segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O Véu foi Rasgado!!!


Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre.

Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candelabro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário.
Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos,
Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;
E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.
Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo o tempo entravam os sacerdotes no primeiro tabernáculo, cumprindo os serviços;
Mas, no segundo, só o sumo sacerdote, uma vez no ano, não sem sangue, que oferecia por si mesmo e pelas culpas do povo;
Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo,
Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço; 
Hebreus 9:1-9


Quando Jesus morreu, o véu rasgou e Deus saiu daquele lugar para nunca mais habitar em um Templo feito por mãos humanas (Atos 17:24). Deus deu um fim ao Templo e seu sistema religioso e de adoração. O Templo e Jerusalém ficaram “desolados” (destruído pelos Romanos) em 70 D.C, assim com Jesus tinha profetizado em Lucas 13:35. Enquanto o Templo continuasse a existir, isso significava a continuação da Velha Aliança. Hebreus 9:8-9 se refere à Aliança que estava passando e à Nova Aliança que estava sendo estabelecida (Hebreus 8:13)

1. O véu (Ex. 26.31-37; 36.35; 2Cr. 3.14)

• Este véu demonstra que o povo não podia comparecer livremente na presença de Deus (Hb. 9.8). 

O véu do Tabernáculo era um lembrete constante de que o pecado nos torna ineptos para entrar na presença de Deus. O fato de que a oferenda de pecado era oferecida anualmente e inúmeros outros sacrifícios eram repetidos diariamente serviam para nos mostrar graficamente que sacrifícios de animais não podiam permanentemente expiar o pecado. Jesus Cristo, através de sua morte, removeu as barreiras entre Deus e o homem. Por isso podemos agora nos aproximar dEle com confiança e audácia (Hebreus 4:14-16).

• O véu Representa também o amor de Deus, por que se Ele não impedisse que nós nos apresentássemos diante Dele sem sacrifício morreríamos (Ex. 30. 10; Lv. 16.12; Hb. 9.6-8).

2. O véu rasgado de cima a baixo.

A única maneira de termos livre acesso à Deus, era se o véu fosse rasgado  e isso aconteceu através da morte de Cristo no calvário (Hb. 10.19-22; Mc. 15.38; Mt. 27.51; Cl. 1.20-22).

Obs. De acordo com autoridade em assuntos judaicos, nem um par de junta de bois poderiam rasgar o véu do templo de Herodes  que era feito de um material resistente, e media cerca de dez centímetro de espessura. E para um homem era impossível rasga-lo ainda mais de cima a baixo, só Deus posderia faze-lo como foi predito no (salmo 118.23,24).

O que podemos aprender disso tudo? Qual a significância do véu partido para nós nos dias de hoje? Acima de tudo, o rasgar do véu no momento da morte de Jesus dramaticamente simboliza que Seu sacrifício e o derramamento do seu próprio sangue serviram como uma expiação suficiente pelos pecados para sempre. Significa que o caminho para o Santo dos Santos estava aberto para todas as pessoas, em todos os tempos, tanto judeus quanto gentios.

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