terça-feira, 26 de novembro de 2013

Quando Se Acorda Cansado e Querendo Algo Mais


Se eu não conhecesse as escrituras, e não tivesse a certeza do
que a palavra de Deus e fez em minha vida, se as coisa que estão acontecendo não tivessem sido registrados nas santas palavras de Deus, nos alertando para que continuássemos fieis até a morte. Se o Espírito não tivesse dito expressamente através dos santos apóstolo que no últimos tempos, os homens apostatariam da fé, dariam ouvidos a doutrina de demônios, seriam adúlteros, avarentos, presunçosos, mas amigos dos deleites do que amigos de Deus e chegariam até o ponto de negarem a Cristo que os resgatou.
Se o Senhor Jesus não tivesse dito que seria assim mesmo, que haveriam escândalos de toda espécie em números exorbitantes, que surgiram falsos mestres e falsos profetas e enganariam há muitos, e muito mesmo seguiram as suas dissoluções, e os apóstolo inspirado pelo Espírito ainda disseram que esses homens tratariam o evangelho como causa de ganho financeiro, que buscariam a Deus só pelas coisas terrenas, que eles seguiriam a doutrina de Balaão, dos Nicolaítas, teriam Jezabel como profetiza, que eles entrariam pelas casa arrastando famílias inteiras ao engano.

Eu... Sinceramente não sairia da minha casa dizendo que sou evangélico. Por que quando as pessoas querem saber o que é ser evangélico no Brasil hoje em dia é desses pastores e cristãos do estilo televisivos que eles tiram a sua ideia do que é um cristão, quando eles falam sobre comportamento cristão é isso que é destacado por eles, e para os não crentes nós evangélicos não temos nenhuma diferença deles na questão de comportamento. 
Meus irmãos sexo antes do casamento, adultério, pornografia, ouvir música mundana, beber, comprar coisa contrabandeada e até usar drogas é comum em nossos meio hoje em dia, e para eles, o evangelho é mais uma religião por que o comportamento dos evangélicos são os mesmo.
Meus irmãos nas Igrejas neo-pentecostais tudo que acontece na macumba, no espiritismo mesa branca e no catolicismo acontece lá também, e ainda tem a introdução de elemento judaico, é um mixe  uma mistura de tudo, ainda tem o fato trágico e horrível de que o diabo virou a causa total das culpas e dos medos e com isso Cristo é colocado de lado, por que nessas Igrejas se fala mais do diabo do que de Jesus Cristo e do significado da sua morte na cruz e da benção do por vir. E não podem falar, por que esses homens além de serem ignorantes acerca das escrituras e não sabem nada da bíblia, e o que é pior, eles ainda dizem que sabem, o objetivo deles é aprisionar as pessoas pelo medo para o seu lucro pessoal.
Observem uma coisa, vocês nunca repararam que na maioria dessas igrejas os carros mais caro que tem estacionado e do pastor, e eles vivem da obra. Eles tem os melhores carros, usam as melhores e mais caras roupas, muito ouro carregam no corpo, eles e todos os membros de sua família, e ainda moram nas melhores casas, na maioria das igrejas eles são as pessoas mais rica da Igreja e eles vivem da obra, isso não parece estranho.

Se as escrituras não tivesse me alertado acerca de todas essa coisa, e me advertido a não me escandalizar, e que fazendo isso eu estaria negando Aquele que me escolheu, que me resgatou EU NÃO DIRIA QUE ERA EVANGÉLICO.

Hoje acordei mais uma vez candado, cansado das futilidades compartilhadas entre os cristão, das conversas em que Deus só é mencionado como  "Se Deus quiser", por que estão falando de alguma coisa a conquistar, cansado das mensagem sem Cristo sendo que as escrituras não falam sobre nenhuma oura coisa a não ser de Cristo e deste crucificado  cansado de ter que justificar ou explicar o por que de mais um pecado de alguém quando eu vou evangelizar, em quase todos os casos tenho que explicar isso nas escrituras tomando o meu tempo de evangelização, cansado de abrir o jornal e de quase todo dia ter mais um caso de pastor relatado, imaginem como nós estamos já que todos os casos não são relatos nos Jornais, ontem saiu no G1 que um bispo e um apóstolo foram pegos com duas adolescentes no motel, não abrir o Jornal hoje ainda, não sei o que me espera lá, saiu no uol que uma Igreja está proporcionando viagem a Israel para as pessoas serem batizadas no mesmo local que Jesus foi batizado, enganando os ignorantes e supersticiosos visto que não foi lá que Jesus foi batizado o local real do batismo de Jesus é proibido de se fazer turismo, acordei cansado da falta de quantidade de pessoas para se compartilhar as coisas mais sólidas da palavra de Deus, cansado da quantidade de pessoas segas que guiam outros cegos, cansado de ser tachado como chato ou radical por na verdade ler a bíblia quando prego ou ensino.

Tenho falta de um convívio Cristão, de conversas sobre o Reino, de envolvimento nas coisa sagradas pelas coisa sagradas, na busca de Deus por Deus e mais nada, na confiança verdadeira em sua palavra, na leitura e na pregação do que ela diz e não do entendimento tirado da sabedoria humana preocupada com o bem estar pessoal dos seus ouvintes, de um evangelho além do domingo mas ultrapasse esse dia e que abrace tudo o que se pensa, convive e se busca, que até as nossas profissões fossem escolhidas não para se ganhar dinheiro pelo dinheiro, mas que fossemos útil para servir o próximos, nos deveríamos ser os policiais, os professores, os médicos, bombeiros, os enfermeiros, os vigilantes, garis, etc., nós deveríamos ser os carpinteiros. Sinto falta de pessoas cheias do Espírito demonstrada com a vida de fidelidade e fruto do  Espírito e não com um lampejo de falar em linguás, sinto falta de um convívio de confiança entre os irmão, de uma verdadeira comunhão, dos homens e das mulheres de Deus que eram conhecida pelos seus rogos e oração e não por suas conquistas e beleza, sinto fala de viver um evangelho como ele é, um evangelho do Reino do céus em que a vontade de Deus é feita e não a nossa, sinto até falta da atmosfera diferente que tinha as igreja na minha infância, assim que entravamos na Igreja sentíamos que estávamos em outro ambiente no mundo, mas que o mundo não fazia parte dele.

Não estou dizendo que a Igreja esta perdida, por que Cristo é vencedor, não estou dizendo que sou o único, pois conheço muitos que não estão envolvidos com as coisa acima relatadas e o sentimento deles é o mesmo que o meu, sabe o que nos consola é que em breve seremos transformados, por que Jesus Disse que quando essas coisa começarem a acontecer nós deveríamos levantar a nossa cabeça por que a nossa redenção estaria próxima.
Jesus Cristo Breve vem!!!!!!!!!


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Os Desigrejados


Augustus Nicodemus Lopes

Para mim resta pouca dúvida de que a igreja institucional e organizada está hoje no centro de acirradas discussões em praticamente todos os quartéis da cristandade, e mesmo fora dela. O surgimento de milhares de denominações evangélicas, o poderio apostólico de igrejas neopentecostais, a institucionalização e secularização das denominações históricas, a profissionalização do ministério pastoral, a busca de diplomas teológicos reconhecidos pelo estado, a variedade infindável de métodos de crescimento de igrejas, de sucesso pastoral, os escândalos ocorridos nas igrejas, a falta de crescimento das igrejas tradicionais, o fracasso das igrejas emergentes – tudo isto tem levado muitos a se desencantarem com a igreja institucional e organizada.Alguns simplesmente abandonaram a igreja e a fé. Mas, outros, querem abandonar apenas a igreja e manter a fé. Querem ser cristãos, mas sem a igreja.

Muitos destes estão apenas decepcionados com a igreja institucional e tentam continuar a ser cristãos sem pertencer ou frequentar nenhuma. Todavia, existem aqueles que, além de não mais frequentarem a igreja, tomaram esta bandeira e passaram a defender abertamente o fracasso total da igreja organizada, a necessidade de um cristianismo sem igreja e a necessidade de sairmos da igreja para podermos encontrar Deus. Estas idéias vêm sendo veiculadas através de livros, palestras e da mídia. Viraram um movimento que cresce a cada dia. São os desigrejados.

Muitos livros recentes têm defendido a desigrejação do cristianismo (*).

Em linhas gerais, os desigrejados defendem os seguintes pontos.

1) Cristo não deixou qualquer forma de igreja organizada e institucional.

2) Já nos primeiros séculos os cristãos se afastaram dos ensinos de Jesus, organizando-se como uma instituição, a Igreja, criando estruturas, inventando ofícios para substituir os carismas, elaborando hierarquias para proteger e defender a própria instituição, e de tal maneira se organizaram que acabaram deixando Deus de fora. Com a influência da filosofia grega na teologia e a oficialização do cristianismo por Constantino, a igreja corrompeu-se completamente.

3) Apesar da Reforma ter se levantado contra esta corrupção, os protestantes e evangélicos acabaram caindo nos mesmíssimos erros, ao criarem denominações organizadas, sistemas interligados de hierarquia e processos de manutenção do sistema, como a disciplina e a exclusão dos dissidentes, e ao elaborarem confissões de fé, catecismos e declarações de fé, que engessaram a mensagem de Jesus e impediram o livre pensamento teológico.

4) A igreja verdadeira não tem templos, cultos regulares aos domingos, tesouraria, hierarquia, ofícios, ofertas, dízimos, clero oficial, confissões de fé, rol de membros, propriedades, escolas, seminários.

5) De acordo com Jesus, onde estiverem dois ou três que crêem nele, ali está a igreja, pois Cristo está com eles, conforme prometeu em Mateus 18. Assim, se dois ou três amigos cristãos se encontrarem no Frans Café numa sexta a noite para falar sobre as lições espirituais do filme O Livro de Eli, por exemplo, ali é a igreja, não sendo necessário absolutamente mais nada do tipo ir à igreja no domingo ou pertencer a uma igreja organizada.

6) A igreja, como organização humana, tem falhado e caído em muitos erros, pecados e escândalos, e prestado um desserviço ao Evangelho. Precisamos sair dela para podermos encontrar a Deus.

Eu concordo com vários dos pontos defendidos pelos desigrejados. Infelizmente, eles estão certos quanto ao fato de que muitos evangélicos confundem a igreja organizada com a igreja de Cristo e têm lutado com unhas e dentes para defender sua denominação e sua igreja, mesmo quando estas não representam genuinamente os valores da Igreja de Cristo. Concordo também que a igreja de Cristo não precisa de templos construídos e nem de todo o aparato necessário para sua manutenção. Ela, na verdade, subsistiu de forma vigorosa nos quatro primeiros séculos se reunindo em casas, cavernas, vales, campos, e até cemitérios. Os templos cristãos só foram erigidos após a oficialização do Cristianismo por Constantino, no séc. IV.

Os desigrejados estão certos ao criticar os sistemas de defesa criados para perpetuar as estruturas e a hierarquia das igrejas organizadas, esquecendo-se das pessoas e dando prioridade à organização. Concordo com eles que não podemos identificar a igreja com cultos organizados, programações sem fim durante a semana, cargos e funções como superintendente de Escola Dominical, organizações internas como uniões de moços, adolescentes, senhoras e homens, e métodos como células, encontros de casais e de jovens, e por ai vai. E também estou de acordo com a constatação de que a igreja institucional tem cometido muitos erros no decorrer de sua longa história.

Dito isto, pergunto se ainda assim está correto abandonarmos a igreja institucional e seguirmos um cristianismo em vôo solo. Pergunto ainda se os desigrejados não estão jogando fora o bebê junto com a água suja da banheira. Ao final, parece que a revolta deles não é somente contra a institucionalização da igreja, mas contra qualquer coisa que imponha limites ou restrições à sua maneira de pensar e de agir. Fico com a impressão que eles querem se livrar da igreja para poderem ser cristãos do jeito que entendem, acreditarem no que quiserem – sendo livres pensadores sem conclusões ou convicções definidas – fazerem o que quiserem, para poderem experimentar de tudo na vida sem receio de penalizações e correções. Esse tipo de atitude anti-instituição, antidisciplina, anti-regras, anti-autoridade, antilimites de todo tipo se encaixa perfeitamente na mentalidade secular e revolucionária de nosso tempo, que entra nas igrejas travestida de cristianismo.
É verdade que Jesus não deixou uma igreja institucionalizada aqui neste mundo. Todavia, ele disse algumas coisas sobre a igreja que levaram seus discípulos a se organizarem em comunidades ainda no período apostólico e muito antes de Constantino.

1) Jesus disse aos discípulos que sua igreja seria edificada sobre a declaração de Pedro, que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16.15-19). A igreja foi fundada sobre esta pedra, que é a verdade sobre a pessoa de Jesus (cf. 1Pd 2.4-8). O que se desviar desta verdade – a divindade e exclusividade da pessoa de Cristo – não é igreja cristã. Não admira que os apóstolos estivessem prontos a rejeitar os livre-pensadores de sua época, que queriam dar uma outra interpretação à pessoa e obra de Cristo diferente daquela que eles receberam do próprio Cristo. As igrejas foram instruídas pelos apóstolos a rejeitar os livre-pensadores como os gnósticos e judaizantes, e libertinos desobedientes, como os seguidores de Balaão e os nicolaítas (cf. 2Jo 10; Rm 16.17; 1Co 5.11; 2Ts 3.6; 3.14; Tt 3.10; Jd 4; Ap 2.14; 2.6,15). Fica praticamente impossível nos mantermos sobre a rocha, Cristo, e sobre a tradição dos apóstolos registrada nas Escrituras, sem sermos igreja, onde somos ensinados, corrigidos, admoestados, advertidos, confirmados, e onde os que se desviam da verdade apostólica são rejeitados.

2) A declaração de Jesus acima, que a sua igreja se ergue sobre a confissão acerca de sua Pessoa, nos mostra a ligação estreita, orgânica e indissolúvel entre ele e sua igreja. Em outro lugar, ele ilustrou esta relação com a figura da videira e seus galhos (João 15). Esta união foi muito bem compreendida pelos seus discípulos, que a compararam à relação entre a cabeça e o corpo (Ef 1.22-23), a relação marido e mulher (Ef 5.22-33) e entre o edifício e a pedra sobre o qual ele se assenta (1Pd 2.4-8). Os desigrejados querem Cristo, mas não querem sua igreja. Querem o noivo, mas rejeitam sua noiva. Mas, aquilo que Deus ajuntou, não o separe o homem. Não podemos ter um sem o outro.

3) Jesus instituiu também o que chamamos de processo disciplinar, quando ensinou aos seus discípulos de que maneira deveriam proceder no caso de um irmão que caiu em pecado (Mt 18.15-20). Após repetidas advertências em particular, o irmão faltoso, porém endurecido, deveria ser excluído da “igreja” – pois é, Jesus usou o termo – e não deveria mais ser tratado como parte dela (Mt 18.17). Os apóstolos entenderam isto muito bem, pois encontramos em suas cartas dezenas de advertências às igrejas que eles organizaram para que se afastassem e excluíssem os que não quisessem se arrepender dos seus pecados e que não andassem de acordo com a verdade apostólica. Um bom exemplo disto é a exclusão do “irmão” imoral da igreja de Corinto (1Co 5). Não entendo como isto pode ser feito numa fraternidade informal e livre que se reúne para bebericar café nas sextas à noite e discutir assuntos culturais, onde não existe a consciência de pertencemos a um corpo que se guia conforme as regras estabelecidas por Cristo.

4) Jesus determinou que seus seguidores fizessem discípulos em todo o mundo, e que os batizassem e ensinassem a eles tudo o que ele havia mandado (Mt 28.19-20). Os discípulos entenderam isto muito bem. Eles organizaram os convertidos em igrejas, os quais eram batizados e instruídos no ensino apostólico. Eles estabeleceram líderes espirituais sobre estas igrejas, que eram responsáveis por instruir os convertidos, advertir os faltosos e cuidar dos necessitados (At 6.1-6; At 14.23). Definiram claramente o perfil destes líderes e suas funções, que iam desde o governo espiritual das comunidades até a oração pelos enfermos (1Tm 31-13; Tt 1.5-9; Tg 5.14).

5) Não demorou também para que os cristãos apostólicos elaborassem as primeiras declarações ou confissões de fé que encontramos (cf. Rm 10.9; 1Jo 4.15; At 8.36-37; Fp 2.5-11; etc.), que serviam de base para a catequese e instrução dos novos convertidos, e para examinarem e rejeitarem os falsos mestres. Veja, por exemplo, João usando uma destas declarações para repelir livre-pensadores gnósticos das igrejas da Ásia (2Jo 7-10; 1Jo 4.1-3). Ainda no período apostólico já encontramos sinais de que as igrejas haviam se organizado e estruturado, tendo presbíteros, diáconos, mestres e guias, uma ordem de viúvas e ainda presbitérios (1Tm 3.1; 5.17,19; Tt 1.5; Fp 1.1; 1Tm 3.8,12; 1Tm 5.9; 1Tm 4.14). O exemplo mais antigo que temos desta organização é a reunião dos apóstolos e presbíteros em Jerusalém para tratar de um caso de doutrina – a inclusão dos gentios na igreja e as condições para que houvesse comunhão com os judeus convertidos (At 15.1-6). A decisão deste que ficou conhecido como o “concílio de Jerusalém” foi levada para ser obedecida nas demais igrejas (At 16.4), mostrando que havia desde cedo uma rede hierárquica entre as igrejas apostólicas, poucos anos depois de Pentecostes e muitos anos antes de Constantino.

6) Jesus também mandou que seus discípulos se reunissem regularmente para comer o pão e beber o vinho em memória dele (Lc 22.14-20). Os apóstolos seguiram a ordem, e reuniam-se regularmente para celebrar a Ceia (At 2.42; 20.7; 1Co 10.16). Todavia, dada à natureza da Ceia, cedo introduziram normas para a participação nela, como fica evidente no caso da igreja de Corinto (1Co 11.23-34). Não sei direito como os desigrejados celebram a Ceia, mas deve ser difícil fazer isto sem que estejamos na companhia de irmãos que partilham da mesma fé e que crêem a mesma coisa sobre o Senhor.

É curioso que a passagem predileta dos desigrejados – “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18.20) – foi proferida por Jesus no contexto da igreja organizada. Estes dois ou três que ele menciona são os dois ou três que vão tentar ganhar o irmão faltoso e reconduzi-lo à comunhão da igreja (Mt 18.16). Ou seja, são os dois ou três que estão agindo para preservar a pureza da igreja como corpo, e não dois ou três que se separam dos demais e resolvem fazer sua própria igrejinha informal ou seguir carreira solo como cristãos.

O meu ponto é este: que muito antes do período pós-apostólico, da intrusão da filosofia grega na teologia da Igreja e do decreto de Constantino – os três marcos que segundo os desigrejados são responsáveis pela corrupção da igreja institucional – a igreja de Cristo já estava organizada, com seus ofícios, hierarquia, sistema disciplinar, funcionamento regular, credos e confissões. A ponto de Paulo se referir a ela como “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e o autor de Hebreus repreender os que deixavam de se congregar com os demais cristãos (Hb 10.25). O livro de Atos faz diversas menções das “igrejas”, referindo-se a elas como corpos definidos e organizados nas cidades (cf. At 15.41; 16.5; veja também Rm 16.4,16; 1Co 7.17; 11.16; 14.33; 16.1; etc. – a relação é muito grande).

No final, fico com a impressão que os desigrejados, na verdade, não são contra a igreja organizada meramente porque desejam uma forma mais pura de Cristianismo, mais próxima da forma original – pois esta forma original já nasceu organizada e estruturada, nos Evangelhos e no restante do Novo Testamento. Acho que eles querem mesmo é liberdade para serem cristãos do jeito deles, acreditar no que quiserem e viver do jeito que acham correto, sem ter que prestar contas a ninguém. Pertencer a uma igreja organizada, especialmente àquelas que historicamente são confessionais e que têm autoridades constituídas, conselhos e concílios, significa submeter nossas idéias e nossa maneira de viver ao crivo do Evangelho, conforme entendido pelo Cristianismo histórico. Para muitos, isto é pedir demais.

Eu não tenho ilusões quanto ao estado atual da igreja. Ela é imperfeita e continuará assim enquanto eu for membro dela. A teologia Reformada não deixa dúvidas quanto ao estado de imperfeição, corrupção, falibilidade e miséria em que a igreja militante se encontra no presente, enquanto aguarda a vinda do Senhor Jesus, ocasião em que se tornará igreja triunfante. Ao mesmo tempo, ensina que não podemos ser cristãos sem ela. Que apesar de tudo, precisamos uns dos outros, precisamos da pregação da Palavra, da disciplina e dos sacramentos, da comunhão de irmãos e dos cultos regulares.

Cristianismo sem igreja é uma outra religião, a religião individualista dos livre-pensadores, eternamente em dúvida, incapazes de levar cativos seus pensamentos à obediência de Cristo.


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sábado, 23 de novembro de 2013

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Sua volta



Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Sua volta



O Senhor Jesus fala de Si mesmo quando afirma: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! Eu sou o Alfa e o ‘mega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso" (Apocalipse 1.7-8).

Desde a eternidade Jesus é Deus – Ele esteve como homem sobre esta terra e morreu na cruz. Mas Ele ressuscitou dentre os mortos e voltará para reinar. Disso já fala profeticamente o Salmo 72: "Domine ele de mar a mar e desde o rio até aos confins da terra... E todos os reis se prostrem perante ele; todas as nações o sirvam" (vv. 8,11). Jesus voltará primeiro para os que crêem nEle, arrebatando-os ao céu (veja João 14.1-6). Pouco depois Ele voltará visivelmente nas nuvens em glória para este mundo, julgará a terra e estabelecerá Seu reino. Todos os desenvolvimentos em nosso mundo caminham em direção a este alvo supremo: a volta de Jesus.

Theo Lehmann escreveu: "Jesus não foi daqueles que se destacaram por um certo tempo para depois desaparecerem nas brumas da história. Seu nome não é como o daqueles que aparecem em todos os jornais e poucos anos mais tarde jazem no esquecimento... Ele é o primeiro, o Criador deste mundo – e Ele é o último. Quando todos tiverem desaparecido – os ídolos e os deuses, as religiões e as ideologias, os grandes pensadores e os que edificaram imponentes obras arquitetônicas ou sufocantes masmorras – quando todos eles tiverem sumido das sacadas de seus palácios, quando tiverem caído de seus pedestais, quando tiverem perdido seus altos postos e tiverem virado pó – esquecidos, sumidos, afundados, quando todo este mundo sucumbir: Jesus existirá para sempre! Você não irá mais encontrar os deuses e os ídolos, os de antigamente e os de hoje. Mas a Jesus você vai encontrar sempre. No final da história está Jesus – também da história de sua vida."

No final da história está Jesus – também da história de sua vida.

Em Atos 10.42 está escrito acerca de Jesus: "e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos". Isso significa que virá o momento em que todos os homens estarão diante dEle, o único, incomparável e maravilhoso Senhor – uns eternamente salvos e outros, que rejeitaram a oferta divina da salvação em Jesus, eternamente perdidos. Por isso, você deveria impreterivelmente tornar-se cristão e não resistir mais a Ele! Resistir não apenas seria em vão, mas em seu próprio prejuízo.

Paulo tentou lutar contra Jesus por um certo tempo, mas quando Jesus o encontrou, a Bíblia relata: "E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões" (Atos 26.14).Albrecht, conhecido tradutor da Bíblia para a língua alemã, explica essa frase dizendo que ela é uma forma usual de linguagem dos gregos. Quando se falava dos aguilhões, fazia-se referência aos animais de carga. Ao empacarem, eles causavam muito dano a si mesmos, pois feriam-se quando se rebelavam contra os aguilhões que o condutor usava para fazê-los andar. A expressão significa: "É em vão que você está tentando resistir a mim".

Jesus é único também por não se afastar dos pecadores. Ele não vira as costas para as pessoas, mas volta-se para elas. Foi por essa razão que Ele veio ao mundo, foi por isso que Ele morreu e ressuscitou. Ele ama a você como ninguém mais o ama, e hoje vem ao seu encontro com todo o Seu amor. Ele é o único que tem o poder de perdoar todos os seus pecados, de recebê-lo em Seu reino e de dar-lhe vida eterna. Você não quer segurar Sua mão estendida agora mesmo?! Pois virá o dia em que se cumprirá literalmente a afirmação da Bíblia de que todos terão que reconhecê-lO, mas então será muito tarde para receber a salvação: "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.9-11).

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – no que faz pelos Seus


Jesus: único, incomparável, maravilhoso – no que faz pelos Seus


Para evitar mal-entendidos e excluir a possibilidade de auto-engano, primeiro deve ser esclarecida a questão: "quem faz parte dos Seus", quem pertence a Jesus?
A Bíblia nos dá uma resposta muito clara. O Senhor ressurreto diz:
  • "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo" (Apocalipse 3.20).
  • "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12).
  • "Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o filho de Deus não tem a vida" (1 João 5.12).
Aquele, portanto, que conscientemente decide receber a Jesus em seu coração passa a ser propriedade Sua – sobre a qual Ele tem direitos – e passa a fazer parte da família de Deus. Tal pessoa é um filho de Deus. Você é um deles? Se a resposta é não, então você deveria ainda hoje tomar a decisão de segui-lO. Veja no último capítulo como fazer isso. Faça-o logo, pois cada dia que passa sem que você seja de Jesus é um dia miserável, um dia perdido. Quem é propriedade de Jesus pode experimentá-lO no dia-a-dia. Você não apenas passa a ter uma maravilhosa esperança para o futuro, mas o seu presente também se torna imensamente rico e pleno de sentido!

Se alguém está em Cristo é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.

Coisas grandiosas passam a acontecer na vida de quem se decide ou já se decidiu por Jesus:


1. O relacionamento com Deus não é mais de um pecador com um Juiz justo, mas a relação de um filho com seu Pai: 

"Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo" (1 João 3.1).


2. Filhos de Deus são amados do Pai celestial. O amor que Ele tem por nós não é um amor volúvel e inconstante, mas um amor eterno. Quando você abre seus olhos pela manhã e quando os fecha ao dormir, seu primeiro e seu último pensamento devem ser: "Sou aceito por Deus e amado por Ele com amor eterno!" Romanos 8.38-39 nos mostra toda a abrangência e a grandeza desse amor: "Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor".


3. Você adquiriu uma posição completamente nova, pois passou a ser nova criatura. "Começar tudo de novo", é o desejo de muitas pessoas. Isso torna-se possível entregando a vida a Jesus. E assim, "se alguém está em Cristo é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Coríntios 5.17).


4. Agora você pode levar a Jesus todos os dias seus problemas e suas dificuldades: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4.6-7). Quem, além de Jesus, poderia fazer-lhe uma oferta dessas?


5. Você pode ter certeza: "Tenho um Deus que é fiel, permanece fiel e cumpre Suas promessas." A garantia de alcançar o alvo não está em você, mas no Senhor. Você pode confiar totalmente nEle nos dias bons e nos dias maus. Ele não o abandona: "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Filipenses 1.6).


6. Você pode ter a certeza que qualquer pecado do passado, grande ou pequeno, leve ou pesado, conhecido ou secreto, está perdoado se você o confessou com sinceridade e pediu perdão de todo o coração. Através deste perdão perfeito, pleno e completo, você também estará liberto de toda e qualquer amarra oculta ou demoníaca. A partir de agora você não estará mais debaixo do poder de Satanás, mas passará a viver debaixo do domínio de Jesus:"Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós, e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz" (Colossenses 2.14-15). A Bíblia Viva diz: "Então Ele deu-lhes participação na própria vida de Cristo, porque lhes perdoou todos os pecados, e apagou as acusações confirmadas que havia contra vocês, a lista dos seus mandamentos a que vocês não tinham obedecido. Tomando esta lista de pecados, Ele a destruiu, pregando-a na cruz de Cristo. Deste modo Deus tirou o poder de Satanás de acusar vocês de pecado e exibiu publicamente ao mundo inteiro o triunfo de Cristo na cruz, onde foram tirados todos os pecados de vocês."
Se você, depois de ter-se tornado filho de Deus, cometer algum pecado, – o que é comparável a um acidente – então isso é uma triste derrota. Mas, mesmo assim você não precisa desesperar. Você pode e deve arrepender-se por ter falhado, pedindo perdão ao Senhor Jesus e seguir adiante olhando para Ele: "Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo" (1 João 2.1).


7. Sua vida passou a ter sentido! Muitas pessoas passam a vida inteira procurando pelo sentido da vida. O verdadeiro sentido da vida consiste em reconhecer a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, viver em plena comunhão com Ele e ter parte na vida eterna: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5.20).

“Começar tudo de novo”, é o desejo de muitas pessoas. Isso torna-se possível entregando a vida a Jesus.


8. Uma pessoa que recebeu a Jesus em sua vida pode ter certeza de sua salvação eterna:"Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus" (1 João 5.13).


9. Quem está intimamente ligado a Jesus pode ter certeza que o Senhor lhe dá a força para superar o dia-a-dia com todos os seus problemas, grandes e pequenos. Tal pessoa não depende mais exclusivamente de si mesma, de sua força e de seus dons naturais, pois Deus: "Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor" (Isaías 40.29).


10. O Senhor também dá alegria e paz aos Seus. A vida de um cristão não é nada monótona, como muitos pensam. Pelo contrário, a fé em Jesus e a prática do discipulado tornam a vida interessante: podemos ter experiências de fé; podemos experimentar a Deus em nosso dia-a-dia! O Senhor nos prometeu essa alegria e essa paz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14.27). "Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós e o vosso gozo seja completo" (João 15.11). E continua sendo verdadeiro o que Jesus disse:"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10.10).
E agora pergunto a você, prezado leitor, prezada leitora: vale a pena tornar-se cristão?!
Seria uma ilusão concluir que a vida de um cristão é sempre um mar de rosas, que todos os dias brilha o sol, que não existem mais problemas e que tudo funciona com perfeição. Não é assim. A verdade é que a vida de um cristão que segue a Jesus de verdade pode ser uma vida muito atribulada e cheia de provações.

Filhos de Deus também não são poupados automaticamente de dores, enfermidades e sofrimentos e das angústias da vida. Mas tempos difíceis tornam-se suportáveis porque temos a certeza de que nada do que nos acontece anula as promessas de Deus.
Temos a mais absoluta certeza de que nossa vida está protegida em Suas mãos e que Ele nos protegerá em meio às crises e provações. Além disso tudo, temos ainda uma esperança viva para o futuro. Saber que as circunstâncias difíceis pelas quais um cristão tem de passar não são o fim de tudo, mas que existe uma glória posterior, dá-nos tranqüilidade, força e segurança. Por isso vale a pena ser cristão!

Norbert Lieth

Pregação Chocante (Paul Washer)

Paul Washer prega uma Mensagem Chocante em uma Conferência de Jovens sobre Evangelismo.

domingo, 17 de novembro de 2013

A SALVAÇÃO:


A salvação é outorgada por Deus pela sua graça, mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor – Sl 37:39; Is 55:5; Sf 3:17; Tt 2:9-11; Ef 2:8, 9; At 15:11; 4:12.


O preço da redenção eterna do crente foi pago de uma vez por Jesus Cristo, pelo derramamento do seu sangue na cruz – Is. 53:4-6; I Pe 1:18-25; I Co 6:20; Ef 1:7; Ap 5:7-10. 


A salvação é individual e significa a redenção do homem na inteireza do seu ser – Mt 16:24; Rm 10:13; I Tss 5:23, 24; Rm 5:10. É um dom gratuito de Deus e que compreende a regeneração, a justificação, a santificação e a glorificação – Rm 6:23; Hb 2:1-4; Jo 3:14; I Co 1:30; At 11:18.

A Regeneração:

A regeneração é o ato inicial da salvação em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido, dele fazendo uma nova criatura em Cristo. 
É obra do Espírito Santo. O pecador recebe o perdão, a justificação, a adoção como filho de Deus, a vida eterna e o dom do Espírito Santo. Nesse ato o novo crente é habitado pelo Espírito Santo, é por ele selado para o dia da redenção final, e é liberto do castigo eterno causado por seus pecados – Dt 30:6; Ez 36:26; Jo 3:3-5; I Pe 1:3; Tg 1:18; I Co 5:17; Ef 4:20-24. 

Há duas condições quando o pecador é regenerado; arrependimento e fé. No entanto, a regeneração precede a ambos. 
O arrependimento implica em mudança radical do homem interior, por força do que ele se afasta do pecado e se volta para Deus. A fé é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade a ele por parte do pecador – Tt 3:5; Rm 8:2; Jo 1:11-13; Ef 4:32; At 11:17.


A reconciliação consequência imediata da regeneração: Nessa experiência de conversão o homem perdido é reconciliado com Deus, que lhe concede perdão, justiça e paz – II Cr 1:21, 22; Ef 4:30; Rm 8:1; 6:22. 
A justificação, que ocorre simultaneamente com a regeneração, é o ato pelo qual Deus, considerando os méritos do sacrifício de Cristo, absolve, no perdão, o homem de seus pecados e o declara justo, capacitando-o para uma vida de retidão diante de Deus e de correção diante dos homens – Is 53:11; Rm 8:33; 3:24. Essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritórias praticadas pelo homem, mas, por meio de sua fé em Cristo – Rm 5:1; At 13:39; Mt 9:6; II Co 5:31; I Co 1:30.

Pr. Antônio Pereira da Costa Júnior

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Uma Carta Para Deus (A minha Carta)

Bendito seja O Senhor e seu Filho Jesus Cristo e o seu Santo Espírito. Amem!

Obrigado Senhor por que o Senhor É quem é, e o que é, e pelo que faz; louvo-te somente pelo que Tu És e pelo fato de ter me resgatado através de seu filho do império da trevas, peço a Ti o que necessito por que o Senhor assim nos permitiu, mas tu sabes o Pai amado que eu ficaria contigo e confessaria o seu Nome, mesmo se Senhor não me permitisse que eu fizesse tal coisa.
Jesus Cristo eu sou fascinado por sua pessoa, por quem o Senhor é e faz, e modo como o Senhor faz o que faz, não para agradar a quem quer que seja, mas unicamente o Pai, de acordo com a sua soberana vontade. Amo saber que o Senhor busca a sua glória e que não ha divide com quem quer que seja. Meu Deus acho grandiosismo, admirável e digno de todo louvor o fato de seu Filho Jesus Cristo ter descido do céu e vindo e esta terra para fazer meu Pai a sua vontade, e que o Senhor pode ter o prazer de ver alguém fazer a sua vontade sem nunca se desviar dela, por que Nele, em Cristo Jesus, O Nazareno nem mesmo em sua boca se achou dolo, ainda que a sua palavra diz que é impossível que o homem não peque com a lingua, com isso o Senhor pode dizer com todas as letras "... minha alma tem grande prazer...".
Me ajuda Senhor a andar também segunda a sua vontade, não me conforma com esse mundo para que eu possa ser uma servo que lhe dar prazer.

O que eu tenho no céu alem de ti, e não há nada na terra que eu amo mais do que a te, mas quando eu contemplo a mim mesmo, quando eu me examino, percebo claramente que não sou digno nem mesmo de pronunciar O Seu Santo Nome e o que é pior muitas vezes me vejo fazendo isso em vão. Por isso afirmo miserável homem que sou!!! Quem me livrara deste corpo de morte? Quem Senhor é limpo de mão e puro de coração para que possa Chegar ao seu alto e santo monte? Louvo por que agora não existe em mim condenação alguma por que eu estou em Cristo Jesus e não ando segundo a carne mas segundo O Espírito, por isso ando gemendo neste tabernáculo terrestre, como peregrino e forasteiro nesta Terra desejando ser revestido do imortal, da nossa habitação que é do céu, ser totalmente absolvido pela vida, fazendo de tudo para não atentar para as coisa que se veem, mas para as coisa eternas que não se veem, botando assentado em meu coração, que se por ventura essa tabernáculo terrestre se desfizer temos uma casa no céu não feita por mãos humanas, ou seja, EU QUERO IR EMBORA PRA CASA, mas o meu Pai ainda não mandou o nosso Irmão mais velho nos buscar. Sempre me sinto como uma criança na escola nas não vendo a hora de ir embora, na expectativa de tocar o sinal (a ultima trombeta).
Senhor não permita que desfaleça e nem me canse de fazer o bem, para que eu a seu tempo receba de te o louvor.

Quando me coloco diante de te em oração, pregando ou ensinando a sua palavra não chego com uma ousadia tola de quem acha que tem direito, mas pela fé em Jesus Cristo e no novo e vivo caminho que ele nos concedeu pelo véu, isto é pela sua carne, e confiando na intercessão do Espírito, por que tenho consciência de que não sei saber pedir como convém. quantas vezes meu Pai fiquei em oração calado sem saber o que falar. O meu problema não é somente que eu sei quem eu sou, mas que estudando a sua palavra eu sei de acordo com ela, quem o Senhor é, por isso nunca me coloco diante de te com exigência, ou determinando e decretando, ou colocando diante de te os meu predicados, o que tenho feito, o que faço, o que dou, mas querendo ser justificado pelo Senhor, me colo como aquele homem que batia no peito e nem tinha coragem de olhar para o céu e dizia para que o Senhor tivesse misericórdia dele por que era um pecador. me humilhando debaixo da sua potente mão.
Senhor não me rejeito quando falo e não deixa que seu espírito se afaste de mim.

Senhor falo de te em todo tempo, o máximo que eu poço por que eu creio, falo da sua morte na cruz, buscando isso em toda as escrituras expondo a sua palavra, por que é o que eu creio. Falo de sua morte e glória do por vir, por que é isso que vejo na sua palavra desde Gênesis a Apocalipse.
Cada um fala daquilo que tem esperança e crer, a minha esperança esta na sua morte expiatória e na Glória futura, na sua volta em glória e na consolação de Israel. Gosto de ver e de falar da história do evangelho em cada fato ao longo das escritura, em toda Bíblia ela fala de Cristo e este crucificado, gosto de exaltar o seu santo Espírito que vei para essa terra enviado por te para glorificar o seu nome e nos entregar o que é seu, e se Ele os homens santos a escreverem a sua palavra e o objetivo principal Dele é Glorificar o seu nome, e nos dar o que é seu e convencer o homem do pecado da justiça do juízo, então tudo que ele escreveu nas Escrituras desde Gênesis a Apocalipse foi falar de Te Senhor, a a te crucificado. Como o Senhor disse certa vez, que tudo que os profetas disseram foi que o Cristo devia padecer e depois entrar na sua glória, como esta registrado: "examinai as escritura vós cuidai de ter nela a vida eterna e são elas que testificam de mim".
Mas peço encarecidamente me perdoa pelos erros teológicos e doutrinário e me ajuda a não erra mais.

Não sei que pensamento ou como expressar com palavra o sinto, pelo fato de ter sido amada de antemão por te, ter sido escolhido por sua sobreana graça e ter sido nomeado para que fosse dar fruto, não que eu possa fazer isso de mim mesmo mas a minha capacidade vem de te Senhor.

Obrigado te amo, volta logo estou te esperando.
Amem!!!!

Se uma carta escrita por mim pudesse ser lida pelo Senhor, seria essa que eu enviaria, mas na ora que fossem lhe entregar eu não permitiria, por que: Quem sou eu para Lhe enviar uma carta

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os 10 Principais Erros de Uma Pregação Neopentecostal.


Por Pr. Renato Vargens
Antes de qualquer coisa gostaria de afirmar que acredito que boa parte dos pastores neopentecostais  amam a Cristo e desejam de servi-lo com integridade, honestidade e compromisso. Entretanto, em virtude do desconhecimento das Escrituras, além é claro de não terem sido qualificados para a pregação, cometem erros que muitas das vezes contribui com a maculação da mensagem. Nessa perspectiva não são poucas as ocasiões em que os pregadores neopentecostais erram feio passando aos seus ouvintes percepções equivocadas das Escrituras Sagradas.

Isto posto, gostaria de elencar aquilo que considero os 10 principais erros de uma pregação neopentecostal:
  
1-) Alegorização das Escrituras

Uma das principais características do pregador neopentecostal é o uso de alegorias em seus sermões. É comum por exemplo observamos muitos dos pastores neopentecostais dizendo aquilo que as Escrituras não ensinam. Outro dia eu ouvi um "Apóstolo" ensinando que os Jebuseus, heteus e amorreus (Dt 7:01; 20:17; Js 3:10) simbolizam, o diabo, a carne e o mundo. Para o pregador em questão toda vez que a bíblia faz menção aos amorreus, (Marcos 2: 3-12) significa que Deus deseja a morte do "eu". Noutra ocasião soube de um pregador que ensinou que os amigos do paralítico curado por Jesus simbolizavam, amor, compaixão, misericórdia e companheirismo. 

Caro leitor, por favor pare e pense: não é isso que a Bíblia ensina não é verdade? O pregador poderia até dizer que os amigos do paralítico agiram com amor, compaixão, misericórdia, companheirismo e muito mais. Todavia, afirmar que os quatro representavam isso é demais da conta, não é mesmo? Quanto aos amorreus é uma forçação de barra  descomunal. Dizer que estes simbolizavam a morte do "eu" é demonstrar nenhum conhecimento de hermenêutica e exegese.

Alegorizar as Escrituras é um método de interpretação muito perigoso. O reformador alemão Martinho Lutero foi um grande defensor do método literal, em contraposição ao método alegórico que predominou na idade média. Lutero dizia: "As escrituras devem ser mantidas em seu significado mais simples possível e entendidas em seu sentido gramatical e literal, a menos que o contexto claramente o impeça”. João Calvino como Lutero, também rejeitava a interpretação alegórica das Escrituras. O reformador francês ressaltava o método histórico e gramatical, a natureza cristológica, o ministério esclarecedor do Espírito Santo e o correto tratamento das tipologias no Antigo Testamento

2-) Ausência de uma hermenêutica Bíblica

Um dos maiores problemas dos pastores neopentecostais  é a falta do conhecimento das regras da Hermenêutica Bíblica para a pregação da Palavra. Em virtude disso  é extremamente comum ouvirmos absurdos, que, muitas vezes, acabam causando enormes contradições doutrinárias e até mesmo as famosas “heresias de púlpito”. 

A expressão Hermenêutica provém da palavra grega “hermeneutike” que, por sua vez, se deriva do verbo "hermeneuo", significando: a arte de interpretar os livros sagrados e os textos antigos. Segundo a história Platão, foi o primeiro a utilizar essa palavra. A hermenêutica forma parte da Teologia exegética, ou seja, a que trata especificamente da interpretação das Escrituras.

À luz desta afirmação gostaria de levá-lo a refletir comigo sobre os princípios hermenêuticos usados por Calvino: 

1º - Calvino Renunciou a alegorias entendendo serem elas armas de deturpação do sentido das Escrituras. 

2º - Calvino costumava enfatizar o sentido literal do texto.

3º - Ele acreditava que o ministro deveria ser inteiramente dependente da operação do Espírito Santo para a correta interpretação da Bíblia.

4º - Ele valorizava o estudo das línguas originais para melhor compreensão do ensino sagrado.

5º - Ele cria numa tipologia equilibrada, evitando impor a textos vetero-testamentários simbolismos que eles não suportam.

6º - E por fim ele acreditava que a melhor forma de se interpretar a Bíblia é a própria Bíblia.


3-) Exagero nas expressões coloquiais e chavões eclesiásticos

Uma das práticas pentecostais mais comuns é uso de chavões. Confesso que ouvir alguns dos nossos pastores pregando é um verdadeiro desafio. Se não bastasse o constante atentado ao vernáculo, suas mensagens estão repletas de expressões e chavões. É comum em meio às pregações ouvirmos: “Este varão é canela de fogo. Aquela irmãzinha que caiu no rétété. Deus desenrolou o mistério pro vaso? Eita manto, né? Não dá mole não que o chicote queima irmão! Ah! graças a Deus que eu conquistei a minha rebeca! Sim, porque jovem solteiro é treva, irmão! Tá amarrado! A abençoada é uma jovem crente! Consegui fugir dessa Jezabel que era laço! Julgo desigual não vale! É benção. Misericórdia! Oh glória! Somos cabeça, não cauda. Determine a benção! Quando eu era do mundo... Queima! Geração apostólica. Amém ou não amém? E diga  para a pessoa que está ao seu lado. Repita comigo!

Pois é, em pregações deste tipo se gasta muito mais tempo usando os jargões evangélicos do que se proclamando a Palavra de Deus. Na verdade, boa parte dos pastores demonstram ao longo da aplicação da mensagem um completo despreparo teológico, optando assim escancaradamente pelo uso invariável de chavões.

Isto posto, é impossível não nos lembrarmos de homens como o Dr. Martin Lloyd-Jones. Nos cultos que pregava, centenas de pessoas eram atraídas pela pregação expositiva da Palavra de Deus. O doutor, como era chamado, levava muitos meses, até mesmo anos, a expor um capítulo da Bíblia, versículo por versículo. Os seus sermões muitas vezes duravam entre cinquenta minutos e uma hora, atraindo muitos estudantes das universidades e escolas em Londres que encantados ficavam com a pregação do evangelho.

Vale a pena lembrarmos daquilo que o reformador francês João Calvino costumava dizer quanto a Palavra de Deus. “A Escritura é a fonte de toda a sabedoria, e os pastores devem extrair dela tudo aquilo que expõem diante do rebanho”. Calvino afirmava que através da exposição da Palavra de Deus, as pessoas são conduzidas a liberdade e a segurança da fé salvadora, dizia também que a verdadeira pregação, tem por objetivo abrir a porta do reino ao ouvinte, isto é, em outras palavras o que ele está a nos dizer, é que as Escrituras Sagradas, devem ser o principal instrumento na condução, consolidação e pastoreamento do povo de Deus.

4-) O uso e a miscigenação de textos bíblicos com textos bíblicos fora de contexto

Essa é uma prática muito comum entre os pregadores neopentecostais. Para fundamentar sua teologia os pastores em questão misturam textos variados usando-os fora de contexto para justificar seus ensinos equivocados. Nessa perspectiva por exemplo é comum o pregador neopentecostal ao ensinar sobre sobre um determinado assunto usar versos isolados das Escrituras, misturando-os segundo seu próprio entendimento, criando assim distorções doutrinárias das mais sérias. O interessante é que dificilmente você encontrará um pregador neopentecostal pregando as Escrituras de forma expositiva, até porque, se pregasse expositivamente ele não teria como sustentar seus ensinamentos.

5-) A forte ênfase na satisfação das necessidades humanas

Uma das principais ênfases da pregação neopentecostal é a satisfação das necessidades humanas. O púlpito neopentecostal não fala do pecado, das consequências dele, da salvação pela graça mediante a fé em Cristo Jesus, bem como das doutrinas fundamentais a fé cristã. Antes pelo contrário, no púlpito neopentecostal não há espaço para as doutrinas da graça, mesmo porque o foco principal do pastor neopentecostal é satisfazer o cliente.  

Caro leitor, se fizermos uma análise dos cultos neopentecostais chegaremos a conclusão que boa parte do tempo da reunião é focado exclusivamente no homem e em suas necessidades. 

6-) Foco constante em autoajuda e no bem estar humano 

Os púlpitos neopentecostais  estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de autoajuda. Nessa perspectiva é comum encontrarmos nas homilias neopentecostais ênfases quase que exclusivas na satisfação humana, para tanto, tornou-se comum por parte dos pastores neopentecostais o uso de técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias. Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores em nome da "satisfação humana" abdicaram da mensagem da Cruz tornando-se   mestres de autoajuda, afagadores do ego. 

7-) Ausência das principais doutrinas cristãs como salvação pela graça, perdão de pecados e vida eterna

O pregador neopentecostal não prega sobre as principais doutrinas do Cristianismo. No púlpito neopentecostal não encontramos qualquer tipo de menção a doutrinas como Salvação pela graça, Imputação de pecados, volta de Cristo, destino eterno dos homens, juízo final e muito mais.

8-) Foco em riquezas e prosperidade

O pregador neopentecostal não tem outro tipo de pregação a não ser aquela que foque em prosperidade, riqueza material e sucesso. No púlpito neopentecostal tudo está relacionado ao aqui e agora, e  o foco da mensagem é a satisfação humana. Para o pregador neopentecostal o que mais importa é a bênção de Deus sobre todos aqueles que invocarem poderoso nome do Senhor.

9-) Ausência do Evangelho

No púlpito neopentecostal prega-se tudo menos o evangelho. Nessa perspectiva dificilmente encontramos o pregador pregando sobre pecado, arrependimento, fé e necessidade de salvação. A mensagem do Evangelho para o pregador neopentecostal relaciona-se diretamente as bênçãos de Deus e nunca a necessidade de arrepender-se de salvação e vida eterna. 

10-) A super valorização do poder do diabo

Alguns pregadores neopentecostais enxergam o diabo em tudo. Os pastores em questão construíram em suas mentes a ideia de que a vida é um grande conflito entre forças opostas. 

O Movimento neopentecostal tem contribuído efetivamente com a propagação deste conceito, concedendo a Deus e o diabo; pesos idênticos. Para estes, a vida é uma grande trincheira, onde satanás e o nosso Deus lutam de igual para igual pelas almas da humanidade. Esta afirmação aproxima-se em muito da antiga heresia conhecida como maniqueísmo que ensinava que o universo é dominado por dois princípios antagônicos e irredutíveis: Deus ou o bem absoluto, o Diabo ou o mal absoluto. Infelizmente por considerar o bem e mal, como forças idênticas em peso e poder, os pregadores desta doutrina rejeitam a soberania de Deus sobre o inimigo de nossas almas.

Caro leitor, as Escrituras Sagradas em momento algum nos mostram um mundo dualista onde bem e mal protagonizam batalhas pirotécnicas cujo final é imprevisível. Antes pelo contrário, ainda que a Bíblia nos mostre as ações ardilosas de nosso inimigo, os quais não devem ser desprezadas, ela jamais trata do diabo como alguém que tem poder para se opor a vontade soberana de Deus.

Por favor, pare, pense e responda: Quem está regendo os acontecimentos na terra, Deus ou o diabo? Quem reina majestosamente no céu, Deus ou o diabo? Quem a Bíblia diz que estabelece e destitui reis, conforme a sua soberana vontade?

Ora, a visão de Deus reinando de seu trono é repetida nas Escrituras inúmeras vezes (I Rs 22.19; Is 6.1; Ez 1.26; Dn 7.9; Ap 4.2). Na verdade, os muitos textos bíblicos possuem a função de nos lembrar em termos explícitos, que o SENHOR reina como rei, exercendo o seu domínio sobre grandes e pequenos. O senhorio de Deus é total e nem mesmo o diabo pode deter seu propósito ou frustrar os seus planos.

Os neomaniqueistas sem que percebam rejeitam o governo de Deus na história, fundamentando sua fé em achismos e impressões absolutamente antagônicas ao ensino bíblico. Nas doutrinas neomaniqueistas, Caim virou Vampiro, portais dimensionais se abriram, trazendo a tona lobisomens, dentre outras lendas e superstições absurdas. Além disso, batalhas hercúleas são travadas a cada dia no mundo espiritual por Deus e o diabo, demonstrando assim o “quão forte e poderoso é o inimigo de nossas almas”.

Caro leitor, Jesus Cristo é o libertador e rei triunfante, é o autor e consumador de nossa fé, o Senhor da gloria. Sobre ele satanás não teve controle, nem tampouco poder. Através da morte na cruz, Cristo quebrou as forças opressoras do diabo, transportando-nos graciosamente para o Reino de Deus Pai. A guerra já foi vencida! Louvado seja o seu santo nome por isso! Satanás não tem poder sobre os eleitos de Deus! Somos de Cristo, e com Cristo viveremos por toda eternidade!

Renato Vargens