quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O Que Significa CORDEIRO DE DEUS na Bíblia?


CORDEIRO DE DEUS. Três palavras Gr. no NT são traduzidas “cordeiro”: amnos, “cordeiro” (Jo. 1:29, 36; At. 8:32; I Ped. 1:19); arnos, “cordeiro” uma vez (Lc. 10:3); arnion, “cordeirinho” (Jo. 21:15; Apo. 5:6, 8 etc.) Lambs and young rams formed an important part of OT sacrifices (Num 6:14; Lev 4:32). Cordeiros e carneiros jovens formavam uma parte importante dos sacrifícios no AT (Nm. 6:14; Lev. 4:32). Veja Sacrifício. Um estudo de todo o conceito do cordeiro sacrificial e o cordeiro pascal, uma vez que é desenvolvido ao longo de toda a Bíblia por si só pode fazer justiça ao tema do Cordeiro de Deus.

O cordeiro no AT.
 A primeira menção de cordeiro na Bíblia é encontrada como a oferta do primogênito do rebanho por Abel e sua aceitação por Deus (Gn. 4:3-5). O cordeiro pascal de Ex 12 devia ser morto e comido na noite da Páscoa e seu sangue devia ser aspergido sobre o batente. Era a festa da Páscoa judaica com a qual Cristo associou a Ceia do Senhor (Mt 26:17-19; Lc 22:14-30), tipificando assim que Cristo é a nossa Páscoa (1 Coríntios 5:7).

O cordeiro a ser oferecido devia ser sem mancha ou defeito (Ex 12:05; cf I Pe 1:19.), e nenhum osso deveria ser quebrado (Ex 12:46; Num 9:12, Sl 34:20 , Jo 19:36), significando, portanto, o fato de que nem um osso seria quebrado na morte de Cristo na cruz.

O conceito de Cordeiro de Deus foi desenvolvido em Isa 53 tão plenamente que ficou claro para os santos do
 Antigo Testamento que Ele era ninguém menos que o Servo de Javé. Para nenhum outro capítulo da Bíblia talvez se pode fazer referências cruzadasencontrada no NT do que Isa 53.

O Cordeiro de Deus no
 Novo Testamento. João, no primeiro capítulo do seu Evangelho, registra como João Batista aponta Jesus como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29, 36). Pedro, em sua primeira epístola, diz que Cristo era o cordeiro conhecido ainda antes da fundação do mundo (I Pedro 1:19-20). Assim, o conceito do OT sobre o cordeiro sacrifical se desenrola normal e profeticamente no plano de Deus para oferecer Cristo como o sacrifício propiciatório pelos pecados do homem.

O Cordeiro no
 livro de Apocalipse. Cristo é referido 28 vezes como o arnion, “o cordeirinho”, no livro do Apocalipse. Neste livro, a história futura do Cordeiro é revelada (5:9; 7:14). Ele é o Homem-Deus que se ofereceu como sacrifício propiciatório de si mesmo e, portanto, o único que pode abrir o livro dos últimos tempos (5:2-5). Ele fará de seus servos reis e sacerdotes de Deus e reinarão com Ele sobre a terra (5:10). Os 144.000 judeus das 12 tribos de Israel serão selados com o seu nome, e eles vão testemunhar durante o tempo da Grande Tribulação (7:3-8; 14:1-5). Ele tem a vida livro (13:8) e conduzirá o julgamento final do Grande Trono Branco (Jo 5:22; Rev 20:11-15).

Satanás, aquele que oferece falsificações de tudo o que Deus faz, a fim de enganar a humanidade, vai apresentar o seu próprio “cordeiro” durante a ascensão do Anticristo (Ap 13:11). A ceia das bodas do Cordeiro, a união final de Cristo com a Sua Igreja, deve acontecer após o arrebatamento dos santos (I Tessalonicenses 4:13-18; Apo. 19:7-8). Ao longo de todas as eternidades vindouras o nome mais maravilhoso que Cristo vai sustentar será a do Cordeiro (Ap 22.3).



FONTE:
 Pfeiffer, C. F., Vos, H. F., & Rea, J. (1975; 2005). The Wycliffe Bible Encyclopedia. Moody Press.

E Quem fez pacto com o diabo, não tem que quebrar as maldições em sua vida, mesmo depois de crente?

Tem sido argumentado que o Brasil é um país místico, cuja grande parte da população tem se envolvido, uma vez ou outra, com o oculto. A quantidade de pessoas envolvidas com espíritos malignos é muito grande, quer através de procura consciente de contato com entidades espirituais, quer através de “inocentes” consultas aos búzios e leitura das linhas das mãos. As implicações de toda esta abertura para o reino das trevas, argumenta-se, é que dificilmente encontraremos nas igrejas pessoas que foram convertidas como adultas, e que não tiveram, ao menos, uma passagem superficial pelo mundo dos espíritos. Tais pessoas estão sujeitas a serem molestadas, oprimidas e mesmo invadidas por estes espíritos, aos quais deram o direito de entrar em suas vidas no passado, se não anularem estes “pactos” que foram feitos com eles, mesmo que inconscientemente.

A pergunta é se o tratamento recomendado nas Escrituras para estas pessoas é a prática de “quebra de maldições”, a anulação de pactos com demônios.

O mundo em que os apóstolos pregaram o Evangelho era infestado pelo ocultismo, e pela idolatria, possivelmente de forma tão intensa quanto o Brasil de hoje. Muitos dos convertidos pelos apóstolos vieram de um passado de ocultismo, artes mágicas e feitiçaria. Entretanto, em nenhum momento os apóstolos consideraram necessário acrescentar ao arrependimento e à fé coisas como quebra de maldições ou anulação de pactos com espíritos.

Um dos locais mais infestados era Éfeso. A cidade era conhecida como um centro de artes mágicas, e pelo culto da deusa Artemis (Diana). Esta deusa da mitologia grega era conhecida como a deusa do submundo, que controlava espíritos da natureza e dos animais selvagens. Sua imagem era coberta com os símbolos do Zodíaco, para lembrar aos adoradores de Éfeso que ela era uma divindade cósmica, com controle sobre os espíritos determinantes do destino.

Quando Paulo ali pregou o Evangelho, muitos efésios converteram-se a Cristo, boa parte dos quais havia se envolvido com artes mágicas, e certamente com o culto a Diana (Atos 19.18-20, 26-27). Como testemunho público de que já haviam sido libertos e resgatados pelo poder do Espírito Santo, vieram a público queimar seus livros de magia negra. Não foi pelo atear fogo naqueles livros que ganharam sua plena libertação. Eles já haviam sido libertados, quando creram (At 19.18).

Mais tarde, quando lhes escreveu a carta que conhecemos como Efésios, o apóstolo Paulo não sentiu nenhuma necessidade de instrui-los a quebrar maldições que fossem resultado de pactos ainda pendentes com o antigo culto aos demônios com que se envolveram no passado

Antes, em sua primeira viagem missionária, Paulo havia levado à Cristo o procônsul Sérgio Paulo, na ilha de Patmos (Atos 13.4-12). Sérgio Paulo havia se envolvido com artes mágicas, pois tinha ao seu lado um judeu mágico, um bruxo, chamado Barjesus. Possivelmente era seu conselheiro espiritual, conforme prática antiga — e bem moderna! — de oficiais e governadores de consultar videntes para tomar resoluções. Após a conversão de Sérgio Paulo, o apóstolo nada lhe recomendou em termos de quebrar os pactos antigos feitos com os espíritos malignos através dos serviços do bruxo.

Um outro exemplo de como os apóstolos tratavam convertidos que vinham do ocultismo é o relato da conversão dos samaritanos em Atos 8. Lemos ali que os samaritanos em pêso seguiam a Simão Mago, um bruxo que praticava artes mágicas, e que era o líder espiritual da cidade, ou da região (Atos 8.9-11). Certamente a maioria dos moradores da cidade já havia, uma vez ou outra, se envolvido com Simão, através de consultas, “trabalhos”, invocação de mortos, e outras práticas ocultas populares daquela época. Quando Felipe ali chegou pregando o Evangelho no poder do Espírito, muitos deles deram-lhe crédito, e foram convertidos a Cristo. Felipe os batizou (Atos 8.12). O próprio bruxo foi batizado (8.13).

Mais tarde, os apóstolos vieram de Jerusalém examinar estes convertidos. Nada acrecentaram ao que Felipe já havia feito, a não ser orar para que os convertidos recebessem o Espírito Santo — procedimento necessário para que ficasse claro que, à semelhança dos Judeus no dia de Pentecostes, outros povos podiam também ser aceitos na Igreja de Cristo (At 8.16-17). Nenhuma palavra sobre o passado deles na feitiçaria! Nenhuma instrução a Felipe para que anulasse os pactos demoníacos daquela gente! Os apóstolos consideraram que a obra de Cristo nos samaritanos, convertendo-os, era suficiente para romper os laços antigos de pecado, ignorância, superstição e incredulidade.
E mesmo quando o bruxo deu sinais de que ainda estava “amarrado” ao seu passado, a orientação de Pedro foi: “arrepende-te e ora ao Senhor” (Atos 8.22). Pedro viu que Simão estava ainda “em fel de iniquidade e laço de amargura” (Atos 8. 23), mas não julgou que a solução seria “anular” os compromissos do bruxo com o mundo dos espíritos. A solução era um verdadeiro arrependimento e oração ao Senhor.
As tendências destas ênfases da “batalha espiritual”, portanto, acaba sendo a de diminuir o poder e a eficácia da suficiência de Cristo na vida do crente, ao introduzir a necessidade de coisas como a quebra de maldições hereditárias como condição para que o crente verdadeiro usufrua plenamente das bênçãos que Deus lhe tem reservado em Cristo.


Rev. Augustus Nicodemus

Por Que o Homem Precisa Nascer de Novo:


Se analisarmos muitas pessoas que estão a nossa volta veremos que não somos tão maus assim, que na medida do possível fazemos o bem ao próximo pagamos a nossas contas, educamos nossos filhos etc. este é argumento da maioria das pessoas consideradas boas que não reconheceram Jesus como Senhor e Salvador.

Como a Palavra de Deus descreve aqueles que fazem o bem, mas não foram regenerados.

Quem faz o bem ao próximo recebera o bem do próximo, e isto não lhe dar o direito a mais nada, porém uma expectação de juízo espera para aquele que fizer o mal. "E como vós quiseres que os homens vos façam fazei-lhes vós também" (Lc. 6.13)


Além disso, pergunta: Estamos aqui nos referindo a sua condição em relação ao próximo, ou da sua condição em relação a Deus? Quanto a isso o veredicto é claro “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm. 3.23). E a palavra de Deus ainda continua dizendo “... Não há um justo sequer” (Rm 3.10). “...não há homem que não peque” (1Rs. 8.46).

Na carta que o apóstolo Paulo escreveu para os irmãos da igreja em Éfeso, também esta relatado muito bem a condição do homem pecador, assim podemos entender por que ele não tem paz (Ef. 2.1-22). A primeira coisa que essa parte das escrituras diz é:
·     Que todos aqueles que não aceitaram a cristo como Senhor e Salvador da sua vida estão “... mortos em vossas ofensas e pecados” (v.1).
·     Todos aqueles que estão longe de Deus andam “... segundo o curso desse mundo...”. Andam na direção, no fluxo, no mesmo rumo que eles, e por isso vão “ ... de mal a pior enganando e sendo enganados”  o que é pior eles estão nessa direção de roubo, morte, destruição e miséria, por que eles estão debaixo do domínio de Satanás e seus demônios “ ... segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (v.2); por que todo mundo “.. jaz no maligno” , ou seja todo mundo esta jazigo, mausoléu, sepultado no maligno; E ele é chamado de deus desse mundo e príncipe desse século
·     É indesculpável qualquer homem que vive nessas situação, querendo se desvencilhar da sua culpa e querendo colocar a culpa no diabo, sabendo que esta é a sua situação em relação a ele. Visto que o mesmo texto também nos diz que eles andam assim, por que querem, “... cada um tentado por aquilo que lhe atrás e seduz...” ( Tg. 1.14). “Entre ao quais nós também, antes andávamos no desejo de nossa carne e dos pensamentos..”. (v. 3a).

Obs. Lembram irmãos que não era a serpente que levava Eva ate a arvore do conhecimento do bem e do mal, mas era ela que quando passava perto daquela arvore parava e desejava o fruto que ela continha; até na hora em que a serpente se apresentou diante dela e a induziu a comer do fruto que ela desejava então ocorreu a queda.
E por isso que mesmo aqueles que hoje estão em Cristo sabem que em outro tempo também eram “... gentios na carne e chamados incircuncisão...” (v.11a). “que naquele tempo estava sem cristo... não tendo esperança no mundo” (v.12). Que “... antes estava longe...” (v.13b); de Deus da comunidade de Israel, vivendo existencialmente “... [na] inimizade...” (v.15b). Em relação a Deus “... e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (v.3c).
Entenderam por que a palavra de Deus diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.

Como um homem morto em seus delitos e pecados e afastado de Deus. Pode se achegara Ele, se reconciliar com o seu Criador encontrando a verdadeira paz, não existe recurso financeiro que possa proporcionar isso; não tem lazer, noitadas que possam proporcionar isso, não tem religião que possa realizar isso. Por que morto não fala, morto não sente, morto não interage, morto não faz nada esta morto. Não adianta chamar outro para estão todos mortos, há na ser que Deus nos de o perdão e nos regenere, nos vivifique, por sua infinita bondade e graça.
  
Por isso a regeneração ou novo nascimento e essencial para aqueles que buscam ter paz. Por meio de Jesus Cristo, essa pessoa terá uma paz que estar além da lógica humana, por que é a paz com Deus, quando nascemos de novo através da morte e ressurreição de Cristo, somos por Ele justificado, tornando Deus propício a nós é por isso que somos aceitos. Cristo é a propriciação pelos pecados de toda humanidade, somos reconciliados e com isso adotado como filhos, desfazendo a inimizade entre Deus e os povos (Judeus e Gentios) trazendo com isso a Paz de Deus.

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz. E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longes, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. (Ef. 2.13-18).


Conclusão:

Para Deus só existe Três povos: Os gentios os judeus e a Igreja, e a Igreja é um verdadeiro milagre por que ela é composta de gentios (homem de toda língua raça e nações) e Judeus que Através da morte expiatória de Jesus se convertem a Deus se reconciliado com Ele. “... Por que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo mo mundo...” . “... E o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele...”.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Jesus Cristo Revelado No Livro de Salmos:

O próprio Senhor Jesus disse que o livro de Salmos falam Dele, querendo com isso a confirmação em nossos corações de que o homem nascido em Belém, que viveu em Nazaré e andou pela Galiléia nos demais lugares, fazendo o bem a todos e livrando todos os oprimidos dos diabo, é realmente o Cristo Filho de Deus.



  • Jesus Cristo é O Filho de Deus (Sl. 2.7) ___ Cumprimento (Mt. 3.17; Jo. 1.-3).
  • Jesus é i filho do homem (Salmo 8.4) ___ Cumprimento (Hb. 2.6-9).
  • Jesus é o Ungido de Deus (Salmo 2.2) ___ Cumprimento (At. 10.38).
  • Jesus tem Domínio sobre tudo (Salmo 8.6) ___ Cumprimento (Hb. 2.8).
  • O zelo com a casa de Deus o devora (Salmo 69.9) ___ Cumprimento (Jo. 2.19)
  • Jesus é o bom Pastor (Salmo 23) ___ Cumprimento (Jo. 10).
  • Jesus tem prazer em fazer o obre de Deus (Salmo 40.7-8) ___Cumprimento (Hb. 10.7; Jo. 4.34).
  • Jesus ensinou em parábolas (Salmo 78.2) ___ Cumprimento (Mt. 13.34,35; Mc. 4.34).
  • Jesus não foi compreendido pelos seus familiares (Sl. 69.8) ___ cumprimento (Jo. 7.5).
  • Jesus foi odiado sem causa (Salmo 35.19) ___ Cumprimento (Jo. 15.25).
  • Jesus é a Pedra angular, a principal de esquina, rejeitada pelos homens (Sl. 118.22) ___ Cumprimento (Mt. 21.42).
  • Jesus foi rejeitado (Salmo 22.7; 69.18).
  • Jesus foi louvado pelas crianças (Salmo 8.2) ___ Cumprimento (Mt. 21.15,16).
  • Jesus é aquele que vem em Nome do Senhor (salmo 118. 26) ___ Cumprimento (Mt. 21.19).
  • Jesus foi traído por um amigo (Salmo 41.9) ___ Cumprimento (Lc. 22.47).
  • Jesus Foi acusado por falsas testemunhas (Salmo 35.11) ___
    (Marcos. 14.57).
  • Jesus foi espancado (Salmo 129.3). Ele foi afrontado (Salmo 69. 7,20).
  • Jesus foi pregado em uma cruz, tendo as mãos e os pés transpassados (Salmo 22.16) ___ Cumprimento (Jo. 20.27).
  • Jesus Intercede por seus amigos (Salmo 109.4) ___ (Lc. 23.34).
  • Jesus Teve as suas vestes repartida e de seu manto tiraram sorte (Salmo 22.18) ___ Cumprimento (Mt. 27.35,36).
  • Jesus foi zombado pelos seus inimigos (Salmo 22.7-8; 89.50,51) ___ Cumprimento (Lc. 23.35; Mc. 15.29).
  • Jesus sentiu sede (Salmo 22.15) ___ Cumprimento (Jo. 19.28).
  • Jesus recebeu vinagre e fel para beber (Salmo 69.21) ___Cumprimento (Mt. 27.34).
  • Jesus foi desamparado por Deus (Salmo 22.1; 47.5) ___ Cumprimento (Mt. 27.46; Lc. 24.34).
  • Nenhum de seus ossos foram quebrados (Salmo 34.20) ___ Cumprimento (Jo. 19.32-36).
  • Jesus ressuscitou dos mortos (Salmo 16.10; 47.5) ___ Cumprimento (Mt. 28.7).
  • Jesus ascendeu aos céus (Salmo 47.5,8; 68.18; 24) ___ Cumprimento (At. 1.9-11).
  • O traidor é substituído (Salmo 109.4) ___ Cumprimento (Mc. 16.19; Lc. 24. 50,51; At. 1.20).
  • Jesus é Sacerdote Eterno segundo a ordem de Melquisedeque (Salmo 110.4) ___ Cumprimento (Hb. 5-7).
  • Jesus é Rei Eterno (Salmo 45.6) ___ Cumprimento (Hb. 1.8).
  • Jesus Governa sobre seus inimigos (salmo 110.1) ___ cumprimento (Mt. 22.44).

Conclusão:

Finalizamos esse breve estudo com as seguintes expressões acerca de Jesus Cristo No livro de Salmos
  • Jesus está assentado em seu Trono (Salmo 47. 5,6).
  • Ele esta assentado a direita de Deus (Salmo 110.1).
  • Jesus é Rei (Salmo 2.6).
  • O Seu reino é um Reino Eterno (Salmo 45.6; 89.35-37).
  • Jesus voltará em Glória (Salmo 102.16).
  • Ele Julgará os povos (Salmo 2.2; 96.10).
  • Todas as nações se submeterá a Ele e todo joelho se dobrará diante dEle (Salmo 47.8-9; 102.15; 110.1).
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http://centralizadosemcristo.blogspot.com.br/p/contribua.html

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Segundo Nascimento e Segunda Morte.

1. O Segundo nascimento:

Os homens estão destinados a dois tipos de nascimento: o nascimento da carne e do sangue, ou seja, o nascimento de mulher e o nascimento do Espírito que é a transformação espiritual do homem. João 3:6-7

1- O primeiro nascimento é a concepção da natureza carnal do homem. Este é o primeiro nascimento.
Jó 14:1; Salmos 51:5; Gálatas 4:29.
a- O nascimento segundo a carne traz consigo o vírus do pecado na vida humana. Romanos 5:12; Romanos 5:18-19
b- O nascimento segundo a carne significa pertencer a filiação adônica. I Cor. 15:48a



2- O segundo nascimento é a purificação e a justificação dos pecados mediante o arrependimento.
I João 3:9; I João 5:18
a- O segundo nascimento é a transformação da natureza carnal humana em natureza Espiritual. João 3:6-7
b- É a adoção do homem como filho de Deus mediante a aceitação de Cristo Jesus. João 1:11-13; Romanos 8:23; Gálatas 4:4-5; Efésios 1:5.



2. A Segunda Morte:

O pecado gerou dois tipos de mortes: a morte física e a morte espiritual. A morte física está ordenado a todos os homens (Heb. 9:27). A morte espiritual apenas aqueles que não aceitaram, o filho de Deus como Senhor haverão de experimentar. A segunda morte é a ausência total de Deus.

1- O inferno é o local onde reina a segunda morte. A morte eterna. Mateus 25:41; Apocalipse 20:14-15
Os homens que não aceitaram a salvação de Jesus, experimentarão a segunda morte. Apocalipse 20:15; Apocalipse 21:8


2- A segunda morte, é a morte espiritual do homem. Mateus 10:28


3- Os salvos em Jesus Cristo não experimentarão a segunda morte. Apocalipse 2:11; Apocalipse 20:6; João 8:51; João 5:24

O soluço de um bilhão de almas


Diz-se que Martinho Lutero tinha um amigo íntimo, cujo nome era Miconio. Ao ver Lutero sentado dias a fio trabalhando no serviço do Mestre, Miconio ficou penalizado e disse-lhe: 
"Posso ajudar mais onde estou; permanecerei aqui orando enquanto tu perseveras incansavelmente
na luta.". 
Miconio orou dias seguidos por Martinho. Mas enquanto perseverava em oração, começou a sentir o peso da própria culpa. Certa noite sonhou com o Salvador, que lhe mostrou as mãos e os pés. Mostroulhe também a fonte na qual o purificara de todo o pecado. "Segue-me!" disse-lhe o Senhor, levando-o para um alto monte de onde apontou para o nascente. Miconio viu uma planície que se estendia até o longínquo
horizonte. Essa vasta planície estava coberta de ovelhas, de muitos milhares de ovelhas brancas. Somente havia um homem, Martinho Lutero, que se esforçava para apascentar a todas. Então o Salvador disse a Miconio que olhasse para o poente; olhou e viu vastos campos de trigo brancos para a ceifa. O único ceifador,que lidava para segá-los, estava quase exausto, contudo persistia na sua tarefa. Nessa altura, Miconio reconheceu o solitário ceifeiro, seu bom despertar do sono, tomou esta resolução: "Não posso ficar aqui orando enquanto Martinho se afadiga na obra do Senhor. As ovelhas devem ser pastoreadas; os campos têm de ser ceifados. Eis-me aqui, Senhor; envia-me a mim!" Foi assim que Miconio saiu para compartilhar do labor de seu fiel amigo.
Jesus nos chama para trabalhar e orar. É de joelhos que a Igreja de Cristo avança. Foi Lionel Fletcher quem escreveu:

"Todos os grandes ganhadores de almas através dos séculos foram
homens e mulheres incansáveis na oração. Conheço como homens de oração quase todos os pregadores de êxito da geração atual, tanto como os da geração próxima passada, e sei que, igualmente, foram homens de intensa oração".

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Uma Só Fé, Um Só Mediador.



I -  Uma Só Fé (Ef. 4.4).

A fé é o único meio para a salvação do homem Ef. 2:8. Ainda que o homem tenha a disposição
para crer, a fé por si mesma não irá salvá-lo.

1- A fé que gera o senhorio de Cristo em nossos corações. Atos 2:36; Efésios 4:5

2- A fé que gera arrependimento e conversão. Marcos 2:5; Marcos 1:15; Lucas 7:9

3- A fé que gera convicção na palavra de Deus e no seu amor. João 15:9-10; Tito 1:9

4- A fé que gera amor pelas almas perdidas. IITim. 4:2; Atos 13:48

5- A fé que conduz o homem ao céus através de Jesus Cristo.
João 14:1-3; Filipenses 3:20.

II - Um só Mediador

Os homens precisavam de uma reconciliação com o Criador. Para que esta reconciliação se desse
foi necessário que Jesus Cristo mediasse a aproximação entre o homem e Deus. Romanos 5:10

1- A humanidade necessitava de um mediador, que facilitasse o acesso a Deus. Gál. 3:20; I Tim 2:5; Heb. 12:24

2- Jesus é o mediador por Excelência. Eis a razão porque ele permanece vivo. Heb. 9:15; Heb 8:6
Os mortos não podem mediar, porque estão mortos.
A ressurreição de Cristo o tornou mediador para sempre.

3- Jesus Cristo possuía uma natureza humana e outra Divina. Natureza Divina: João 1:1-4, 14,18-I João 5:20; Mateus 1:20,23.

Natureza Humana: Lucas 2:52; João 11:35
Jesus era 100% homem e 100% Deus. É o único e o mais perfeito mediador.

Um Só Deus e Um Só Caminho.


I - Um só Deus: 

A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4.

1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e sustenta. Gên. 1:1; Sal. 24:1

2- O Deus que criou o homem. Gên. 1:26,27; Gên. 2:21,22

3- O Deus que merece a adoração, a honra e o louvor da sua criação. Sal. 100:1-3; Sal. 96: 1-6

4- O Deus que perdoa e Salva. Isa. 55:6-7; João 3:16-1

II - Um só caminho:

Erroneamente o ditado popular diz: "Todos os caminhos conduzem a Deus"
João 14:6; Jeremias 32:39

1- Na época de Jesus existiam muitos credos que, pregavam e defendiam a crença em um só Deus. Más categoricamente Jesus afirmou que ele era o único caminho. João 15:4; Isaías 35:8; Salmos 16:11

2- O caminho para Deus é uma linha reta sem desvios, curvas ou ondulações. João 15:6; Salmos 18:30; Salmos 92:15

3- Vivamos numa época em que muitos são os "caminhos" mostrados aos homens, indicando Deus. Não se deixe seduzir por nenhum deles. Veja o que diz a Bíblia. Mateus 7:21-23; Prov. 14:12; Prov. 16:25

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Evangelismo Pessoal


1.  DEFINIÇÃO" DE EVANGELISMO PESSOAL
Evangelismo Pessoal é a obra de falar de Cristo aos perdidos individualmente: é levá-los a Cristo, o Salvador (Jo 1.41,42; At 8.30).

2.  A IMPORTÂNCIA DO EVANGELISMO PES­SOAL
A importância vê-se no fato de que a evangelização dos pecadores foi o último assunto de Jesus aos seus discípulos antes de ascender ao céu. Nessa ocasião, Ele ordenou à Igreja o encargo da evangelização do mundo (Mc 16.15,19; At 1.8,9).

3.  O ALVO DO EVANGELISMO PESSOAL
O alvo é tríplice: salvar os perdidos, restaurar os desviados e edificar os crentes. O irmão já experimentou o gozo que há em ganhar uma alma para Jesus? É uma bênção e uma experiência inesquecí­veis... Há um gozo inexplicável em vermos alguém no caminho para o céu, ou já na glória, por nosso in­termédio... Ganhar almas foi a suprema tarefa do Senhor Jesus aqui na terra (Lc 19.10; 1 Tm 1.15). Paulo, o grande homem de Deus, do Novo Testa­mento, tinha o mesmo alvo e visão (1 Co 9.20). Uma grande parte dos crentes pensa que a obra de ganhar almas para Jesus está afeta exclusivamente aos pregadores, pastores e obreiros em geral. Con­tentam-se em, comodamente sentados, ouvir os sermões, culto após culto, enquanto os campos es­tão brancos para a ceifa, como disse o Senhor da seara em João 4.35. O "ide" de Jesus para irmos aos Derdidos (Mc 16.15), não é dirigido a um grupo es­pecial de salvos, mas a todos, indistintamente, co­mo bem revela o texto
citado. Portanto, a evangelização dos pecadores pertence a todos os salvos. Cada crente pode e deve ser um ganhador de almas. Nada o pode impedir, irmão, de ganhar almas para Jesus, se propuser isso agora em seu coração. A cha­mada especial de Deus para o ministério está reser­vada a determinados crentes, mas a chamada geral para ganhar almas é feita a todos os crentes.
O evangelismo pessoal, como já vimos acima, vai além do pecador perdido: ele alcança também o desviado e o crente necessitado de conforto, dire­ção, ânimo, auxílio e vitória. Ele reaviva a fé e a es­perança nas promessas das Santas Escrituras.

4. VANTAGENS DO EVANGELISMO PESSOAL
Aqui estão algumas:

4.1. Adapta-se às condições espirituais de qual­quer pessoa
O que o sermão não consegue fazer no auditório, na evangelização coletiva, o evangelismo pessoal o faz. Na evangelização em massa, a pregação não satisfaz a todos, porque cada um tem problemas es­pirituais diferentes. No evangelismo pessoal, a mensagem é direta, incisiva. Muitas vezes, a prega­ção apenas inicia a evangelização, que será comple­mentada com o contato pessoal do ganhador de al­mas.

3.2.  Promove o crescimento da igreja
A igreja dos dias primitivos cresceu muito de­pressa porque os crentes, cheios do Espírito Santo, evangelizavam sem parar (At 5.42; 8.4). O resulta­do foi o maravilhoso crescimento registrado no livro de Atos dos Apóstolos. Hoje, também, a igreja que tiver um número regular de ganhadores de almas, seu crescimento será notório. A semeadura da Pala­vra de Deus promove o crescimento e a edificação da igreja. (Ver At 2.41,47; 4.4; 5.14; 9.31, e princi­palmente em 21.20.) A maior e melhor maneira de ajudar o pastor no crescimento do rebanho de Deus é ganhar almas individualmente. O irmão tem feito assim? Está fazendo assim? Se hoje, na igreja, cada um ganhasse outro, qual seria o resultado? Se todos ganhassem almas como você, qual seria o cresci­mento da igreja?

4.3.Vence todos os preconceitos
Há casos e ocasiões em que somente o evangelis­mo pessoal alcança o pecador. Há pessoas que ja­mais assistiriam reuniões evangelísticas em tem­plos, ou seja onde for, devido a preconceitos, falsa concepção, ignorância, ordens recebidas, imposi­ções religiosas, falsas informações, falsas idéias, etc. É aí que o evangelismo pessoal presta seus ser­viços de modo ímpar. Há inúmeras grandes igrejas por toda parte, que começaram através do evangelismo pessoal. A origem foi uma alma ganha, cultos em sua casa e em seguida uma congregação forma­da. O pioneirismo missionário na América Latina e o estabelecimento da obra das Sociedades Bíblicas também foi assim - através do evangelismo pessoal.

Por: Pr. Antonio Gilberto:
A Prática do evangelismo pessoal / Antonio Gilberto da Silva. - Rio de Janeiro : Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1983

A Ordem de Melquisedeque



O sacerdote rei Melquisedeque é um personagem misterioso na Bíblia. Ele aparece apenas três vezes nas Escrituras (Gênesis 14.18 a 20; Salmos 110.4; Hebreus 6.20; 7.1 a 10). 
Vejo com muita tristeza que os cristãos falam muito pouco -ou quase nada -a respeito de Melquisedeque. Se o leitor pesquisar sobre Melquisedeque no site de busca Google, encontrará milhares de referências sobre ele em sites de místicos, esotéricos, bruxas, mas em sites cristãos - na maioria das vezes - fala-se somente o básico sobre Melquisedeque. 


Quem foi Melquisedeque? 

O nome Melquisedeque é a combinação de duas palavras dos cananeus: melchi = rei, zadok = justiça (rei da justiça). Melquisedeque era rei de Salém, uma cidade de Canaã e este nome Salém significa “paz” na língua dos cananeus. O nome cananeu dessa cidade iria mais tarde fazer surgir a saudação hebraica Shalom e seu equivalente árabe, Salaam. Salém contribuiria com suas cinco letras para formar a última parte do nome Jerusalém, cujo nome significa “o fundamento da paz”. Porém, ainda mais interessante do que a cidade de Salém propriamente dita era o rei que reinava sobre ela, Melquisedeque. 

Os cananeus foram um povo famoso por seus sacrifícios de crianças, prostituição nos templos, homossexualismo legalizado e muita idolatria. Mas, o que fazia o rei da paz entre eles? Melquisedeque além de rei era sacerdote do Deus altíssimo (Gênesis 14.18). 
Segundo Don Richardson, autor do livro “O Fator Melquisedeque”, a resposta parece estar no que cada um deles representava na economia de Deus: “Melquisedeque representava a revelação geral de Deus para a humanidade; Abrão representava uma revelação especial de Deus à humanidade, baseada na aliança, conforme registrada na Bíblia. A revelação geral de Deus é superior a sua revelação especial de duas maneiras: ela é mais antiga e tem influenciado toda a humanidade (Sl 19). Assim era apropriado que Abraão, como representante de um tipo de revelação mais recente e menos universal, pagasse o dízimo de reconhecimento ao representante da revelação geral”. 

Melquisedeque é um tipo de Cristo, pertence a uma ordem sacerdotal superior a ordem levítica da lei de Moisés. A ordem levítica foi temporária, mas a ordem sacerdotal de Melquisedeque, a qual Cristo pertence, é eterna e vai além dos limites dos tempos. Melquisedeque é como se fosse o próprio Cristo reinando entre os pagãos, pois ele é uma figura do Filho de Deus: 

“...Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”. (Hebreus 6.20) 

“Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou, para o  qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente”. (Hebreus 7.1 a 3) 

Uma coisa interessante é que Abraão ao encontrar-se com Melquisedeque aceitou o título “Deus Altíssimo” usado por ele, e o identificou com o “Senhor” (Gênesis 14.22). Assim Abraão deu testemunho do Deus único e verdadeiro, a quem Melquisedeque dizia ser servo, e provavelmente Abraão já tinha ouvido falar acerca desse sacerdote de Deus. 
A palavra Deus Altíssimo no hebraico é El Elyon. Segundo o comentário da Bíblia de Estudo Almeida “El Elyon era o deus supremo dos habitantes da Jerusalém pré-israelita. Ao identificar essa divindade com Javé, o SENHOR, Deus de Israel, o texto bíblico quer mostrar que Abrão, o pai do povo judeu, e Melquisedeque, um rei e sacerdote não-israelita, veneravam sob nomes diferentes o mesmo Deus criador”.

Essa diferença entre os nomes de Deus -um deles usado no paganismo -não afetou  Abraão em nada. Se Abraão fosse cheio de orgulho, arrogância e altivez como muitos no meio cristão, ele diria: “Um momento Melquisedeque! O nome correto do Deus 
Altíssimo é El Shaddai (Deus Todo-poderoso) e não El Elyon! Além disso, não posso aceitar uma benção oferecida sob esse nome cananeu El Elyon, visto que todo conceito cananeu deve estar tingido de noções pagãs como a idolatria. Além do mais, Javé me disse que Eu é que deverei ser uma benção e abençoar todas as famílias da terra, inclusive Vossa Majestade. Não está se achando presunçoso ao abençoar-me?”.  Pelo contrário, Abraão agiu diferente lhe entregando o dízimo dos despojos da  guerra vencida contra os cinco reis. Abraão agiu com humildade mesmo sendo detentor das promessas de Deus, pois é em Abraão que todas as famílias da terra foram abençoadas, mas isso só foi possível por causada humildade de Abraão e por que ele foi abençoado por um dos sacerdotes de Deus da época, visto que Abraão é mencionado como profeta, mas nunca como sacerdote. Através dessa humildade, Abraão reconheceu a superioridade de Melquisedeque: 

“Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos. Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão; entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles recebeu dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas. Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior. Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive. E, por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão. Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste”. (Hebreus 7.4 a 10) 

Observem uma coisa, Provavelmente o povo a qual o rei Salém pertencia, não era um povo tão mergulhado no paganismo  idolatria e imoralidade sexual, isso pode ter ocorrido com a ausência de seu Rei, visto que Melquisedeque saiu de seu palácio para encontra abraão antes de ele ter nascido "Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste". (Hebreus 7.10) 

Sugiro ao leitor que leia todos os textos bíblicos relacionados à Melquisedeque, principalmente nas referências de Hebreus.

Abraão e o Misterioso Melquisedeque 

“...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente”. (Hebreus 7.3) 

Se compararmos ambos os personagens, veremos que Abraão possui uma FÉ VISÍVEL e Melquisedeque, por sua vez, uma FÉ INVISÍVEL. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

07 Coisas Que Todo Cristão Deveria Almejar em 2014


Como dizia Carlos Drummond de Andrade, “quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.” Isto porque, segundo o poeta, “doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente...”

À meia noite do dia 31 de dezembro deve ser muito mais do que o fim de um ano e inicio de outro. Na verdade, ao adentrar em 2014, eu e você, o devemos fazer na perspectiva da mudança. Ora, sonhos, metas e objetivos devem fazer parte de nossos projetos e expectativas. No entanto, é indispensável que neste momento da vida cada um de nós se preocupe com aquilo que Deus diz e pensa a respeito da gente. 

Na verdade, o final de ano é uma oportunidade impar que Deus nos dá para refletirmos sobre nossas ações, atitudes e caminhos percorridos no ano em que se encerra. Em momentos como estes, a oração de Davi é absolutamente propicia:

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho Eterno”. Salmos 139:23-24

Bem sei que geralmente as pessoas estão muito mais preocupadas com o que poderão conquistar no novo ano, do que pedir a Deus que perscrute as profundezas do ser. Davi, ao compor este salmo preocupava-se em descortinar sua vida diante do Senhor, até porque, ele sabia que pra ser bem sucedido na vida é indispensável andar nos caminhos do criador. 




Diante do exposto gostaria de elencar 07 coisas que todo cristão deveria ansiar no ano novo.



1- Viver para a glória de Deus. Todo cristão deve ter isso em mente, isto é, tudo aquilo que fizer deve visar a exaltação do nome do seu Salvador.

2- Uma vida mais santa e consagrada aos pés do Senhor.

3-  Aprofundamento das relações interpessoais proporcionando assim o fortalecimento da igreja local, onde amizade, companheirismo e fraternidade se fazem presentes.

4-  Maior dedicação a família e as relações familiares. Mais riso, menos choro;  mais festa, menos brigas; mais cumplicidade, menos discussões.

5- Maior compromisso com a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. 

6- Uma vida mais profícua de oração.

7- Um desejo de crescer no conhecimento e na graça de Deus a fim de que Cristo seja glorificado através da pregação, testemunho e evangelização.

Pense nisso!

Por: Renato Vargens

Afinal O que é Orar?

Orar a Deus deveria ser uma coisa simples. Todavia, poucos assuntos precisam de mais esclarecimentos do que a oração. Há muitos conceitos errados sobre a oração por causa do misticismo e da superstição que acometem o ser humano (não somente os brasileiros), por falta de mais conhecimento bíblico sobre o assunto e por causa de ideias equivocadas que as pessoas têm sobre Deus. Seguem alguns pontos sobre oração que penso que são fundamentais e também relevantes para nós hoje. Estou pressupondo o básico: quem vai orar acredita que Deus existe e que Ele recompensa os que o buscam (Hb 11.1-2 e 6). 

1 – Orar é basicamente apresentar a Deus, mediante Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo, nossos desejos, necessidades, confissão de pecados, intercessões, agradecimentos. A razão é que somente o Deus Triúno conhece nossos corações, é capaz de atender os pedidos e o único que pode perdoar pecados. Portanto, não há qualquer fundamento bíblico para dirigirmos nossas orações a quaisquer criaturas, vivas ou mortas, mas somente ao Deus Triúno (2 Sm 22:32; 1Rs 8:39; Is 42:8; Sl 65:1-4;145:16,19; Mq 7:18-20; Mt 4:10; Lc 4:8; Jo 14:1; At 1:24; Rm 8:26-27; Jo 14:14 e dezenas de outros textos que falam de nos dirigirmos a Deus).

2 – O Novo Testamento nos ensina que devemos orar a Deus em nome de Jesus Cristo. A razão é que o pecado nos afastou de Deus e não podemos nos aproximar dele por nossos próprios méritos. Jesus Cristo é o único, na terra e no céu, que foi constituído pelo próprio Deus como mediador entre ele e os homens. Não há qualquer base bíblica para se chegar a Deus em oração pela mediação de qualquer outro nome. A Bíblia nos ensina que “não há outro nome dado aos homens” (At 4:12) e que “há somente um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (1Tim 2:5). (Ver ainda Jo 14:6; Ef 3:12; Cl 3:17;Hb 7:25-27;13:15).

3 – Orar em nome de Jesus é nos achegarmos a Deus confiados nos méritos de Jesus Cristo e no perdão de pecados que ele nos conseguiu por meio de sua morte na cruz. É pedir a Deus com base nos merecimentos de Cristo e não nos nossos. É renunciar a toda justiça própria e chegarmos esvaziados de nós mesmos diante de Deus, nada tendo para oferecer em nosso favor a não ser a obra daquele que morreu e ressuscitou por nós. Onde não houver esta disposição e atitude, invocar o nome de Jesus é vão. O nome de Jesus não é um talismã ou uma palavra mágica, ou a senha para desbloquear as bênçãos de Deus. Não funciona nos lábios daqueles que ainda confiam em si mesmos e na sua própria justiça, ainda que repitam este Nome dezenas de vezes em oração (Mt 6:7-8; 7:21; Lc 6:46-49; Jo 14:13,14; At 19:13-16; 1Jo 5:13-15; Hb 4:14-16).

4 – Embora possamos pedir a Deus qualquer coisa que desejarmos, todavia, só deveríamos orar por aquelas que trazem a maior glória de Deus, que promovem o crescimento do Reino de Deus neste mundo e que são para nosso bem, sustento, proteção, alegria, bem como de nosso próximo. Foi isto que Jesus nos ensinou a pedir na oração do “Pai Nosso” (Mt 6:9-13), além de outras coisas afins (Lc 9:11-13). Assim, é tentar a Deus orarmos por coisas ilícitas e pedir coisas que Ele declara, na Bíblia, serem contra a sua vontade (Tg 4:1-3; Mt 20:20-28).

5 – Em nossas orações, deveríamos nos lembrar de orar por outras pessoas. A Bíblia nos ensina a pedir a Deus pelos irmãos em Cristo, pela Igreja de Cristo em todo o mundo, pelos governantes, por nossos familiares e pessoas de todas as classes, inclusive pelos nossos inimigos. Todavia, não há qualquer base bíblica para orarmos pelos que já morreram ou oferecer petições em favor dos mortos (Gn 32:11; 2Sm 7:29; Sl 28:9; Mt 5:44; Jo 17:9 e 20; Ef 6:18; 1Tm 2:1-2; 2Ts 1:11; 3:1; Cl 4:3).

6 – Deus nos encoraja a trazer diante dele as nossas petições. Todavia, ainda que a eficácia de nossas orações dependa exclusivamente dos méritos de Cristo, Deus nos ensina em sua Palavra que há determinadas atitudes nos que oram que fazem com que ele não atenda estas orações, como brigas entre irmãos, mundanismo e egoísmo, tratar mal a esposa, pecados ocultos, incredulidade e dúvidas, falta de perdão a quem nos ofende, hipocrisia, vãs repetições, entre outras coisas (Mt 5:23-24; Tg 4:1-3; 1Pe 3:7; Sl 66:18; Pv 28:13; Is 59:1-2; Tg 1:6-7; Mt 6:14-15; Mt 6:5; Mt 6:7-8). Por outro lado, se nossas orações são respondidas, isto não se deve à nossa santidade, mas à graça de Deus mediante Jesus Cristo, que nos habilita a viver de forma agradável a ele (1Jo 3:21-22), e ao fato de que as orações, por esta mesma graça, foram feitas de acordo com a vontade de Deus (1Jo 5:14).

7 – Deus requer fé da parte dos que oram (Hb 3:12; 11:6; Jer 29:12-14; Tg 1:5-8; 5:15). Esta fé é uma simples confiança de que Deus existe, que ele nos aceitou plenamente em Cristo e que é poderoso para nos dar aquilo que pedimos, ou então, nos dar muito mais do que imaginamos (Hb 4:14-16). Orar com fé é trazer diante de Deus nossas necessidades e descansar nele, confiantes que ele responderá de acordo com o que for melhor para nós (1Jo 5:14-15). Orar com fé não significa determinar a Deus que cumpra nossos pedidos, ou decretar, como se a oração tivesse um poder próprio, que estes pedidos aconteçam. Orações não geram realidades espirituais e nem engravidam a história. É Deus quem ouve as orações e é Ele quem decide se vai respondê-las ou não, e isto de acordo com sua vontade e propósito de sempre nos fazer bem.

Se houvesse mais oração verdadeira a Deus por parte dos que professam conhecê-lo mediante Jesus Cristo, quem sabe veríamos aquele avivamento e reforma espirituais que tanto desejamos para nossa pátria?

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cron 7:14)