte: Desconhecida