quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Síndrome de Satanás

“Síndrome de satanás” que a maioria dos líderes evangélicos atuais possuem – a necessidade de independência. Além disso, eles não aceitam que ninguém os monitorem, não aceitam a prestar satisfações, não aceitam a repreensão e nem se submeter às possíveis punições. 
Geralmente fazem uma ginástica estatutária e burocrática dentro das igrejas para converter as regras e posicionamentos institucionais ao seu bel prazer. Acima deste só Deus, e olhe lá! Pois como o Reverendo Renato Vargens destaca em seu livro - Reforma Agora - certa mulher ao ouvir seu filho criticar seu líder evangélico teceu a seguinte frase em defesa do líder: “Fale de Deus, mas não fale de meu líder”. Noutra ocasião, no mesmo livro, o autor nos conta que um certo líder evangélico da atualidade disse que teve uma experiência de arrebatamento e foi levado ao céu. Lá, no ambiente celeste, Deus ao receber conversou com ele por muito tempo e eis que de repente Jesus adentra no ambiente onde a conversa estava acontecendo. Jesus intenta dar uma opinião dentro do assunto conversado, prontamente Deus olha para Jesus e tece as seguintes palavras: “Filho! tenha educação, não vê que estou falando com o líder tal? Não atrapalhe!”.

Este pensamento é nutrido pela maioria dos próprios líderes evangélicos atuais, eles gostam de holofotes em cima deles. O próprio Cristo quando esteve na terra sempre se remeteu ao pai como sendo partícipe de uma harmonia, não podendo haver tirania ou autoritarismo por parte de Um ou de Outro. Todos estes sintomas apresentados por tais líderes evangélicos e pessoas que participam desta rotina são caracteres de uma Síndrome na qual intitulo como a “Síndrome de satanás”– aquela que o indivíduo quer ser Deus, isso no sentido de não ter ninguém acima de sua autoridade, aquele desejo de se assentar no trono dos tronos da autoridade – ser igual a Deus – justamente a proposta da Serpente feita a Eva no Éden.

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