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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A figura do pastor profissional: uma realidade de nossos dias .




Seus movimentos são fria e milimetricamente calculados. Caminhar lento e passos firmes. Olhar penetrante, persuasivo, e fala convincente, com alternâncias de tonalidade e volume. Um levantar de mãos aqui, um soco no ar ali, e desse modo ele vai conduzindo a sua reunião "profética". Nada disso, no entanto, se dá antes que o grupo de louvor engendre a atmosfera emocional propícia, que tenha o condão de fazer fluir lágrimas pelo rosto dos ouvintes ou, ao revés, os conduza à visualização de uma situação de guerra, em marcha, muito bem delineada pelas películas retumbantes da bateria e pelos gestos efusivos das dançarinas. Ato dois: os fieis se encontram à sua mercê. Hipnotizados, anestesiados pela "unção" que parece emanar da epiderme do pregador. Transpiração, calafrios, choro e rajadas de línguas permeiam o ambiente. Até que, sob a orientação do pseudo-mensageiro, quão logo se dispersa a “atmosfera espiritual”, apanham a Escritura, abrem-na e leem um único versículo - quando não são desencorajados a abri-la. Tomam assento. Inicia-se a interminável digressão do pregador, sob um tema sempre curioso, intrigante ou cabalístico, que introduz a aura gnóstica de revelação só a ele acessível, por óbvio. O texto é o ponto de partida, mas não o de chegada; aponta a direção, mas interessam mais os desvios do caminho. Ao final do sermão, exclamam um e outro: "por dezenas de vezes li tal texto e nunca notei o aludido pelo pregador. Verdadeiramente ele é um homem ‘ungido’”! Não me refiro a Jonas Nightengale, o ficto evangelista protagonizado por Steve Martin em Fé demais não cheira bem, mas à figura do pastor — neopentecostal —  de nosso tempo.

 


Por conseguinte, apelo: pastor, exponha a Cristo crucificado, e não suas técnicas persuasivas de manipulação de massas. Já foi dito que o púlpito não é um local para discurso acerca de preferências e opiniões pessoais, para pirotecnias ou extravasar de megalomanias, mas para a fiel exposição da Sagrada Escritura.  Utilizar-se do momento de maior preeminência durante um culto público para turvar mais ainda a visão daqueles que já andam a tatear em um contexto cristão de absoluto analfabetismo bíblico é um atentado contra a obra do Senhor. A pregação do evangelho, no dizer de Calvino, é centro da vida e obra da igreja. Tal momento não serve de palanque para teatralidade ou demonstração de uma espiritualidade que mais estatui um sistema de castas, à semelhança do existente na Igreja Romana, levando as ovelhas a vislumbrar um “nível de intimidade com Deus” ao qual elas nunca chegarão. Entenda que os pregadores de maior destaque na história da igreja foram aqueles que não se apegaram a nenhuma forma de exibicionismo ou a subterfúgios psicológicos, antes se esvaziaram até que nada mais de si restasse. Compreenderam que, ao se apequenar, pela graça de Deus, poderiam se fazer hábeis instrumentos nas mãos do Senhor. Compreenderam que ao Senhor pertence a glória, no diapasão do dizer de C. H. Spurgeon, ao exprimir seu anseio como cooperador do Reino, nas seguintes palavras: “que eu seja sepultado em algum lugar silencioso, onde as folhas caem e os pássaros brincam e onde as gotas de orvalho brilham nos raios de sol; e se acaso tenha que ser escrito algo sobre mim, que seja o seguinte: "aqui jaz o corpo de um "João Ninguém", esperando pelo surgimento de seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo". É necessário que Ele cresça e nós diminuamos (Jo 3:30).

 


Paulo, o abnegado apóstolo, ao pregar aos cristãos de Corinto deixou-lhes claro que não fez sobressaltarem os seus dons naturais como se o evangelho de Jesus se resumisse à ostentação de linguagem ou de sabedoria (1 Co 2:1), mas que não teve outro objetivo a não ser expor a Cristo e este crucificado (1 Co 2:2). O apóstolo não somente entendia o que estritamente lhe competia anunciar, como despenseiro que da obra de Deus, contudo também se encontrava imbuído até as entranhas por um santo temor por entender que sua incumbência não estava calcada em mérito pessoal, e sim na transbordante misericórdia proveniente de Deus (2 Co 4:1). A mensagem do evangelho não demanda muletas para que alcance plena eficácia, métodos mirabolantes que o façam mais atrativo para quem deseja uma religião que o faça lembrar-se de tudo que o agrada no mundo. E nesse itinerário tudo é permitido, sob a bandeira do pragmatismo: o importante são os resultados, não importando os meios.

 


O evangelho autêntico continua a ser o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. O pregador não necessita de lançar mão de outro meio a não ser a fiel exposição da Escritura. Ora, penso que se o evangelho se constituísse em algo alcançável mediante esforços intelectuais ou cognitivos, seria perfeitamente lícito ao homem, além de gloriar-se por seus próprios méritos, entupi-lo com toda a sorte de mecanismos psicológicos para arrebanhar uma gama de simpatizantes que sequer cogitam o porquê de poderem se declarar cristãos e de serem verdadeiramente salvos. Não é este, porém, o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual não atribui glória a homem algum, mas confere única e exclusivamente a Si mesmo, o Senhor da Glória, todo o louvor, majestade, domínio, aclamação, honra pelos séculos dos séculos. Não a nós Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e fidelidade (Sl 115:1).


Sola scriptura


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CUIDADO: Com Igreja Organizada Como um Empreendimento Empresarial.


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Mesmo entendendo que a Igreja Cristã é acima de tudo um organismo vivo (Corpo de Cristo, Noiva do Cordeiro, Igreja Invisível, etc...), e que ao mesmo tempo também se constitui em uma organização (forma do organismo-igreja se comunicar e se tornar visível ao mundo), penso que mesmo em sua forma visível (igreja-organização) e mais fácil de entender, muita confusão se faz, deturpando os objetivos e causas de sua necessária organização.
A falta de compreensão quanto a como e porque a Igreja deve ser organizada, faz com que se organize e administre-se levando em conta parâmetros, princípios e fundamentos que não são os ideais para sua vida e crescimento segundo os reais propósitos originários de sua existência e missão, que são essencial e prioritariamente espirituais.
Para expor com maior clareza o assunto precisamos primeiro definir cada uma das respostas à questão.

Primeiro então definamos o que é uma organização espiritual.

Conforme o Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, uma organização define-se “por uma reunião de pessoas com o mesmo objetivo e interesses”, ou seja, seria similar a uma associação com ideais comuns. Logo, complementando do ponto de vista cristão, entendemos a partir dessa premissa que uma organização espiritual define-se por uma reunião de pessoas com interesses e objetivos comuns tendo como prioridade e fundamento os princípios e valores espirituais revelados nas Escrituras Sagradas.
Sendo assim, a Igreja Cristã é uma reunião de pessoas salvas por Cristo, que mediante Suas orientações, princípios e valores revelados na Bíblia se organizam em grupos ou denominações para adorá-lo, cultuá-lo e obedecê-lo em tudo que lhes foi comunicado.
Há muitas outras definições para Igreja, mas creio que esta alcança o objetivo de clarear o assunto em questão.

Definamos agora o que é um empreendimento empresarial.

O mesmo dicionário já mencionado define empreendimento como uma obra, uma realização, uma empresa ou um negócio. Já o termo empresarial é derivado do termo empresa que é definido por “uma organização que produz, vende e/ou oferece bens e serviços”.

Perceba que as definições vistas em um dicionário são em alguns pontos muito semelhantes quando se considera apenas etimologicamente os termos e expressões, porém o sentido mais amplo as faz distanciar-se uma da outra direcionando para objetivos e finalidades totalmente diferentes.

A primeira definição direciona para o espiritual. Têm sua origem, causas, métodos e objetivos pautados e delineados pela Bíblia. O objetivo maior é revelar Jesus Cristo ao Homem, comunicar-lhe o plano da salvação, convence-lo pelo Espírito do pecado, da justiça e do juízo e após sua conversão, fazê-lo crescer em conhecimento e graça, prosseguindo para sua glorificação e vida eterna.
Já a segunda definiçao direciona para obter vantagens e lucros. É direcionada a filosofia comercial e pragmática de vida. Sua origem e causas nascem muitas vezes na ganância e avareza humanas, seus métodos são humanos e centrados no movimento do mercado, no marketing e na propaganda. Seu maior objetivo é obter lucro, sejam financeiros, notoriedade ou vantagens.

Ressalvo que nada tenho contra a administração empresarial ou ao produzir e comercializar produtos de uma forma geral. Não seria alienado a ponto de desprezar a revolução industrial em suas várias atividades e muito menos negligenciar as melhorias e avanços proporcionados por ela na qualidade de vida humana atual. A minha argumentação não tem o objetivo de ignorar isso, mas se restringe ao contexto da vida cristã e da Igreja Cristã. Penso que todos os avanços e progressos têm seu lugar na vida humana, o que não pode e não deve acontecer é mesclar ou misturar conceitos e princípios sem antes discernir se estes possuem identificação com os objetivos de cada uma das organizações ou empreendimentos mencionados no título desta postagem.
Como diz um ditado popular: “cada macaco no seu galho”.

Por que digo isso? 

Porque a administração empresarial tem se instalado nas igrejas evangélicas a tal ponto que a própria Palavra de Deus em muitos casos acaba sendo algo secundário. O que importa são os conceitos de marketing e propaganda. Como se a Igreja comercializasse um produto e os crentes fossem vendedores ávidos por alcançar consumidores.

Obreiros são treinados não para pregar a Palavra ou para abençoar em Cristo as pessoas. São treinados como se fossem integrantes de uma equipe de vendas, tendo seu pastor como o diretor comercial e a igreja como uma empresa em que foram contratados para exercer tal função. Aprendem técnicas para convencer, fórmulas para agradar aos outros com a intenção de oferecer o produto “Jesus”.

As pregações são palestras motivacionais idênticas as que são realizadas em empresas com a clara intenção de motivar seus funcionários e conseqüentemente render mais em seus trabalhos e produzir muito mais lucro para suas empresas.

Os crentes são agradados para não deixar de consumir. A todo o momento, o produto principal (o carro-chefe) é enfeitado e demonstrado com mil e uma utilidades. O produto proporciona cura para todas as enfermidades. Proporciona riquezas, sucesso, prosperidade. Também, se consumido corretamente traz toda sorte de bênçãos materiais. Faz você conquistar posições elevadas e todos verão como você é "abençoado e feliz". Conforme a necessidade do consumidor o produto é oferecido de forma que seja consumido.
 
Estratégias de marketing são aplicadas. A propaganda é imensa (rádio, TV, internet...). Afinal de contas, a propaganda é a alma do negócio.
Juntamente com esta filosofia comercial, vem também a política do levar vantagem em tudo. Não se consideram as orientações bíblicas para as atitudes e métodos. O importante é alcançar o objetivo. “Os fins justificam os meios”.

Os novos candidatos ao pastorado são ensinados nestas igrejas-empresas desde muito cedo que terão que se sujeitar aos critérios da “empresa”. Terão que apoiar e participar de uma política mundana de acepção de pessoas, de obter vantagens eclesiásticas ou de defender seus pares não importa o que tenham feito. Nisso deverão se comprometer, se é que desejam serem realmente “pastores”. São submetidos a verdadeiros interrogatórios e constrangimentos chamados de exames, concílios, provas, entrevistas ou outra nomenclatura usada por cada denominação.

Momentos em que os já consagrados ou ordenados (os diretores comerciais e os gerentes de vendas) vão se “divertir” à custa do nervosismo e medo do candidato. Momentos em que aqueles que não “gostavam” daquele candidato se aproveitam para vingativamente deixá-lo em situações complicadas e constrangedoras. Lamentavelmente já presenciei verdadeiros massacres eclesiásticos de candidatos e seminaristas, que em algumas vezes eram em conhecimento e exemplo de vida cristã superior aos seus examinadores.
A vida pessoal é devastada e muitas vezes revelada a todos. São humilhados e nada podem falar. É a política da empresa. Senão acabam “demitidos” ou “deixados na geladeira” ou “fritados”, que são expressões mundanas usadas por alguns pseudo-pastores com relação a seminaristas e candidatos ao episcopado.

Ressalvo que ainda existem muitos bons pastores e exames ministeriais sérios e responsáveis, porém isso não exclui os maus e irresponsáveis. Não estou aqui generalizando, apenas constato um fato.
Nessas igrejas-empresa, as demais pessoas da congregação são ensinadas a vir buscar as bênçãos e nunca a ser bênçãos. Tornam-se simples consumidores e nunca ficam satisfeitos. Querem sempre mais.
A igreja tornou-se uma empresa e ás vezes até uma empresa muti-nacional. Seus líderes fazem parte da equipe de vendas, marketing e publicidade. Os crentes são meros consumidores de um produto que não os satisfaz porque na verdade não existe. É apenas uma ilusão pregada como se fosse o Evangelho, mas de forma alguma o é.

A verdadeira Igreja de Cristo não se confunde com o mundo. Não se conforma com ele.

Ela tem os seus próprios parâmetros, referenciais e paradigmas. Todas as suas atitudes, ações, ensinos e comunicação são fundamentados e supervisionados pela santa Palavra de Deus. A Bíblia é o seu manual de regra e prática. Não os conceitos humanos de administração empresarial. Não a filosofia do obter vantagens e lucros. Não os conceitos da psicologia motivacional ou da Propaganda e Marketing.
Todas essas linhas de pensamento ou de ação têm o seu lugar e propósito e devem primeiro ser filtradas e peneiradas pela Palavra e quando alinhadas e em coerência com essa, aí então ser aplicadas. Nunca o contrário, jamais o inverso.
Os líderes na Igreja devem conhecer o manual. Conhecer a Bíblia e usá-la em seu trabalho. Isso é prioridade. Isso é fundamental.

Igreja Cristã não é empresa. Pastor não é chefe, patrão, funcionário ou empregado. Crentes não são vendedores e muito menos meros consumidores superficiais. Jesus não é um produto. larguem o aor ao deinheiro



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Se Deus está em toda parte, por que construir templos?



Pergunta: Se Deus está em toda parte, por que construir templos?

Nós não vamos aos templos para encontrar a Deus, mas para louvá-lo e adorá-lo em comunhão com nossos irmãos. Além disto, vamos compartilhar nossas experiências e aprender mais da Palavra e da vontade de Deus com aqueles que vivem há mais tempo na fé. Ao congregarmos em um templo, temos grande possibilidade de formarmos grupos de amigos, ou conhecermos, de repente, até a pessoa com quem vamos nos casar. Nestes locais também realizamos um ato de extrema importância que o próprio Senhor Jesus nos ensinou, que é a Ceia, na qual relembramos o sacrifício dele na cruz por nós.


Por meio de um templo, nós podemos inclusive colocar em prática muitos dos dons que Deus nos concede, como a do ministério pastoral, ou o ministério de ensino, ou qualquer outro tipo de atividade que nos integre com nossos irmãos e se enquadre como um serviço cristão; afinal, o ser humano não foi feito para viver só, e depois de convertido, esta convicção fica cada vez mais firme. Podemos inclusive servir uns aos outros, e nós mesmos como congregação nos organizar para servir aos de fora, que tem necessidades tanto físicas quanto espirituais.Quero aproveitar para desfazer uma confusão que ronda muitas mentes por aí. Igreja, como definida pela Bíblia, é o conjunto de todos os crentes em Jesus Cristo, de todas as épocas. Não é uma instituição humana, nem física: foi Deus quem criou a Igreja, e ela não é a mesma coisa que templo. Um templo pode conter uma congregação de pessoas que faça parte da Igreja de Cristo, mas a Igreja não é o templo.

Portanto, estas diversas denominações que hoje existem não era o plano original de Deus. Infelizmente, mesmo na época do apóstolo Paulo, já existiam dissensões na igreja, tentando criar grupos com interesses distintos (1Co 1.11-17). Assim, por um detalhe ou outro diferem na interpretação de alguma passagem bíblica, surgiram diversas denominações, embora pregando o verdadeiro Evangelho Salvador; existem também denominações que já se desviaram dele em partes (e outras, totalmente), e ensinam ‘outro evangelho’, também já combatido nos tempos de Paulo (Gálatas 1.6-10).Os templos são, primordialmente, casas de oração. E são casas de oração para todos os povos. É isto que diz a Palavra em Isaías 56.7 e Marcos 11.17. Deve ser um local onde a reverência à Deus concentra esforços coletivos . Nada que há lá deve tirar o foco disto. E ele é para ‘todos os povos’. Não é um lugar onde só entram os ‘perfeitos moralmente’, e sim para qualquer um que queira achegar-se ao Senhor de toda a criação, o nosso Salvador.


É importante ressaltar que o tamanho de um templo, ou a quantidade de pessoas que lá congregam, não significa que este templo é mais (ou menos) abençoado por Deus, ou ainda, que este povo seja mais (ou menos) santo. A pedra fundamental da Igreja é Jesus, e cada um de nós que faz parte dela está firmado nesta rocha eterna. Os ’tilojos’ desta igreja são cada um que ‘ouve os seus mandamentos e os pratica’. Nós somos o ‘material de construção’; portanto, prosperidade material não está ligada, necessariamente, à boa espiritualidade ou à santidade.


Deixo algumas passagens bíblicas a seguir para meditação. Todas falam em nos congregar; algumas são ordens do nosso próprio Deus.

Ajunta o povo, os homens e as mulheres, os meninos e os estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam e aprendam e temam ao SENHOR vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta lei (Dt 31:12 )
Lembramo-nos, ó Deus, da tua benignidade, no meio do teu templo (Sl 48:9)
Salva-nos, SENHOR nosso Deus, e congrega-nos dentre os gentios, para que louvemos o teu nome santo, e nos gloriemos no teu louvor (Sl 106:47)
Ouvi a palavra do SENHOR, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho (Jr 31:10)
E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e ás boas obras, Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia (Hb 10:24,25)
 Fonte: Napec

5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo



É importante reconhecer o fruto de autoglorificar-se em você e em seu ministério. Que Deus use esta lista para lhe conceder sabedoria diagnóstica. Que ele use esta lista para expor seu coração e redirecionar seu ministério.

Autoglorificar-se fará com que você:

1. Ostente em público o que deveria ser mantido em particular.  

Os fariseus são um vívido exemplo primário para nós. Porque eles viam suas vidas como gloriosas, eles eram ligeiros em ostentar essa glória diante dos olhos de quem estivesse vendo. Quanto mais você pensa que você já chegou lá, e quanto menos você vê a si mesmo como necessitando de graça resgatadora, mais você tenderá à autorreferência e à autocongratulação. Por você estar atento à autoglorificação, você vai trabalhar para conseguir maior glória mesmo quando não estiver consciente de que está fazendo isso. Você tenderá a contar histórias pessoais que fazem de você o herói. Você encontrará maneiras, em cenários públicos, de falar de atos privados de fé. Por você se achar digno de aplausos, você buscará os aplausos de outros encontrando maneiras de apresentar a si mesmo como “piedoso”.

Eu sei que a maioria dos pastores lendo esta coluna pensarão que nunca fariam isso. Mas estou convencido de que há mais “desfile de piedade” no ministério pastoral do que tendemos a pensar. Esta é uma das razões pelas quais eu acho conferências pastorais, reuniões de presbitério, assembleias gerais, convenções, e reuniões de plantação de igreja desconfortáveis às vezes. Após uma sessão ao redor da mesa, essas reuniões podem se degenerar a um “concurso de cuspe” de ministério pastoral, onde somos tentados a menos do que honestos sobre o que de fato está acontecendo em nossos corações e em nossos ministérios. Após celebrar a glória da graça do evangelho, há demasiado recebimento de glória autocongratulatória por pessoas que parecem precisar de mais aplausos do que merecem.

2. Seja demasiadamente autorreferente
Todos nós sabemos disso, todos nós já vimos isso, todos nós já ficamos desconfortáveis com isso, e todos nós já fizemos isso. Pessoas orgulhosas tendem a falar muito de si mesmas. Pessoas orgulhosas tendem a gostar mais de suas próprias opiniões do que das opiniões dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que suas histórias são mais interessantes e cativantes do que as dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que eles sabem e entendem mais do que os outros. Pessoas orgulhosas pensam que conquistaram o direito de serem ouvidas. Pessoas orgulhosas, por basicamente terem orgulho do que sabem e do que fizeram, falam muito sobre ambos. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas fraquezas. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas falhas. Pessoas orgulhosas não confessam pecado. Então pessoas orgulhosas são melhores em colocar os holofotes sobre si mesmas do que em refletir a luz de suas histórias e opiniões de volta para a gloriosa e completamente imerecida graça de Deus.

3. Fale quando deveria ficar calado. 
Quando você pensa que já chegou lá, você é bem orgulhoso e confiante de suas opiniões. Você confia em suas opiniões, então você não está tão interessado nas opiniões dos outros quanto deveria estar. Você tenderá a querer que seus pensamentos, perspectivas e pontos de vista vençam em qualquer reunião ou conversa. Isso significa que você estará muito mais confortável do que você deveria estar com dominar um grupo com sua conversa. Você falhará em ver que na multidão de conselhos há sabedoria. Você falhará em ver o ministério essencial do corpo de Cristo em sua vida. Você falhará em reconhecer suas tendências e sua cegueira espiritual. Você não irá a reuniões formais ou informais com um senso pessoal de necessidade do que os outros têm a oferecer, e você controlará a conversa mais do que deveria.

4. Fique quieto quando deveria falar. 
A autoglorificação pode ir para o outro lado também. Líderes que são muito autoconfiantes, que involuntariamente atribuem a si mesmos o que poderia apenas ser efetuado pela graça, frequentemente veem reuniões como uma perda de tempo. Por serem orgulhosos, eles são muito independentes, então as reuniões tendem a ser vistas como uma interrupção irritante e inútil de uma agenda ministerial já sobrecarregada. Por causa disso, ou eles acabarão com todas as reuniões ou as tolerarão, tentando finalizá-las o mais rápido possível. Então eles não lançam suas ideias para consideração e avaliação porque, francamente, eles não acham que precisam. E quando suas ideias estão na mesa e sendo debatidas, eles não entram na briga, porque eles pensam que o que eles opinaram ou propuseram simplesmente não precisa de defesa. A autoglorificação fará com que você fale demais quando você deveria ouvir, e com que você não sinta necessidade de falar quando você certamente deveria.

5. Se importe demais com o que os outros pensam de você. 
Quando você caiu no pensamento de que você é alguma coisa, você quer que as pessoas reconheçam esse “alguma coisa”. Novamente, você vê isso nos fariseus: avaliações pessoais de autoglorificação sempre levam a um comportamento de busca por glória. Pessoas que pensam que chegaram a algum lugar podem se tornar hipersensíveis a como outras pessoas reagem a elas. Por você ser hipervigilante, observando a maneira pela qual as pessoas em seu ministério respondem, você provavelmente nem sequer percebe como você faz as coisas por autoaclamação.

É triste, mas frequentemente ministramos o evangelho de Jesus Cristo por causa de nossa própria glória, não pela glória de Cristo ou a redenção das pessoas sob nossos cuidados. Eu já fiz isso. Eu já pensei durante a preparação de um sermão que um certo ponto, colocado de certa maneira, poderia ganhar um detrator e eu já fiquei observando à procura da reação das pessoas enquanto eu pregava. Nesses momentos, na pregação e na preparação de um sermão, eu abandonei meu chamado como embaixador da eterna glória de outro pelo propósito de conseguir para mim o louvor temporário dos homens.

Fonte: Blog Fiel

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Helena Raquel - Gideões 2012


A Santíssima Trindade (Credo de Atanásio)



O Credo de Atanásio (Quicumque vult).

Subscrito pelos três principais ramos da Igreja Cristã (Católicos Romanos, Católicos Ortodoxos e Protestantes), é geralmente atribuído a Atanásio, Bispo de Alexandria (século IV), mas estudiosos do assunto conferem a ele data posterior (século V). Sua forma final teria sido alcançada apenas no século VIII. O texto grego mais antigo deste credo provém de um sermão de Cesário de Arles, no início do século VI.

O credo de Atanásio, com quarenta artigos, é um tanto longo para um credo, mas é considerado por Archibald A. Hogde “um majestoso e único monumento da fé imutável de toda a igreja quanto aos grandes mistérios da divindade, da Trindade de pessoas em um só Deus e da dualidade de naturezas de um único Cristo.”
Apesar da data ser incerta, este credo foi elaborado para combater o arianismo e reafirmar a doutrina cristã tradicional da Trindade.

Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica.Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.

A fé católica consiste em adorar um só Deus em três Pessoas e três Pessoas em um só Deus. Sem confundir as Pessoas nem separar a substância.
Porque uma só é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo.
Mas uma só é a divindade do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, igual à glória e coeterna a majestade.

Tal como é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.

O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado.
O Pai é imenso, o Filho é imenso, o Espírito Santo é Imenso.
O Pai é Eterno, o Filho é Eterno, o Espírito Santo é Eterno.
E contudo não são três Eternos, mas um só Eterno.
Assim como não são três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só Imenso.

Da mesma maneira, o Pai é onipotente, o Filho é onipotente, o Espírito Santo é onipotente.
E contudo não são três onipotentes, mas um só Onipotente.

Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.
E contudo não são três deuses, mas um só Deus.

Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.
E contudo não são três senhores, mas um só Senhor.

Porque, assim como a verdade cristã nos manda confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que são três deuses ou senhores.

O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém.
O Filho procede do Pai; não foi feito, nem criado, mas gerado.
O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho.

Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.
E nesta Trindade não há nem mais antigo nem menos antigo, nem maior nem menor, mas as três Pessoas são coeternas e iguais entre si.

De sorte que, como se disse acima, em tudo se deve adorar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade. Quem, pois, quiser salvar-se, deve pensar assim a respeito da Trindade.

Mas, para alcançar a salvação  é necessário ainda crer firmemente na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A pureza da nossa fé consiste, pois, em crer ainda e confessar que Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem. É Deus, gerado na substância do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe.

Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana.
Igual ao Pai segundo a divindade; menor que o Pai segundo a humanidade.
E embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo. É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade.

Um, finalmente, não por confusão de substâncias, mas pela unidade da Pessoa.
Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo.
Ele sofreu a morte por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos.
Subiu aos Céus e está sentado a direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
E quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus atos.
E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna, e os maus para o fogo eterno.
Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar.





quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Como ser curado Através da Bíblia




1. Cura para a ira: Pv 15.1; Mt 5.21-24; Rm 12.17-21; Ef 4.26-32; Tg 1.19-21

2. Cura para o medo: Salmo 27, Salm0 91, Is 41.5-13; Mc 4.35-4`1; Hb 13.5,6; I Jo 4.13-18

3. Cura para a ansiedade¨Sl 25; Sl 46; Mt 6.24-34; Mt 10.26-31; I Pe 1.3-5; I Pe 5.7.

4. Cura para a indecisão: I Rs 3; Sl 139; Dn 2.14-23; Cl 3.12-17; Sl 37.4,5.

5. Cura para a depressão: Sl 16; Sl 143; Sl 130; Is 61.1-4; Jr 15.10-21; Lm 3.55-57; Jo 3.14-17; Ef 3.`14-21.

6. Cura para o medo da morte: Sl 23; Sl 63.1-8; Jo 6.35-30; Rm 8.18-39; I Co 15.35-57; II Co 5.1-10; II Tm 1.8-10.

7. Cura para o desapontamento: Sl 55; Sl 62.1-8; Jr 20.7-18.

8. Cura para desânimo e desencorajamento: Sl 34; Sl 42.6-11; Is 12.1-6; Rm 15.13; II Co 4.16-18; Fp 4.10-13; Cl 1.9-14; Hb 6.9-12.

9. Cura para decepção com amigos: Sl 41.9-13; Lc 17.3,4; II Tm 4.16-18.

10. Cura para crises financeiras: Pv 11.7; Ec 6.10-20; Mt 6.24-34; Lc 12.13-21; I Tm 6.6-10.

11. Cura para frustrações: Jó 21.1-16; Jó 24.1-17; Jó 36.1-26; Mt 7.13,14.

12. Cura para dúvida e perda de fé: Sl 8; Sl 146; Pv 30.5; Mt 7.7-12; Lc 17.5,6; Jo 20.24-31; Rm 4.13-25; Hb 11; I Jo 5.13-15.

13. Cura para impaciência: Sl 13; Sl 37.1-7; Sl 40.1-5; Ec 3.1-15; Lm 3.25-33; Hb 6.13-20; Tg 5.7-11.

14. Cura para momentos de tragédia: Gn 8.1-9,27; Jó 36.22-37.13; Sl 29; Sl 36.6-9; Sl 124; Jr 31.35-37; Rm 8.31-39;  I Pe 1.3-12.

15. Cura para solidão: Sl 22; Sl 42; Jo 14.15-31; Hb 13.5,6. Sl 27.1-6; Fp 4.19; Sl 3.5,6. Sl 4.4-8; II Ts 3.16

16. Cura para grandes prejuízos  Jó 1.13-22; Jó 42.7-17; Is 41.17-20; Rm 8.16-39.

17. Cura para insegurança e perda de confiança: Dt 31.1-8; Sl 73.21-26; Sl 108; Fp 4.10-20; I Jo 3.19-24.

18. Cura para falta de paz: Jo14.1-4; Jo 16.33; Rm 5.1-5; Fp 4.6,7.

19. Cura para estresse: Is 55.1-9; Mt 11.25-30; Jo 4.1-30; II Co 6.3-10; Ap 22.17,.

20. Cura para rejeição: Sl 38; Is 52.13-53.12; Mt 9.9-13; Lc 4.16-30: Jo 15.18-16.4; Ef 1.3-14; I Pe 2.1-10.

21. Cura para complexo de culpa: Sl 32.1-5; Sl 51; Pv 28.13; Joel 2.12-17; Mt 6.14,15; Lc 15; Hb 4.14-16; I Jo 1.5-10.

22.Cura para dores e enfermidades físicas: Sl 38; Is 53.3-5; Sll 103.1-4; Mt 26.39; Mc 1.29-34; Rm 5.3-5; II Co 12.9-10; Tg 5.15-17; I Pe 4.12,13.

23. Cura para perda de foprças em horas de tentação: Sl 19.12-14; Sl 141; Lc 4.1-13; I Co 10.12-14; Hb 2.11-18; Hb 4.14-16; Tg 1.12-18; I Co 6.12-20; Gl 5.16-26.

24. Cura para ingratidão: Sl 100; Sl 103.1-3; I Ts 5.18; Hb 13.15.

25. Cura para complexo de inferioridade: Is 6.1-8; Jr 1.4-10; Gl 1.11-24; Ef 4.1-6; I Pe 2.4-10.

Conclusão:

O Senhor disse que o seu povo é destruído por falta de Conhecimento, Jesus disse certa vez que ao examinar as escrituras nós teríamos o cuidado de encontrar nela a vida Eterna, que conhecendo a verdade a verdade no libertaria,e que a a palavra de deus nos santificaria.
Jesus também afirmou que a Letra mata e o espírito vivifica  mas a a palavra que eu lhes dou é Espírito e vida, como Ele também afirmou para os seus discípulos: "Tenho vos dito isso para que em mim tenhais paz...".
A Palavra de Deus é a fonte de tudo que precisamos, lendo-a seremos bem aventurado, não andaremos segundo o conselho dos ímpios e etaremos cada vez mais prazer nas coisas de Deus. Amem!



Cuidado: A visão da Igreja de Toronto.


A decepção Toronto pelo Pastor Paul Gowdy

Pastor por um ex-Toronto Vineyard

Levei nove anos para realmente entrar para o lugar onde eu ia escrever esta história. Parte da razão foi porque eu não estava totalmente convencido de que é apropriado falar-se contra as fraquezas do corpo de Cristo publicamente. Outra razão é porque ele tem tido anos de alma procurando tornar-se convencido de que o que aconteceu no aeroporto de Toronto Igreja era realmente tão ruim ou pelo menos mais mal do que bem!

  
Para obter o número de anos passados ​​eu chamei-lhe uma faca de dois gumes. Eu acho que James A. Beverly o chamou isso em seu livro Laughter Santo ea Bênção de Toronto 1994. Hoje eu chamaria isso de uma maldição mista concluindo que qualquer bem individual que veio com essa experiência está longe superado por muito mal e do engano satânico. Acho que o que nela tem sido o meu dilema. Eu tentei viver a minha vida no temor do Senhor e Jesus disse-nos que o pecado imperdoável foi a blasfêmia contra o Espírito Santo. Atribuir a Satanás o que era na verdade uma obra de Deus. Se pressionado sobre se ou não a bênção de Toronto é tudo o que Deus ou Diabo todos os que eu ainda será hedgy, mas estou convencido de que Satanás usou esta experiência para cegar as pessoas para as doutrinas históricas de Deus, para produzir frutos dignos de arrependimento, a falta de teste e discernir os espíritos e não para testar profecia.

 

Após três anos de estar no meio da bênção de Toronto nossa assembléia Vineyard em Scarborough (East Toronto) apenas sobre auto-destruindo. Nós devorado um ao outro, com fofocas, traições, divisões, seitas etc críticas Após três anos de ‘imersão’, rezando para as pessoas, agitação, rolando, rindo, rugindo, ministrando no TACF em sua equipe de oração, liderando o louvor em TACF, pregando no TACF, basicamente vivendo no TACF éramos os cristãos mais carnal, imaturo e enganado que eu conheço. Lembro-me de dizer ao meu amigo e pastor sênior da Igreja Vineyard em Scarborough, em 1997, que, desde a bênção de Toronto chegou temos apenas sobre caído em pedaços! Ele concordou!

 

Minha experiência tem sido que a manifestação dos dons espirituais mencionados na 1 Coríntios 12 era muito mais comum em nossa montagem, antes de Janeiro de 1994 (quando a bênção de Toronto começou.) Do que durante este período de visitação Espírito Santo suposto.

 

Durante 1992-1993, quando orando por pessoas que iriam experimentar o que eu acredito era genuína profecia, libertação e muita graça e misericórdia do Senhor. Após a bênção de Toronto começou, o tempo todo ministério mudou, as orações foram apenas “Senhor Mais Mais”, os gritos de ‘Fire’ do jerky agitação do corpo com o “ooh ooh ooh WOOOAAH ‘oração. (Eu não te miúdo!)

 

Em 20 janeiro de 1994 cerca de 15 pessoas de nossa igreja viajaram até Toronto Airport Vineyard, a fim de ouvir Randy Clark, pastor da Vineyard EUA. John Arnott tinha chamado o nosso pastor sênior para nos convidar. Ele comunicou que Randy tinha sido para as reuniões de Rodney Howard Browne e que o material tinha estourou em sua igreja nas semanas seguintes. John esperava que algo possa sair com a gente também. Estávamos muito felizes de viajar mais. Nós éramos uma igreja fora do Aeroporto de Toronto e começamos em 1992. Naqueles dias havia três Igrejas Vineyard em Toronto. Uma igreja Down Town, Scarborough igreja vinha a leste ea Igreja do Aeroporto. Nós éramos uma grande família feliz. Porque estávamos em número reduzido fizemos reuniões especiais, etc conferências, juntos.

 

O ano antes que a maioria das nossas equipes de liderança unidos e tinham dirigido para a Nicarágua para uma viagem de missões de curto prazo. Tivemos genuíno amor e comunhão uns com os outros. Desde que deixou as igrejas Vineyard li um pouco de análise da crítica.
Alguns fazem-se que a bênção de Toronto era uma grande conspiração para levar o corpo de Cristo em heresia. Heresia e apostasia Suspeito pode muito bem ser o resultado, mas nenhum desses destinos foram intencionais. Estou sinceramente convencido de que os líderes das igrejas Vineyard são genuínos cristãos nascidos de novo que amam o Senhor, mas caíram em engano. Eles não amaram o Senhor o suficiente para guardar os Seus mandamentos. Eles falharam em obedecer as escrituras e foram desviados por nosso anseio por algo maior e mais brilhante e mais emocionante e dinâmico. Eu sou culpado por este pecado também. Tenho pregado a renovação na Coréia, no Reino Unido, EUA e aqui no Canadá. Estou verdadeiramente arrependido e por escrito essa história Peço-lhe a noiva eo corpo de Cristo que me perdoe. Especialmente os cristãos pentecostais / carismáticos entre vocês, pois vocês são minha família teológica. Eu sou um cristão evangélico, eu sempre tenho sido, mas eu não acredito na cessação dos dons espirituais, no final da era apostólica. Eu acredito que era minhas raízes evangélicas (minha família são batistas e eu nasci de novo na Igreja Presbiteriana.) Que começou a abrir meus olhos para os problemas com a renovação chamados.
 
À vista hind eu olho para trás e pensar como eu poderia ter sido tão cego? Eu ri de pessoas que agem como cães e fingindo urinar nas colunas do edifício TACF. Eu vi as pessoas fingem ser animais, cascas, rugido, cluck, fingir voar como se tivessem asas, perpetuamente ato bêbado e cantar canções silly. Como eu pensei que nada disso era do Espírito Santo de Deus me espanta hoje em dia. Era alto irreverente e blasfemo ao Deus Santo da Bíblia. Acho que na minha mente eu raciocinei que, enquanto eles não ensinam alguma coisa em violação direta às Escrituras então era o que chamamos de exótico. Esta é uma palavra da moda para as manifestações que não poderia ser justificada de uma perspectiva bíblica. Eu fui ensinado do púlpito que tinha duas opções. A ordem do viveiro cheio de vida e desarrumado ou a ordem do cemitério, muito ordeiro, mas morto!

 

Como um pastor jovem imaturo que eu queria a vida com bagunça. Não consegui lembrar de que Deus quer que nos tornemos maduros e crescer nele. Fiquei desconcertado com as palavras proféticas que veio especialmente um por Carol Arnott, no qual ela teve sua experiência noiva, onde ela foi levada à presença de Jesus e disse que o amor que ela experimentou foi ainda melhor do que sexo! Fiquei chocado em meu espírito e do pensamento como se pode comparar o amor de Deus com o sexo? Quando nós suspeitamos que os demônios estavam funcionando motim em nossos serviços John Arnott ensinava que devemos pedir que eles estão indo ou vindo. Se eles estão saindo, então, que é ok! John defendia o caos afirmando que não devemos ter medo de ser enganado, se pedimos ao Espírito Santo para vir e encher-nos então como Satanás poderia vir e enganar-nos? Isto faria com que Satanás muito forte e Deus muito fraco! Ele disse que precisávamos ter mais fé num Deus grande para nos proteger do que em um Big diabo para nos enganar. Isto soou muito convincente, mas era totalmente contrário às escrituras de Jesus, Paulo e Pedro e João nos alertar sobre o poder dos espíritos enganadores e especialmente nos últimos dias. Outra vez, não o amor de Deus o suficiente para obedecer à Sua Palavra eo resultado foi que nós nos abrimos para espíritos mentirosos. Que Deus tenha misericórdia de nós!

 

Finalmente a ficha caiu para mim como eu estava rolando uma noite “bêbado no Espírito”, como diríamos. Eu comecei a cantar e como eu rolava no chão da rima de berçário “Mary tinha um cordeirinho sua lã era branca como a neve.” Veio à mente. Eu cantei isso em um espírito zombeteiro e instantaneamente meu coração me disseram que era um demônio. Imediatamente me arrependi e estava em choque total. Como poderia um demônio entrar em mim? Será que eu não o amor de Deus? Eu não era zeloso pelas coisas de Deus? Eu não estava louco por Jesus? Eu sabia que um espírito imundo acabara de se manifesta através de mim e eu era culpado de grande pecado. Depois dessa experiência eu fiquei longe do TACF. Eu não voltei mais lá. Eu não possuía a convicção de denunciar toda a experiência, mas pensei que não ter onde pastor da Bênção bem o suficiente.

 

Mesmo depois que eu parei de ir até TACF, tive de pastor do seu fruto. Um exemplo foi quando alguns de nosso povo voltou de uma reunião lá perguntando-nos se tínhamos todos receberam a espada dourada do Senhor? Perguntei-lhes o que eles estavam falando sobre o pensamento de que era alguma referência profética para as Sagradas Escrituras, mas eles disseram: ‘não, não é a Bíblia, é uma espada de ouro invisível que somente os puros realmente pode receber. Se for tomado de forma injusta, em seguida, o Senhor iria matá-lo. Mas se você for santo o suficiente para recebê-lo, então você pode empunhar a espada e vai curar AIDS, câncer, etc e trazer a salvação. Como uma espada foi detido esta fingindo ter esta espada invisível em sua mão e apontando para atacar as pessoas com ela quando em oração! Eu pensei que mesmo no engano nessa época que o TACF havia se tornado escaninhos Looney! Este foi supostamente recebeu pela primeira vez pela Carol Arnott e depois dada aos santos o suficiente para recebê-lo!

 

Outra coisa foi a obturações de ouro nos dentes. Tínhamos pessoas na nossa assembleia peeping baixo uns dos outros gargantas procurando os dentes de ouro que Deus tinha colocado lá para mostrar o quanto ele os amava! Em todo o meu tempo lá, eu só ouvi uma mensagem sobre o arrependimento dada por um alto-falante visitantes de Hong Kong chamado Jackie Pullinger. Foi mais como um balão de chumbo. Nós não estávamos lá para se arrepender, nós estávamos lá para a festa no Senhor! Depois de um ano para a bênção falei em uma reunião pastores e disse: ‘caras que têm abalado, agitado, rolou, chorou e riu comprou a camiseta. Mas não temos avivamento, nem salvação, nenhum fruto e nenhum evangelismo aumentado de modo que é o negócio “Fiquei profundamente repreendeu – quem era eu para esperar para ver frutos quando o Senhor estava curando seu povo quebrado? Nós tínhamos sido tempo suficiente legalista e Deus estava gastando este tempo restaurando seus feridos e libertando-nos do legalismo foi-me dito para não empurrar o Senhor ea colheita viria no seu tempo. “

 

Eu sabia que isso estava errado, porque o Senhor nos mandou ir em toda a terra e fazei discípulos! Não, que todos devem tirar um ano sabático para quem sabe quanto tempo, enquanto Deus faz alguma coisa nova e estranha! Em última análise, deixei sobre algo tão polêmico como a ordenação de mulheres. Pessoalmente, eu acredito que da escritura que as mulheres não devem ser pastores / anciãos numa assembléia local. Eu posso estar errado sobre isso e há muito debate na Igreja hoje, mas essa é a minha convicção e nas igrejas Vineyard estavam ordenando todas as esposas de pastores para co pastor com eles. Eu sou, certamente, para as mulheres no ministério, mas acredito que o papel Elder / pastor em uma assembléia local foi reservado aos homens. Eu não escrevi as escrituras, mas se Deus quiser terei a graça a partir de agora a obedecê-la.

 

Portanto, há a minha história. Eu poderia ir sobre e documentar o excesso muito, loucura, pecado e ensino reinado dos últimos dias que se manifestam a partir do final proféticas deste Bênção, mas outros já fizeram isso. Cantamos sobre o exército de Joel eo avivamento alma bilhões como se fosse um dos Dez Mandamentos, e como sempre foi ao virar da esquina. No próximo mês, no próximo ano etc Jesus disse que quando o filho do homem volta encontrará fé sobre a terra? E se ele não retornar quando ele faz nenhuma carne se salvaria, mas por causa dos eleitos que ele venha. Este é um grito distante da Dominionismo que está sendo ensinado por todo o movimento de guerra vinha / profético / espiritual. Eu honestamente acho que eles pensam que vão dominar o mundo inteiro! Enquanto no Vineyard abracei um verso a vida do apóstolo Paulo a frase não vão além do que está escrito!

 

Para terminar quero apenas pedir desculpas pelos danos, que eu pessoalmente tenho feito ensinando coisas que não estão corretos biblicamente. Arrependo-me perante os homens como eu já tenho diante de Deus. Eu não vou cair as minhas desculpas por engano. Eu não se preocupou em testar as coisas quando as escrituras nos mandou fazer isso. Todo mundo que estava lá quando tudo isso começou sabe que o que eu escrevo é verdade, eles teriam acabado de chegar a conclusões diferentes, especialmente se eles ainda estão a promover o “rio!”

 

Para aqueles no rio Eu diria que nadar para fora, existem coisas vivas na água que irá mordê-lo muito bom! Eu amo o povo do TACF eo movimento Vineyard, mas penso que temos muito a responder e que o Senhor abra seus olhos, mais cedo ou mais tarde. Eu suspeito que quando esta carta vai em linha vou buscar bombardeados por e-mails de ambos os campos, alguns me condenando por ainda crer no ministério do Espírito Santo e ainda andando no engano e alguns amigos antigos condenando-me por expor a sujeira ou ser negativo sobre o senhores ungido! Bem, o Senhor conhece meu coração e por sua graça que ele me guiará a toda a verdade como eu busco conhecer a Cristo e este crucificado! Se você acredita que eu ando em pecado e erro, por favor ore por mim que o Senhor iria me perdoar e abrir os olhos. Vou estudar a palavra para mostrar o meu homem um auto de trabalho aprovado! Eu apelo a todos os que lerem esta a rezar para que o Senhor abrisse os olhos de todos que estiveram envolvidos neste engano. Se líder ou seguidor, somos amados e que o Senhor é um Deus perdoador. Ele diz que se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Creio que somos como a igreja em Laodicéia, pensamos que somos ricos, prosperaram e não precisam de nada, não nos damos conta que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu. Devemos tomar o conselho de Jesus e comprar ouro refinado no fogo (que é o seu sofrimento, e não um falso espírito!), Vestiduras brancas para vestir nossa nudez vergonhosa e salve para os nossos olhos para que possamos ver novamente. Jesus está nos chamando ao arrependimento e agradecer ao Senhor que ele é, pois nos levará a uma verdadeira restauração com o nosso Pai! Se Deus me perdoou e abriu os meus olhos, então ele pode fazer isso para todos aqueles que estão presos no engano também. Vou terminar com uma advertência de Paulo, ele diz que se você pensa que é firmes ter cuidado para não cair.
Sincerely Paul Gowdy.