sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Por que nós amamos a Deus?


   

Nós amamos a Deus por que Ele nos amou primeiro, Deus muito nos amou estando nós ainda mergulhados em nossas ofensas e pecados.

Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), (Ef. 2. 4,5)

Esse amor de Deus por nós foi tão grande, que Ele deu o seu próprio Filho para morrer por em nosso lugar, para que assim nós pudéssemos ser salvos.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. (Jo. 3.16,17)

A questão toda não é só que Ele enviou o seu único Filho ao mundo, é que Ele fez isso por quem era inferior ao Seu Filho, e por quem não mereciam.
Ou seja, mesmo Deus vendo que na Terra não havia um justo sequer, não havia ninguém que fizesse o bem, ninguém que o buscasse.

O SENHOR olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.
Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um. (Sl.14.2,3)

O Senhor mesmo assim enviou o seu filho ao mundo para morrer por nós, mostrando assim que o seu imenso amor e a sua imensa misericórdia não é teórico, mas real e experimentável.

Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. (Rm. 5.8)


 assim o amor de De deus é derramado em nossos corações, por isso nós amamos a Deus.

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. (rm. 5.1-30)




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