sábado, 21 de dezembro de 2013

O Que Podemos Conhecer de Deus? (Pat. 2)


Tem-se feito uma analogia com o selvagem que achou  um relógio e que. depois de um detido exame, inferiu a existência de um  relojoeiro.  Até aqui, tudo bem. Tentemos ir mais longe, porém. 

Suponhamos que o selvagem procure formar uma concepção pessoal desse relojoeiro, de seus afetos pessoais, de suas maneira, de sua   disposição,   conhecimentos  e  caráter   moral — de tudo aquilo que se junta para compor uma personalidade.  Poderia ele chegar a imaginar ou pensar num homem real ___ o homem que fabricou o relógio — de modo que pudesse dizer: "Eu o conheço ?" Fazer perguntas como esta parece fútil, mas estará o eterno e infinito Deus tanto mais ao alcance da razão humana? Realmente  não. 

O Deus das Escrituras só pode ser conhecido  por aqueles a quem  Ele próprio Se dá a conhecer. (Leia também "O que Podemos Conhecer de Deus part. 1)

Tampouco o intelecto pode conhecer a Deus. "Deus é espírito..." (João 4:24) e, portanto, só pode ser conhecido espiri­tualmente. 
Mas o homem decaído não é espiritual; é carnal, Está morto para tudo que é espiritual. A menos que nasça de novo, que seja trazido sobrenaturalmente da morte para a vida, miraculosamente transferido das trevas para a luz, não pode sequer ver as coisas de Deus (João 3:3), e muito menos entendê-las (1 Coríntios 2:14). E mister que o Espírito Santo brilhe em nossos cora­ções (não no intelecto) para dar-nos o "... conhecimento da gló­ria de Deus, na face de Jesus Cristo" (2 Coríntios 4:6). 
E até mesmo esse conhecimento espiritual é apenas fragmentário. A alma regenerada terá de crescer na graça e no conhecimento
do Senhor  Jesus para tal (2 Pedro 3:18).

A nossa principal oração e finalidade como cristãos deve ser que possamos "... andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus" (Colossenses 1:10).

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